quinta-feira, 26 de maio de 2011

PV de Pelotas quer a cidade mais verde com o apoio da população.

O Partido Verde, dentro de sua filosofia de atividade na preservação ambiental para conservação do planeta vem através deste alertar e apelar à população de Pelotas sobre o período próprio para plantio de árvores na cidade, o qual começou no dia 1º de maio e estende-se até o dia 30 de setembro. Neste sentido, gostaríamos de colaborar e informar a comunidade que o Horto Municipal de Pelotas abriu sua temporada de doações de mudas de árvores nativas e exóticas para que a população possa participar da melhor arborização do município. As doações são feitas no Horto Municipal, à Avenida Bento Gonçalves em frente ao Parque do Trabalhador, de segunda-feira a sexta-feira das 8h até as 12h, onde a população deve ir para retirar gratuitamente mudas de árvores de 69 espécies, observada a necessidade de cada caso. Este trabalho é importantíssimo, pois cidades como a nossa são extensas e o Poder Público, em que peses os esforços, não tem condições e recursos para se plantar as milhares de árvores que são necessárias aos municípios. Não é demais salientar que nossa população precisa conscientizar-se de que o planeta só sobreviverá se todos fizerem sua parte e plantarem dezenas de árvores neste período, pois o desmatamento ilegal em nosso país avança de forma avassaladora, e o Estado brasileiro não tem fiscalização competente para impedir esta prejudicial atitude, Nossa única saída é a população ajudar a plantar árvores. Lembramos que este é um trabalho de utilidade pública que não visa finalidades eleitoreiras e, sim, expressa uma vontade imensa dos ambientalistas em promover o equilíbrio ecológico, tão necessário para a sobrevivência de nossos filhos e netos.


Agradecemos antecipadamente a divulgação do acima exposto, bem como sua colaboração ao proposto.


Cláudio Roberto dos Santos Insaurriaga
Presidente do PV municipal .

Vitor Azubel
Secret. Comunicação PV munic

O Código Florestal & ou X As Leis da Natureza

O Código Florestal



A polêmica do Código Floretal parece estar longe de acabar. Mas, pelas notícias, os “ruralistas” (liderados por Aldo Rebelo) arrigimentaram contingente bem maior de pessoas do que os ambientalistas. Ao que parece, perdemos essa batalha...

Mas perder uma batalha não é perder a guerra. Ainda tenho esperanças respaldadas essas em fatos reais: os desmoronamentos de encostas de morros (RJ, SC, PR, MG...) em consequência dos desmatamento, plantio nas encostas...

Desde criança estou envolvida com a causa ambiental. Sócia da UpeV – União Pela Vida. Trabalhei por alguns anos na Secretaria do Meio Ambiente de certa cidade costeira do RS. Durante os meses de verão quiosques são colocados na praia a fim de atender aos turistas e veranistas. A fim de “achegar-se” mais a seu público os “quiosqueiros” instalavam-se no meio da praia. Para acabar com essa “invasão”, o Ministério Público da União lançou portaria pela qual esses deveriam ser colocados a 2 ou 3 metros do calçadão.

Houve protesto. No dia seguinte enorme fila de donos de quiosques se formou junto à Secretaria Mun. do Meio Ambiente contrários à medida: não obedeceriam à referida portaria.

Na manhã seguinte havia quiosque instalado há poucos metros do mar.

Mas, se não se segue as leis dos homens, a Natureza impõe suas leis: um dia após uma ressaca varreu a praia. Quiosques eram arrastados pela água mar a dentro. Seus donos corriam para “salvá-los”.... E, como não haveria de deixar de ser, colocaram-nos junto ao calçadão. (conforme determinava a Portaria).

O que isso tem a ver com o tal Código?

Como disse, parece que a batalha está perdida. Mas as Leis da Física são as Leis da Natureza. Deixem que plantem até 15 m. da margem do rio (ao invés de 30 m). Quando as cheias vierem, possivelmente “invadirão as plantações”; Deixem os pequenos produtores desmatar...As pragas terão caminho livre...

Poderemos perder essa batalha. Mas pelo que estamos vendo a Mãe Natureza não perderá a Guerra.

Mas desde já é bom que se defina a quem será atribuída a culpa pelo que vier a ocorrer?

Lívia Zimmermann

Mestre em Saúde Coletiva

Membro da UPeV

segunda-feira, 23 de maio de 2011

PV de Pelotas programa atividade para o dia Mundial do Meio Ambiente

Reunião da Executiva Municipal de Pelotas no dia 21 de Maio de 2011 que definiu a organização das atividades que serão feitas no dia 5 de junho dia mundial do meio ambiente: O PV Pelotas vai fazer uma passeata no calçadão da cidade, protestando contra a energia nuclear e conscientizando a população de que devemos investir em energia limpa(solar e eólica), também faremos distribuição de mudas de árvores nativas para a população passando o dia todo com atividades no calçadão de Pelotas. Nessa semana tivemos o ingresso no partido de mais 2 lideranças de bairros importantes que são bem votadas e que serão candidatos a vereador em 2012 com estes 2 já completamos 14 pré-candidatos a vereador, sendo que mesmo que não termine as coligações e a legenda, já temos garantia de que vamos eleger no mínimo 1 vereador em Pelotas, a Executiva Municipal está trabalhando muito e com entusiasmo, visto que um grande número de pessoas tem nos procurado para participarem do Partido Verde.

CURURU - Presidente do PV-Pelotas

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Expectativa de flexibilização do Código Florestal aumenta desmatamento, diz líder do PV

O líder do Partido Verde, deputado Sarney Filho (MA), afirmou nesta quarta-feira, 18, que fez seguidos alertas sobre o risco de aumento dos desmatamentos na Amazônia, diante da expectativa dos ruralistas de flexibilização do Código Florestal.

“A pesquisa divulgada hoje pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) registrando aumento do desmatamento na Amazônia, em março e abril deste ano para 593 km², em comparação com os mesmos meses do ano passado, confirmou a nossa preocupação”, afirmou o deputado.

“O texto que está para ser votado no Plenário da Câmara, e que estamos tentando mudar, anistia quem desmatou ilegalmente até 2008 e não exige a recomposição das áreas desmatadas ilegalmente, entre outros pontos”, explicou o deputado.

De acordo com os dados do INPE, o Mato Grosso foi o Estado que mais contribuiu para a perda da floresta, com 480,3 km² de área desmatada.

“Anteontem, o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) também divulgou um alerta sobre a escalada do desmatamento em Mato Grosso em abril deste ano e ressaltou que a situação poderia estar ligada às mudanças do Código Florestal”, ressaltou Sarney Filho.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

PV de Esteio promove evento para receber novos filiados

O PARTIDO VERDE de Esteio tem a hora de convidar os filiados e simpatizantes para uma reunião , a ser realizada no dia 27 de maio de 2011, às 19hs, na Câmara de Vereadores de Esteio, Rua 24 de agosto n. 535, bairro centro, Esteio.


Assuntos: Apresentação de novos filiados; discussão das pré-candidatura a Vereador e a Prefeito às eleições de 2012.

Painelistas: Gisele Uequed – Tema: os novos rumos do Partido Verde

Montserrat Martins – Tema: proposta para o programa de governo

Sua participação é importante, vamos juntos contruir um projeto de cidade para ESTEIO.

“Todo poder que não se baseia na união é fraco”

La Fontaine

terça-feira, 17 de maio de 2011

PV é Oposição em Gravataí

 O presidente da Executiva Municipal do Partido Verde (PV), Marcos Monteiro, que também é secretário estadual de Assuntos Parlamentares da sigla no Estado.

Ele destaca que o PV é hoje a verdadeira oposição ao PT em Gravataí e que
envia a carta a fim de qualificar o debate político no âmbito municipal e informar
o leitor e eleitor acerca da verdade dos fatos que envolvem a dívida da Prefeitura
com o Banrisul (CEEE), um montante mínimo de R$ 24,5 milhões, que pode
chegar a quase R$ 90 milhões caso a Câmara não aprove o reparcelamento.
Depois de ter sido retirado da pauta pelo governo, o projeto deve retornar à Câmara
na sessão da próxima quinta-feira, em caráter de urgência. Nos bastidores
já começou a negociação para vencer as resistências ao negócio. Leia o que

Monteiro escreveu: “O Partido Verde de Gravataí vem a público informar os motivos que nos levam a votar contra o projeto de lei que autoriza o parcelamento da dívida da
Prefeitura com o Banrisul, referentes a valores devidos à CEEE pelos seguintes
motivos abaixo:

A dívida declarada pela Prefeitura Municipal, junto à CEEE, em junho de
2000, totalizava R$ 9.789.229,69 (9,7 milhões) referentes ao fornecimento de
energia aos prédios próprios e à iluminação pública no período de setembro de
1992 a agosto de 1997, sendo que Banrisul atuou como interveniente na operação
de crédito. Na época, a Prefeitura Municipal abateu na referida dívida o valor
de R$ 43.610,62 referentes ao IPTU devido pela CEEE. Em contrapartida, a
CEEE acrescentou à dívida 1% de taxa de administração, totalizando um valor
de R$ 9.745.619,07 (9,7 milhões). O contrato, entre a Prefeitura Municipal
e a CEEE, previa o seguinte parcelamento: 3 parcelas de R$ 10.000,00,
pagos em 2000; 12 parcelas de R$ 50.000,00, pagos em 2001; 85 parcelas de R$ 108.389,11, sendo descontadas 45 parcelas da conta corrente do ICMS da Prefeitura Municipal, o que totalizou R$ 7.389.781,00 (7,3 milhões) em pagamentos.
Em fevereiro de 2002, a CEEE transferiu a dívida definitivamente para o
Banrisul que sempre descontou as parcelas das contas da prefeitura, pois a mesma nunca cumpriu o contrato. No entanto, o então prefeito Daniel Bordignon entrou na Justiça para anular o contrato com o Banrisul. Todavia, em 18 de maio de 2004, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul anulou o desconto da conta corrente do ICMS da Prefeitura Municipal. Logo, a Prefeitura nunca mais pagou o parcelamento assumido junto ao Banrisul. Em 2007, a Secretaria do Tesouro Nacional exigiu que a Prefeitura Municipal regularizasse o parcelamento da dívida junto a Câmara Municipal, o que ocorreu com a aprovação da Lei 2.710/07. Entretanto, a resolução 43/01 e 19/03 do Senado Federal permitiam regularização das dívidas que estavam
rigorosamente em dia, porém, a dívida estava 39 meses atrasada. No momento
da regularização junto à Secretaria do Tesouro Nacional, Gravataí se habilitou
para o recebimento dos recursos do Programa de Aceleração do Crescimento
– PAC. Atualmente, a Prefeitura Municipal solicita autorização para o parcelamento
de uma dívida de R$ 82.911.374,57 (82,9 milhões), onde o Banrisul reduziu
o montante da dívida para R$ 24.590.013,69 (R$ 24,5 milhões), mas desconsidera que o Município pagou R$ 7.389.781,00 (R$ 7,3 milhões) que atualizados pelos mesmos índices da dívida equivalem a R$ 13.015.823,56 (13 milhões). Logo, defendemos o parcelamento de uma dívida de R$ 11.547.190,13 (11,5 milhões), que seriam 2,5 milhões se tivessem sidos honrados corretamente. Cumprindo o seu ever político perante a sociedade, o PV diz não ao entreguismo, à irresponsabilidade e à falta de transparência com o dinheiro público!”.

PV de Gramado se posiciona sobre quantidade de vereadores na Câmara Municipal


A executiva de Gramado representado pelo Presidente Marcos Taron, se reuniu na ultima sexta-feira 13/05 na Câmara de Vereadores de Gramado, atendendo a pedido do Presidente da casa o Vereador Giovane Colorio (PP) para debatermos o números de vereadores para a próxima Legislatura, hoje cidades ate 50.000 habitantes podem ter até 13 vereadores, hoje Gramado conta com apenas 9 vereadores, foi proposto pelo Presidente da casa que as executivas se reunissem com seus correligionários para debater a proposta e voltarmos a nos reunirmos em junho onde o presidente deve ouvir as propostas e formalizar um projeto de Lei que altere o numero de Vereadores, existe um divisão de opiniões alguns Partidos defendem o numero de 11 vereadores e outra linha defende 13, " hoje Gramado tem apenas 4 Partidos representados na Câmara de Vereadores  ( PP, PMDB, PSDB, PT ) nos defendemos que o numero de vereadores seja elevado para 13 dando oportunidade de novos Partidos representar a comunidade Gramadense em suas idéias e ideologias, e assim oxigenando a Politica atual defendo o presidente do Partido Verde de Gramado

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Julio Wandam entrega presente de artista tapense para Marina Silva


No encontro da Transição Democrática, em Porto Alegre no dia 30 de abril, a ex-Ministra do Meio Ambiente e liderança Verde do Partido Verde nacional, recebeu do Movimento Ambientalista Os Verdes do Rio Grande do Sul, uma obra do artista plástico Silvio Rebello, que foi entregue pelo ambientalista Julio Wandam.

Marina agradeceu o presente e de saber da admiração do artista por sua atuação política.

Em outras oportunidades, o Movimento adquiriu obras do artista para homenagear pessoas importantes, como Paulo Villas-Bôas, da Fundação "Expedição Villas-Bôas pelo Brasil", do Pará e Liana Utinguassú, liderança na REDE Yvy Kuraxó, parceiras da REDE Os Verdes desde 2008.

O trabalho do artista, pode ser encontrado em várias partes do mundo, e detalha em cores e formas de expressão uma cultura ancestral da Mãe África, com muito significado pela energia que emana.

Mais informações sobre o trabalho do artista, podem ser conferidas em matéria do Jornal Regional de Notícias, que atende a região da Costa Doce e Serra do Herval, na região sul do RS.

Fonte: REDE Os Verdes

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Nota Oficial do Partido Verde sobre as acusações do Deputado Aldo Rebelo

Ontem este Plenário foi palco de uma situação aviltante para esta Casa. O Relator do projeto que altera o Código Florestal, o Deputado Aldo Rebelo, fez uma acusação caluniosa e injusta a uma das pessoas de maior respeitabilidade nesse País – a ex-senadora e ex-ministra Marina Silva.

Na verdade, o Deputado foi duplamente injusto. Primeiro, acusou Marina Silva de usar seu twitter para dizer que o Deputado Aldo Rebelo havia fraudado o seu relatório. É uma inverdade. O Deputado foi mal informado. Marina disse que ele havia apresentado seu relatório e que nele havia “pegadinhas”. Em momento algum referiu-se a fraude. E ela tinha toda a razão. Havia pegadinhas, sim. Não apenas uma, mas várias, como troca de palavras para induzir esse Plenário a erro e desaparecimento de artigos inteiros.

Porém, o mais grave veio a seguir. O Deputado Aldo Rebelo, em uma demonstração de desequilíbrio e falta de preparo para o exercício de função tão importante, acusou o marido de Marina Silva de “fraudar o contrabando de madeira”. Mais uma inverdade. E pior, nesse caso ele não foi mal informado por assessores ou qualquer outra pessoa. Ele sabe que não é verdade.

Quando Marina Silva era Ministra do Meio Ambiente e combatia corajosamente o desmatamento ilegal da Amazônia e os crimes ambientais em todo país, foi alvo de calúnias, denúncias vazias e dossiês apócrifos, por parte daqueles que eram punidos pela ação do estado. O objetivo dessas ações era deter Marina Silva e parar o trabalho de investigação e combate a tais crimes. Na maioria dessas investidas, buscava-se envolver o nome do marido da ex-senadora. Um exemplo disso foi a tentativa de distorcer uma ação exemplar de destinação de centenas de toras de mogno apreendida, que Marina Silva comandou, quando Ministra do Meio Ambiente, logo no início de sua gestão.

O Ministério do Meio Ambiente havia feito um convênio com uma entidade da sociedade civil, a FASE, para dar destinação ao mogno apreendido na gestão anterior. Convênio aprovado pelo Ministério Público e chancelado por um Juiz Federal, pois a apreensão estava ajuizada. Com os recursos obtidos com a comercialização da madeira foi criado um Fundo que apoia projetos socioambientais na Amazônia. A comprovação da correta destinação dos recursos está disponível na internet para o escrutínio de todos e conta ainda com o permanente acompanhamento do Ministério Público Federal.

E o que o marido da Marina, Fabio Vaz de Lima, tinha com esse caso? Nada, absolutamente nada. Acusaram-no de participar indiretamente desse convênio como Secretário Executivo do GTA – Grupo de Trabalho Amazônico, uma rede de mais de 600 entidades da Amazônia à qual a FASE é ligada. Mas o marido da ex-Ministra, já havia deixado a instituição há quatro anos.

Denúncia vazia, covarde, feita por criminosos que queriam vingança contra quem comandava a ação do Estado para impor a Lei. Jornalistas investigativos de renome na mídia nacional foram apurar esses fatos à época e ficou evidente que a acusação era infundada. E o Deputado Aldo Rebelo sabia, pois, quando esses mesmos criminosos tentaram levar essa calúnia à CPI da Biopirataria, todos os fatos foram a ele relatados, como Líder do Governo à época, para evitar que esta Casa fosse usada para a ação de vingança de criminosos.


Portanto, Sr. Presidente, a bancada do PV quer deixar registrado esse Ato de Desagravo à ex-Senadora e ex-Ministra Marina Silva, atacada covardemente contra o que ela tem de mais caro – a sua honra. Entendemos que o ataque desferido por Aldo Rebelo contra a honra de Marina Silva e seu esposo atinge também a todo homem e mulher de bem de nosso país, todos que prezam e defendem a ética e a justiça nas relações humanas e, sobretudo, no espaço da política e da atuação do Estado. Portanto, nossa iniciativa não se destina a desagravar apenas essas duas pessoas, mas valores e princípios que devem ser a base de toda nossa organização social.

Bancada do PV na Câmara dos Deputados e Partido Verde

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Confesso que assisti

A gente faz coisas estranhas na vida, que não tinha planejado fazer, nem imaginava um dia confessar para os outros. Confesso que assisti a uma sessão da Câmara Federal, em tempo real pela internet, até o fim. Das coisas estranhas que vi, veio a vontade de contar para alguém. Obrigado por não ter parado de ler ainda.

Primeiro, as galerias vazias, o população não teve acesso a assistir aos debates ao vivo, portanto nem de se manifestar. Os deputados falando o tempo todo em nome do “povo”, mas eram eles mesmos – os blocos de deputados – quem se aplaudiam e se vaiavam reciprocamente. Assunto polêmico: alterações propostas no Código Florestal.

O líder do partido do governo revelou, então, que sua bancada se retiraria da votação (que ficaria adiada) porque o relator (Aldo Rebelo) havia feito alterações em algumas palavras após o acordo de líderes no texto que seria levado à votação.

Na sua vez de falar, o relator apelou para o ataque, “denunciando” que no twitter a ex-senadora Marina estaria dizendo que ele havia “fraudado” o texto; a partir daí, ele passou a fazer acusações contra o marido dela. O projeto que seria ou não votado, as alterações que foram ou não feitas após o acordo, viraram então assunto pessoal, Aldo versus Marina. Jogo de cena? Baixaria? Em horas assim lembramos porque as pessoas não gostam de política. Ou porque algumas gostam, é claro, tem gosto pra tudo.

Para fechar a noite (e aliás, já à meia-noite), o presidente da Câmara foi “ameaçado” pela oposição de que haveria “revanche” contra projetos do governo que precisassem de quorum, já que a base governista retirara o quorum (após a troca de palavras do texto, pelo relator). Como se chamaria isso, justiça, retaliação, chantagem explícita ?

Confesso que assisti a tudo isso (ainda tem alguém lendo, a essa altura?), movido por um sentimento de “dever cívico”, sabe lá o que é isso? Tipo aquele pensamento de que “as pessoas que não gostam de política são governadas pelas que gostam”. Você pode não acreditar, eu confesso que assisti mas não gostei, só suportei por um “senso de dever”. Que é saber, afinal, o que pretendem fazer com o nosso futuro – começando por assistir o que pensam nossos políticos, para depois avaliarmos o que podemos fazer com isso.

Montserrat Martins

domingo, 8 de maio de 2011

Saúde, Meio Ambiente e Prevenção discutido no Partido Verde


O Partido Verde de Campo Bom realizou neste sábado (7), o Seminário sobre Saúde que tratou dos graves problemas que envolvem o setor nesse município. O evento contou com a participação da comunidade campo-bonense, destacando a presença dos estudantes do ensino médio da cidade. Os temas abordados foram a Saúde e a Prevenção, palestrada pelo professor Valdemir de Lima Fernandes; a Saúde e o Atendimento em Campo Bom, palestrada pelo médico e especialista em saúde pública Dr. Edson Prado Machado e; por fim, a Saúde e a Relação com o Meio Ambiente, palestrada pelo Doutor e Professor Antônio Libório Philomena. Ao final dos trabalhos, devido à importância do tema e pelo interesse dos presentes, o Partido Verde decidiu que vai promover outras ações práticas para resolver e atender as reivindicações exigidas pelos usuários do setor público de saúde. “A Saúde é um assunto urgente e de interesse público e não podemos mais adiar as decisões”, concluiu o presidente da executiva municipal do Partido Verde Rogério Lavarda ao encerrar o evento.


Raquel Vieira
Comunicação PV Campo Bom

sexta-feira, 6 de maio de 2011

O PATRIARCA E A LOCOMOTIVA

Um mês após a noticia de uma crise interna que eclodiu na direção do PV Nacional, desembarcou em Porto Alegre a Ex-Senadora Marina Silva, líder do chamado Movimento de Transição Democrática, que pretende alterar o Estatuto do Partido Verde, torna-lo mais democrático.

Estive com a Marina algumas vezes em Porto Alegre, ela parece ter a determinação de uma locomotiva, segue sua trajetória sem desvios, visa inexoravelmente seu destino e trás consigo incontáveis adeptos que lotam os seus vagões entoando versos.

Também estive com o Presidente Penna, somente uma vez, em Natal – RN, a impressão que tenho dele é a de um patriarca, de barba e cabelos brancos, muito tranquilo e ponderado, experiente, confiável, aglutinador.

Marina declarou que não quer a presidência do PV, mas apoia o movimento que pretende uma reestruturação do partido, o Presidente Penna declarou que não quer perpetuar-se na direção do PV e que por decisão da Executiva Nacional, está legitimado no cargo até 2012, ano em que acontecerá a Convenção Nacional do partido,disse ainda, que nunca teve oponentes para o cargo de presidente da sigla.

O fato é que, se existe uma crise esta tem relação com o crescimento do PV Brasileiro, com interesse que o eleitorado e até mesmo a classe politica, têm demonstrando pela sigla e seu programa de governo.

Também é fato que os Partidos Verdes do Mundo crescem em tamanho e popularidade, pois ante as tragédias ambientais em nível global, serão a porta de entrada para a era do desenvolvimento sustentável e da preservação planetária.

Bem vinda seja a “locomotiva verde”, bem dito seja o “patriarca verde” e que ambos encontrem o caminho da união em favor do crescimento do Partido Verde Brasileiro.

Júlio Faria Corrêa- Secretario de Finanças do PV de Porto Alegre

Verdes Philomena e Valdemir ( Pardal ) palestram em Campo Bom

O evento organizado pelo Partido Verde de Campo Bom, tem o tema Saúde a relação com o Meio Ambiente.


O SEMINÁRIO SOBRE SAÚDE vai acontecer no dia sete de maio de 2011, às 9hs, na Câmara Municipal de Vereadores de Campo Bom, Rua Lima e Silva, Nº 68, Centro.


PALESTRANTES:


9h - Valdemir de Lima Fernandes (membro da Cruz Vermelha): Palestra Saúde e Prevenção.

9h45min - Dr. Edson Prado Machado (médico especialista em Saúde Pública): Palestra Saúde x Atendimento em Campo Bom.

10h50min - Dr. Antônio Libório Philomena (doutor e professor em Ecologia): Palestra A Relação entre Saúde e o Meio Ambiente.

11h25min – Interação entre o Público e os Palestrantes:


Perguntas e Respostas.

Participe!

terça-feira, 3 de maio de 2011

Verdes acamparam no escritório do Presidente da Câmara Federal, querem adiamento da votação do Código Florestal


A chuva e o frio desta segunda-feira 02 de maio não afastou um grupo de verdes que fez uma vigilia em frente ao escritório político do presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia. O Objetivo dos verdes era entregar um documento solicitando o adiamento da votoção do Código Florestal que ocorre nesta terça-feira. O grupo ia se revezando durante o dia até a noite aguardando o retorno do presidente da câmara pois o mesmo já estava ciente da intenção dos ambientalistas. Maia que foi receber uma homenagem no interior do RS, seguiu para Brasília sem atender a manifestação dos ambientalistas.Para os verdes a alteração no Código Florestal ampliará a devastação das florestas atingindo toda  forma de vida a ela relacionada. A noite em entrevista as rádios do RS o presidente da Câmara disse que o descontentamento é de um grupo radical de ambientalistas. O grupo considera o ato um direito de estado democratico já que a manifestação foi passifica. Classificou a atitude do parlamentar de desrespeito aos cidadões ao não atender a comunidade quando ela o procura.

domingo, 1 de maio de 2011

Pelo adiamento da votação do Código Florestal

O presidente da Câmara dos Deputados, Deputado Marco Maia, disse à imprensa que colocará o relatório do Deputado Aldo Rebelo que propõe mudanças viscerais no Código Florestal Brasileiro em votação na próxima terça-feira, dia 3 de maio. O relator confirma que apresentará o texto final na próxima segunda-feira, dia 2, para que a votação ocorra no máximo até quarta-feira, dia 4. Sem tempo para a sociedade analisar e se manifestar sobre a proposta.

A falta de transparência e o açodamento na votação não são coerentes com a democracia em que vivemos, com a importância e o aprofundamento que o tema merece. Não existe consenso ainda na proposta defendida pelo relator. Por isso, mais uma vez, é necessário que os cidadãos se manifestem sobre o que está sendo feito em seu nome.

O Código Florestal diz respeito a todos nós. É a principal lei que protege nossas florestas e biodiversidade. Já perdemos 93% da Mata Atlântica, mais da metade do Cerrado e da Caatinga e quase 20% da Amazônia. As perdas de florestas são tão assustadoras em todo o mundo que a Organização das Nações Unidas (ONU) definiu 2011 como o Ano Internacional das Florestas. A intenção é fazer uma convocação aos governos, empresários e cidadãos do mundo para a responsabilidade de recuperar as áreas já degradadas e protegermos adequadamente o que ainda nos resta.

Padecemos também de graves problemas de contaminação dos rios e aquíferos por agrotóxicos e adubação excessiva. E para piorar, a maior parte de nossa contribuição para o agravamento da crise climática vem da forma como produzimos carne e grãos, ou seja, de como usamos nossas terras e florestas. Fontes que respondem por quase 70% das emissões de gases de efeito estufa.

Na última década conseguimos importantes conquistas na luta contra o desmatamento. O ritmo de destruição da Amazônia caiu cerca de 70% nos últimos seis anos, evitando que fossem lançadas na atmosfera mais de quatro bilhões de toneladas de CO2. Em decorrência disso, o Brasil pode criar uma Política Nacional de Mudanças Climáticas e assumir compromissos de redução das emissões de gases de efeito estufa. Metas assumidas pelo Brasil na Conferência de Copenhagen pelo próprio Presidente Lula.

Mas esses promissores resultados são apenas o começo de uma mudança gigantesca que precisamos fazer para conseguir desenvolvimento com sustentabilidade. Podemos fazer nossa economia crescer, mas sem destruir nosso meio ambiente. E a maior garantia que a sociedade pode ter de que continuaremos avançando é a existência de uma forte governança ambiental no país, da qual o Código Florestal é o principal esteio. Ele estabelece os limites para o uso do nosso solo, de modo a permitir que todas as atividades econômicas possam acontecer de forma cuidadosa para preservar a qualidade de vida de todos nós e das próximas gerações.

No lugar de discutir a atualização do Código Florestal para diminuir a proteção das florestas e conferir anistias aos que descumpriram a lei, deveríamos debater uma política florestal que melhore a proteção das florestas, que crie políticas de incentivo para promover o desenvolvimento do setor agrícola e florestal e a geração de empregos e melhoria da renda no setor rural numa escala muito maior. E, obviamente, discutir os ajustes necessários e as políticas de apoio para que os produtores possam superar os passivos ambientais e para que nossa agricultura possa ganhar em qualidade.

Somos uma potência ambiental, detemos mais de 20% das espécies vivas conhecidas, 11% da água doce e a maior floresta tropical do mundo, que produz mais de 20 bilhões de toneladas de água por dia, além de uma rica diversidade de biomas. É essa riqueza natural que nos permite ser um dos campeões mundiais de produção agrícola.

Não podemos decidir sobre o futuro de nosso desenvolvimento dessa forma. A dificuldade de se chegar a um consenso entre o governo e o relator do projeto, a falta de transparência e participação social com que ambos estão discutindo demonstram, claramente, a falência desse tipo de negociação. Os cientistas nacionais estão clamando por participação, assim como os agricultores familiares, entidades ambientalistas e profissionais de vários setores.

Todas essas razões me levam a fazer um apelo à Presidente Dilma Rousseff e aos deputados pelo adiamento, por alguns meses, da votação anunciada para a semana que vem. Para tanto, poderíamos adiar o prazo de averbação da reserva legal previsto para 11 de junho, de forma que tenhamos um ambiente menos açodado para o diálogo.

Marina Silva, 53, ex-senadora do Acre pelo PV, foi candidata do partido à Presidência da República em 2010 e ministra do Meio Ambiente do governo Lula (2003-2008)

sábado, 30 de abril de 2011

Câmara de Vereadores de Porto Alegre lota para ver Marina Silva


A atividade do Movimento de Democratização no PV liderada por Marina Silva, ganha adeptos no RS. A Câmara ficou lotada com lideranças do PV RS. A maior parte dos verdes do estado que já haviam se posicionado pela democratização do PV antes mesmo da chegada de Marina ao Partido Verde se manifestaram a favor de eleições diretas de seus dirigentes. A chamada Carta de Gravataí engrossava a lista de verdes insatisfeitos pela forma que eram escolhidos suas lideranças em 2009. O dispositivo de escolha era uma forma do PV proteger a sigla de pessoas não alinhadas as diretrizes partidárias. Hoje o Partido Verde cresceu e está em um momento de evolução democrática é oque entendem os integrantes do Movimento de Democratização dos Verdes. A ex candidata a presidente reconhece a contribuição de lideranças do passado, mas entende que o processo precisa evoluir no presente. Luta neste momento para que acordos firmados com as lideranças nacionais no momento de seu ingresso na sigla sejam contemplados, entre os quais uma adequação programatica e eleições de seus dirigentes.
Até que enfim agradeceu o empenho dos verdes gaúchos que suaram a camiseta durante a campanha, já que as candidaturas proporcionais foram prejudicadas, pois parte dos espaços de propaganda eleitoral gratuíta de TV dos deputados federais e estaduais foram ocupados pela candidata durante as eleições, hoje fazem falta as candidaturas municipais uma votação mais expressiva aos candidatos da sigla para firmarem suas candidaturas. Marina foi cobrada quanto ao retorno aos seus pares durante reunião reservada com membros da Executiva Estadual do RS. A evolução deve ter duas vias. É a democracia.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

O PV Canoas está com nova sede

Faça-nos uma visita.

Você que como nós se indigna com as injustiças sociais, com a falta de oportunidades para todos e com a depredação do meio ambiente de nossa cidade e do mundo.

Faça como nós filie-se ao Partido Verde.

Esse é o endereço da Sede do Partido Verde de Canoas / RS

Rua Tiradentes, nº 17 sala 06 centro de Canoas

Pres. PV Canoas

Sec. Org. Região Metroplitana PV/RS

Cristiano Moraes

Preserve vida verde em Canoas

segunda-feira, 25 de abril de 2011

PV de Esteio se articula visando 2012



O presidente da Câmara de Esteio, Luiz Duarte(PTB) recebeu, na tarde desta quinta-feira (14), no gabinete, o representantes do Partido Verde (PV). Na oportunidade, o presidente Valmir Rodrigues da Silva e o Vice Giovani Streletcki , além do ex-vereador Mário Jobim, aproveitaram para falar sobre as eleições municipais e a intenção de criar uma mobilização visando uma futura aliança. De acordo com Duarte a idéia é realizar um seminário com partidos de porte médio para defender políticas que definam o que é melhor para Esteio com propostas formatadas pelos partidos médios e  menores. "Precisamos discutir e construir propostas que possam fazer parte do plano de governo", destacou.

domingo, 24 de abril de 2011

Marina no RS - Encontro de Marina com integrantes do Movimento de Transição Democratica RS


Confirmado a presença de Marina Silva com a caravana democrática em Porto Alegre dia 30/04 as 14hs na sala Ana Terra na Câmara de Vereadores de Porto Alegre.




MTD PV/RS

terça-feira, 19 de abril de 2011

Augusto Carneiro receberá homenagem representando AGAPAN

Vasconcelos e Carneiro


Período de Comunicações da AGAPAN

Quando: Segunda-feira (25/4)

Horário: às 14h

Local: Plenário Otávio Rocha da Câmara Municipal (Av. Loureiro da Silva, 255, Porto Alegre, RS)

Homenagem aos 40 anos da AGAPAN

Fundada em 27 de abril de 1971, a Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (AGAPAN) foi a primeira entidade ecológica do Brasil, tendo sido criada antes mesmo do Greenpeace. Desde então, sempre esteve envolvida nas principais lutas ambientais do Estado e do País.

Em homenagem a seus 40 anos, o vereador Beto Moesch (PP) propôs uma distinção especial à associação na sessão plenária da próxima segunda-feira (25/4), às 14h. Um representante da entidade falará na tribuna sobre a história da instituição, e os parlamentares também terão apartes. A esse espaço chama-se Período de Comunicações.
Augusto Carneiro também é filiado ao Partido Verde, junto com Hilda Zimmerman  militavam a favor da natureza com Lutzenberger.
Compareça e prestigie a AGAPAN, essa entidade que tanto contribui para nossos avanços socioambientais!

Serviço:

Período de Comunicações da AGAPAN

Quando: Segunda-feira (25/4)

Horário: às 14h

Local: Plenário Otávio Rocha da Câmara Municipal (Av. Loureiro da Silva, 255)

segunda-feira, 18 de abril de 2011

O CÓDIGO FLORESTAL E A BIODIVERSIDADE

A lei 4.771 de 15 de setembro de 1965, o Código Florestal Brasileiro, defende a ideia em que as florestas e demais formas de vegetação são bens de interesse comum do povo brasileiro, que podem sobre estas exercer o direito de propriedade, no entanto este direito não é pleno, mas limitado pelo próprio código e por outras leis. (art. 1º)

Para tornar possíveis estas limitações, surgirão então os institutos da Área de Preservação Permanente – APP e Reserva Legal.

No entanto antes de saber qual a metragem destas áreas, entendo que mais importante é saber as razões que, em primeira análise, motivarão a criação de uma APP ou de uma Reserva Legal e mais que isso, saber se o dispositivo jurídico sugerido, de fato dá à condição ambiental necessária à preservação dos recursos naturais reconhecidos como de relevância para a vida.

Art.1º,§ 2º inciso II - Para os efeitos deste Código, entende-se por área de preservação permanente: área protegida nos termos dos arts. 2o e 3o desta Lei, coberta ou não por vegetação nativa, com a função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica, a biodiversidade, o fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem-estar das populações humanas.

Analisando somente o aspecto da biodiversidade, o problema é que, a quantificação e a qualificação das espécies que ocorrem em uma determinada área, são fundamentais para determinar prioridades de conservação biológica, daí se conclui que a simples delimitação de uma área, como determina o atual Código Florestal e novamente o projeto em tramitação, não garante a preservação da biodiversidade, em outras palavras falta embasamento teórico para a delimitação das APPs e Reservas Legais.

A diversidade biológica definida como a variedade e a variabilidade existente entre os seres vivos, pressupõe a ocupação do espaço físico e a concentração de espécies dentro deste espaço, o numero de espécies em um determinado local revela a riqueza de espécies.

A diversidade biológica esta associada à distribuição dos indivíduos, que está associada a capacidade de suporte da cadeia alimentar, entre outros fatores considerados como força seletiva.

A complexidade da questão envolvendo a biodiversidade carece de uma melhor interpretação e impõe à inclusão de um Programa de Conservação da Biodiversidade, contemplado neste novo Projeto do Código Florestal, que considere as especificidades da fauna e da flora locais, este poderá ser exigido quando da averbação da Reserva Legal, por exemplo, realizado por técnicos do MMA ou dos órgãos ambientais, estaduais e municipais, sem custo para o agricultor.

A discussão sobre a reforma do Código Florestal ainda está aberta e deve ser direcionada no sentido da qualificação e da inclusão de novos dispositivos que somados aos já existentes sejam efetivos na preservação do meio ambiente

Júlio Faria Corrêa

Secretário de Finanças do PV de Porto Alegre

sábado, 16 de abril de 2011

E QUANTO É QUE EU VOU LEVAR NISSO? ...

Desculpem os prezados leitores, mas estamos enojados ante tantas notícias envolvendo instituições, servidores e autoridades públicas em escancarados mau-caratismo e funestas ações desvinculadas de qualquer interesse público. São viagens, vantagens e mordomias inescrupulosas, diárias, passagens, salários desproporcionais, malversação do dinheiro público, acúmulo e precocidade de aposentadorias, indenizações contra o Estado, gastos desmedidos, obras com valores descontrolados, licitações direcionadas, etc, etc.É um “viva la Pátria”, precisaríamos de folhas para descrever o tamanho da voracidade contra os erários públicos. Que prejudicam, sim e muito, os serviços públicos essenciais às comunidades. Por princípio, não se culpe a Imprensa por veiculação de tais fatos, porque ela apenas está cumprindo seu inequívoco papel de informação daquilo que acontece, e não participa de sua criação. Nossa tênue democracia está viciada não apenas na corrupção visível do comportamento de tantos políticos e administradores públicos. Ela está ainda mais corrompida pela invisível prática corporativa de defender os interesses de indivíduos e/ou grupos, sem a menor consideração sobre os interesses do conjunto da Nação. E a realidade nos mostra que pouco estamos preparados para a liberdade, pois nos falta a responsabilidade adjacente e o compromisso com o coletivo. É uma questão cultural. O País sofre como um todo porque a qualquer preço membros ignorantes (ambos os sentidos) de nossa so(a)ciedade adonam-se, através de seus mandatos, dos recursos e posições que não lhes são devidos em definitivo. No mundo todo, disseminou-se o individualismo, o egocentrismo e a competitividade por poder e riqueza. Mas especialmente aqui não há limites para assenhorio de haveres públicos. São generalizadas as práticas corruptivas que contaminam as nossas instituições. Não há isenções: Executivo, Legislativo e até (quem diria!) o Judiciário estão no mesmo compasso. Na Federação, nos Estados e nos Municípios. E todos sabemos por que: há um pensamento tresloucado de que os bens públicos a rigor não pertenceriam a ninguém e, como tal, podem ser manipulados ao bel prazer de pessoas e/ou corporações com interesses específicos, julgando-se donos de todos os recursos, apropriando-se ou esperando se apropriar do máximo que puder, mesmo que isto aniquile com o País. Diz-se à boca pequena: “Interessa o que é meu ou do meu grupo, o resto que se dane”. A Política e as Políticas, tais como estão sendo propostas e conduzidas, não estão necessariamente atreladas aos interesses da nacionalidade. Estamos cegos pelo imediatismo e consumismo materialista que apontam para o esfacelamento do tecido social. Diferentemente do que acontece na esfera privada – na outra ponta de interesses concentrados -, os funcionários da esfera pública estão protegidos por uma estabilidade que os proporciona alienar-se e descomprometer-se (o salário está garantido...) com sua notável missão de serviço público, como deveria se esperar. Como crer nas Instituições Públicas dessa forma? Muitos se dizem aviltados com a corrupção e a baixeza dos políticos. Eles são tão somente um reflexo da nossa deseducação cultural, que promove ídolos, admira safados, prestigia belos (!?) discursos verborrágicos enganadores. Ou será que a maioria das pessoas deste País não faria as mesmas coisas que os larápios e usurpadores oficiais: mentiriam, roubariam, corromperiam? Tudo pela sua conveniência! É isto que está na cabeça dos brasileiros, com exceções, evidentemente. Entretanto, não basta reclamar e indignar-se. Não podemos continuar com esta mentalidade. Absurda e costumeiramente habitual. Se a malha institucional está doente, tratemos de não alimentar o câncer que se espalhou. O melhor seria extirpar o núcleo cancerígeno, mas são tantos..., só uma cirurgia radical o faria. O exemplo deveria vir de cima, porém como quem está lá quer manter seus privilégios e mordomias, nos resta a mudança por um processo mais lento, no entanto, eficaz que é a Educação. Isso se os professores e abnegados de plantão entenderem que é seu/nosso desiderato e DEVER, contra quem quer que seja, a proliferação da cultura da honestidade, da cooperação, do bem e da justiça. Sem o que não teremos Paz. Aliás, tema para outra conversa. Afinal, aceitamos o desafio? Mas o que é vamos ganhar com isto, mesmo?

Vitor Azubel – colaborador

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Marina Silva Virá ao RS dia 30 de Abril

Marina Silva virá ao RS dia 30/04. É o que está sendo divulgado entre os verdes. A agenda faz parte de uma peregrinação que a verde Marina esta fazendo pelo Brasil, se reunindo com verdes que também estão engajados na democratização interna da sigla. O local esta sendo definido, serão sondados a  Assembléia Legislativa do RS e alguns auditórios de Universidades da capital gaucha para a palestra da ambientalista. A ícone verde constuma concentrar um bom público em suas palestras, será a primeira vinda depois das eleições, é sempre esperada com entusiasmo pelos simpáticos da causa verde defendida competentemente por Marina Silva nas eleições de 2010, fez quase 20% dos votos com a ajuda dos verdes do Brasil.

Partido Verde de Santa Maria Debate Eleições 2012

A Comissão Executiva do PV de Santa Maria realiza Reunião Debate sobre Eleições Municipais, no próximo sábado, 16 de abril, na Sala de Reuniões da Câmara de Vereadores, com início previsto para as 15 horas.

Com essa iniciativa, o partido estará dando o pontapé inicial na discussão sobre o pleito de 2012.

O objetivo da legenda é preparar-se com antecedência, visando à conquista da primeira Bancada Verde no Legislativo Municipal.

O convite é dirigido a todos os membros da Comissão Executiva, filiados e simpatizantes da sigla.

Atenciosamente

Luiz Figueiredo

Presidente da Comissão Executiva Municipal do PV/SM

Boletim do Vereador Verde Ricardo Canabarro


terça-feira, 12 de abril de 2011

2011, O ANO INTERNACIONAL DAS FLORESTAS!

A Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) declarou 2011 como o Ano Internacional das Florestas,

As florestas cobrem 31% de toda a área terrestre do planeta e têm responsabilidade direta na garantia da sobrevivência de 1,6 bilhões de pessoas e de 80% da biodiversidade terrestre.

Pela importância que têm para o planeta, elas merecem ser mais preservadas e valorizadas,

O mundo perdeu, entre os anos de 2000 e 2010, em torno de 130 milhões de hectares de florestas, sendo mais de 40 milhões de florestas primárias. As maiores perdas ocorreram na América Latina e na África.

Em torno de 60% de todas as espécies da biodiversidade vegetal e animal do planeta se encontram neste ecossistema.

Em caso de desmatamento, a perda é imensa, pois a biodiversidade é tão localizada e variável que, ao fazer uma queimada, podem ser destruídas espécies que jamais foram conhecidas ou catalogadas.

O futuro da humanidade passa indiscutivelmente pelas florestas e sua comunidade de espécies que habitam em seu redor; cabe a nós rever nossos conceitos e atitudes em relação as florestas, Ou...

Jânio Alberto Lima
Presidente do Partido Verde Alegrete RS

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Verdes de Rio Grande pela democracia

Neste domingo, as 15h o PV Rio Grande realizou uma atividade pública pela democratização do Partido Verde e de apoio a Marina Silva.


O grupo no início das atividades no Cassino.

Verdes do Movimento Marina Silva de Pelotas também compareceram ao ato político.

domingo, 10 de abril de 2011

Usinas Nucleares


A questão das usinas nucleares, em minha opinião (Ricardo Hodara) -


Programa de curto prazo, tático e emergencial de 9 (NOVE) itens:

1) Implementar medidas imediatas de embargo legal dos canteiros de obras que porventura já tiverem saído do papel, e que estejam fora da região de Angra

2) Estabelecer perímetro legal, por decreto, de área de máxima segurança, inclusive militarizado, ao redor de Angra, com área de total exclusão de tráfego, terrestre, marítimo e aéreo, incluindo imediata relocação de pessoal, e habitações civis da região.

3) Criação de reserva ecológica nacional equivalente ao perímetro de isolamento ou maior.

4) Criação de equipe especializada em bacias anti-melting, solidificação e resfriamento de lixo atômico acidentado, e também especializada em construção relâmpago de sarcófago nuclear - equipe permanente de contenção de acidentes graves. Deve habitar no local.

5) Liberação de apenas aquela área para as 17 ou outras usinas programadas pelo governo via restrição de concessão à eletrobras (Se não conseguirmos isso no congresso nacional, rapidamente, convocar plebiscito nacional sobre a proibição ou moratória de 20 anos para toda as usinas nucleareas brasileiras).

6) Implementar na mídia através do Partido, o slogan criado por mim - e aberto a sugestões modificadoras ou supressoras de todos os membros filiados: "Energias limpas, difunda. Energias sujas ou perigosas, concentre"

7) Obter salvaguardas constitucionais, por emenda, para garantir transmissão de energia eletrica de matriz nuclear, exclusivamente em longa distância, e a partir de um único centro gerador, à semelhança de Itaipu.

8) Garantir, ato contínuo, a consequente proibição institucional e constitucional da proliferação de usinas nucleares de qualquer tipo ao longo da malha de transmissão civil.

9) Determinar que o uso de reatores e geradores nucleares móveis (autônomos, incluindo subaquáticos), ou outros utensílios nucleares de qualquer natureza, inclusive lixo atômico, serão confiados exclusivamente ás forças armadas, sob supervisão de técnicos civis e militares e empresas terceirizadas de gabarito internacional, ligados diretamente ao gabinete da presidência e ao conselho de justiça, e atuando sob juramento profissional e sob as penas da lei.

Integrantes do PV do RS querem abertura democrática na sigla


Os integrantes do Partido Verde reunidos neste domingo 10/04 em Canoas produziram um documento afim de propor abertura democrática para escolha de suas lideranças. O evento contou com as presenças de diversas lideranças do PV RS que propuseram o fortalecimento do PV através de dispositivos que fortaleçam o Partido Verde. A instituição partidária tem que ser fortalecida e não ficar refém de nomes, para servir a função de agente transformador da sociedade.

Em 10 de abril de 2011, na cidade de Canoas/RS, representantes de dez executivas municipais e filiados do Partido Verde, reuniram-se, conforme lista anexa, e criaram o MOVIMENTO DE TRANSIÇÃO DEMOCRÁTICA DO RIO GRANDE DO SUL, cujo intuito é dar andamento ao processo de democratização interna para construir um partido com direito a voz e voto nas questões políticas, partidárias e organizacionais com objetivo de realizar eleições diretas em todos os níveis partidários e estimular a participação dos filiados.

Neste ato, marcaram o dia 16/04/2011 na Câmara de Vereadores de Porto Alegre, das 9h as 12h para realização do Seminário a respeito da reforma do Estatuto e da atualização programática.

Assinam este ato os fundadores:

Airson Felipe Rodrigues Marta

Albano Valério

Alex Sandro Dorneles Martins

Alexsandro Fonseca

Alfeu Valério Iamin

Alvarino de Mello

Ana Elisa Prates

Camilo Pereira Soares

Catiuscia Marques

Christine Nazário da Cunha Cadore

Cristiano Moraes

Daciane Becker

Dóris Lea Schlattel

Dóris Lea Schlatter

Eduardo dos Santos Fontoura

Eliane Carmanim Lima

Elisabete Beatriz Facco

Elizete Santos de Souza

Gabriel Gonçalves da Silva

Giovane Gomes

Gisele Uequed

Igor Dorneles Martins

Jairo Santos de Souza

Julio Cesar Fonseca Vitoria

Karyne Machado Valeio Iamin

Larissa Santos

Luciano Perlin Müller

Luciano Reis de Mello

Marco Antonio dos Santos (Mikonga)


Marcos Aurélio Taron

Maria Madalena Taron

Mario Jobim

Montserrat Martins

Nalu Beatriz Machado

Nelson Vasconcelos

Nelton Vantuir Schmidt

Orodir Sebastião de Arruda

Pastora Neusa Santos

Pedro Antonio Dorneles Martins

Ricardo Holmer Hodara

Rosangela Kollert Perroco

Simone Teresinha Barcellos Machado Valério Iamin

Stefano Campos da Silva

Toninho Paz

Valdemir Lima Fernandes (Pardal)

Valmir Rodrigues

Vanessa Wigger Cardoso

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Frente de transição democratica do PV lança site

O evento será amanhã ( 09/04 ) com as Presenças de Marina, Feldmann e Ricardo Young, lançado o  Site http://www.transicaodemocratica.com/ a idéia central é construir um espaço de interação entre os Verdes para debater sobre o Futuro Comum, a participação de todos será fundamental pois o site será um instrumento de construção continua da causa,

Lançamento Oficial do Site WWW.transicaodemocratica.com, às 14 horas na Assembléia Legislativa de São Paulo.

Mais perto do que se imagina

Chocante para todo o país, o assassinato das 12 crianças no Rio é também assustador pela sensação de insegurança dos alunos, de se tornarem vítimas de violência quando menos se espera. Para evitar esse clima nas escolas, tem sido lembrado que é um episódio isolado até agora no Brasil, embora já tenha se repetido nos Estados Unidos. A carta do homicida e suicida, repleta de pensamentos grosseiramente contraditórios e delirantes, revela que o mesmo se encontrava francamente psicótico, o que é óbvio para qualquer um que a leia na internet, não necessitando ser psiquiatra para fazer esse diagnóstico. Na linguagem popular, não era um bandido (não tinha antecedentes criminais), mas era um maluco.

Essa deveria ser uma constatação tranquilizadora para as escolas, de que foi um episódio isolado de um maluco e portanto não é algo que vá se repetir tão facilmente. Mas para sermos sinceros – e aqui escrevo num espaço com um perfil majoritário de leitores adultos, suponho – a loucura não está tão distante de nós e não é tão fácil prevení-la. Poderia falar aqui do óbvio, da insuficiência do sistema de saúde pública que não dá conta da demanda de pacientes que mereceriam atenção. Mas há um problema ainda mais abrangente do que esse, que são as nossas próprias contradições culturais. Todos nos queixamos das formas de violência que sofremos no cotidiano, mas poucos se percebem como fazendo parte de alguma forma de sistema de violência – como é o caso da omissão, por exemplo. No caso desse assassino psicótico, ele não estava recebendo nenhuma forma de atenção para seus problemas porque não estava “incomodando” ninguém, estava se isolando progressivamente. Problema dele, que não imaginamos que um dia pudesse se voltar contra nós de forma tão devastadora, no processo psicótico que ele foi desenvolvendo no seu isolamento.

Há muitos livros dedicados a vender milhares de exemplares ao público leigo, com a promessa de ajudar a identificar psicopatas. Muitas vezes não são livros tão sérios, podendo cair no sensacionalismo e na rotulação simplista. Mais sérios foram os italianos que construíram um modelo de psiquiatria comunitária naquele país, para melhorar o atendimento nos postos de saúde, inclusive treinando os atendentes a lidar com os pacientes. Segundo Giovanni Jervis, um dos líderes daquela reforma psiquiática, não são os psiquiatras que notam primeiramente os sintomas de desajuste, eles são evidentes para a própria população. A diferença é que o profissional deve saber como lidar (leia-se conversar) com essas pessoas – e orientar não só as equipes de saúde como as famílias dos pacientes em como ajudá-los.

A principal questão não está no diagnóstico e sim na abordagem do problema. Para dar um exemplo prático, a tendência natural é cada um de nós tentar “curar” as maluquices que ouvimos dos outros as “corrigindo” e substituindo por verdades cheias de conteúdos... das nossas próprias incoerências. Seria cômico, se não fosse trágico, citar alguns diálogos de alguém tentando substituir as maluquices dos outros pelas suas próprias, típico por exemplo de uma crônica do Luís Fernando Veríssimo. Que aliás é quem fez o diagnóstico mais importante, o da nossa cultura como um todo, quando disse que “o nosso problema é que temos vencedores demais, basta ver no trânsito uns querendo passar na frente dos outros”.

Existem hoje abordagens capazes de re-inserir nos relacionamentos sociais pessoas com problemas de conduta ou com várias formas de problemas emocionais graves, como por exemplo a Comunicação Não-Violenta (ou Empática) e a Justiça Restaurativa, entre outras. Estão começando a ser utilizadas, inclusive, nas escolas. Mas até que uma mudança cultural ocorra – tarefa para mais de uma geração, sem dúvida – teremos de ter cuidado, sim, com as pessoas hoje invisíveis para nós, porque não nos interessamos pelos seus problemas. Por isso muitas escolas já estão pedindo apoio da Guarda Municipal das suas cidades, para sua segurança mais imediata.


COMPORTAMENTO Montserrat Martins

quarta-feira, 6 de abril de 2011

TRIBUNAL FEDERAL DERRUBA LIMINAR QUE IMPEDIA CONTINUIDADE DO PROJETO BELO MONTE

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região, derrubou a liminar que impedia a continuidade da construção da Usina de Belo Monte.

E agora o que o desastre se aproxima, o que fazer ?

Este projeto tem a aparência de um Tsunami, vai destruir tudo o que encontrar pela frente, a floresta, a biodiversidade, as terras e os povos indígenas, as comunidades ribeirinhas e até mesmo o clima da região.

Há tantas opções para gerar energia, a biomassa, a solar, a eólica, o biocombustível, entre outras, mas há somente uma alternativa para salvar o planeta e esta é a preservação das florestas.

O planeta e todos os seus habitantes dependem da Floresta Amazônica, esta presta um serviço inestimável em relação à manutenção do clima, às emissões de carbono, à preservação da vida e das espécies, somente uma floresta do tamanho da Floresta Amazônica, a maior floresta tropical do mundo, pode prestar este serviço.

Os números do Tsunami Amazônico

- uma extensão de 100 Km do Rio Xingu será ocupada; em consequência a região sofrerá uma significativa mudança no clima e na temperatura.

- 516 quilômetros quadrados de floresta ficarão submersas; em consequência o ecossistema será alterado.

- 40.000 índios de 9 etnias serão retirados de suas terras e inúmeras comunidades ribeirinhas, quilombolas e rurais perderão suas propriedades.

- 20.000 exemplares da fauna amazônica serão colocadas em risco de vida, se não forem retiradas antes do lago se formar, mas estima-se que somente 25% destes serão salvos; este fato contribui significativamente para a extinção de espécies raras que habitam apenas a região amazônica.

- um incalculável numero de espécies raras da flora amazônica, que não são encontradas em nenhum outro lugar do planeta, desaparecerão sob as águas do gigantesco lago.

- núcleos habitacionais se formarão em meio a floresta, durante e após a construção da usina, com a chegada dos mais de 20.000 operários; a degradação ambiental que se originará destas ocupações pela falta de saneamento básico, aumento do fluxo de veículos e poluição de diferentes tipos, terá efeito catastrófico.

- se considerado apenas o ganho em geração de energia, que será em media de 4.000 MW, chega-se à conclusão de que o projeto não é bom para a região.

Júlio Faria Corrêa
Secretário de Finanças do PV de Porto Alegre

terça-feira, 5 de abril de 2011

SEMINÁRIO E DEBATE SOBRE O CÓDIGO FLORESTAL

INSTITUTO JUSTIÇA AMBIENTAL (IJA) REALIZA SEMINÁRIO E DEBATE SOBRE O CÓDIGO FLORESTAL


Evento será realizado no dia 14 de abril, no Instituto Goethe, em Porto Alegre.

O IJA promove o seminário e debate sobre a proposta de alteração do Código Florestal vigente, com o tema “Código Florestal: retrocessos e responsabilidade civil ambiental”. O evento tem início às 16h30 do dia 14 de abril, no auditório do Instituto Goethe, em Porto Alegre. O seminário é gratuito e tem vagas limitadas.

O assunto é de suma importância, tendo em vista q ue a maior parte das florestas no Brasil é explorada de forma ilegal, clandestina ou ainda com baixa tecnologia. No seminário estarão presentes juristas e especialistas de renome nacional para realizar uma abordagem crítica sobre Código Florestal e a responsabilidade civil envolvida na produção rural.


Atualmente, tramita no Congresso Nacional o substitutivo que propõe a flexibilização do Código Florestal brasileiro (Lei 4.771/65) e institui o perdão aos produtores rurais ilegais. Caso aprovada a alteração, aqueles que descumpriram a lei ambiental e causaram danos ficariam desobrigados a indenizar.


Um dos temas abordados será a implicação prática de uma flexibilização, como os recentes desastres ambientais ocorridos no RS, RJ e SC, diretamente ligados à preservação da Reserva Legal e das Áreas de Preservação Permanente.


Programa



16h30 – Abertura


Cristiano Pacheco, advogado, pós-graduado em Direito Ambiental pela UFPEL, mestrando em Direito Ambiental pela UCS e diretor executivo do IJA.

Palestra: “Perversidades da cadeia produtiva rural, supermercados e o papel do consumidor no Século XXI”.


17h


Paulo Duarte, Engenheiro Agrônomo pela UFPEL, servidor estadual concursado da SEMA/FEPAM com atuação na área de planejamento, licenciamento e fiscalização ambiental, especialista em produção mais limpa e ecobusiness.


Palestra: “Código Florestal: mudar para onde?”


17h30


Gustavo Trindade, advogado, professor, ex-Chefe da Consultoria Jurídica do MMA e membro do CONAMA pelo Instituto O Direito por um Planeta Verde.


Palestra: “Código Florestal: o novo e o velho”.


18h – Intervalo

18h15

Antônio Libório Philomena, oceanógrafo e doutor em Ecologia, perito ambiental em valoração e professor titular aposentado da FURG, membro do Conselho do IJA.


Palestra: “O Código Florestal água abaixo no RS”.


18h45


Annelise Steigleder, promotora de justiça na Promotoria de Defesa do Meio Ambiente de Porto Alegre e mestre em Direito pela UFPR.


Palestra: “Responsabilidade na cadeia produtiva”.


19h15


Debate


21h

Encerramento


Código Florestal: retrocessos e responsabilidade civil ambiental

Data e horário

14/04/11, quinta-feira, das 16h30hs às 21h

Local

Auditório do Instituto Goethe ( Rua 24 de Outubro, nº 112, Porto Alegre, RS)

Inscrições e informações:

Pelo e-mail: ija@ija.org.br ou pelo fone: 51 3907-9010 (IJA)

Entrada franca e vagas limitadas!

Realização:

Instituto Justiça Ambiental (IJA)

Apoio:

Instituto Goethe

Cristiano Pacheco

Diretor Executivo

Instituto Justiça Ambiental (IJA)

www.ija.org.br

Rua Mostardeiro, 5, conj, 1010, Porto Alegre, RS, Brasil

CEP 90.430-001

51 3907-9010 / 9829-9010

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Verdes do RS Vamos discutir o PV que Queremos

Convidamos TODOS os filiados, todas as Executivas Municipais e os membros da Executiva Estadual para discutirmos o PV que queremos, o evento será dia 10/04/2011 às 8:30h até as 16hs no seguinte endereço Rua: Monte Castelo,410 bairro Nossa Senhora das Graças – Canoas - RS

quinta-feira, 31 de março de 2011

Primeiro Encontro dos Verdes de Gravataí

Ontem, a Executiva Municipal do Partido Verde de Gravataí realizou sua primeira reunião aberta aos filiados, aos pré-candidatos a Vereador e a Prefeito Municipal. Na pauta estava a apresentação do Pré-Candidato a Prefeito de Gravataí, o Médico Marcelo Leone, bem como a integração dos novos membros da executiva municipal e a discussão de um calendário de trabalho para as eleições 2012.

O Presidente Marcos Monteiro explanou a conjuntura política das eleições de 2010 e as diretrizes do Partido Verde para o pleito de 2012, ou seja, lançamento de candidato majoritário e nominata completa de candidatos a vereador. Na ocasião foram apresentados os novos membros da executiva municipal: o Advogado Claúdio Avila, Secretário Municipal de Assuntos Jurídicos; Prof. Fernanda Kauer, Secretária do PV Jovem e Marinez Monteiro, Secretária PV Mulher.

Claúdio Avila realizou uma prévia apresentação do Dr. Marcelo Leone e da conjuntura política da cidade. Marcelo Leone pediu que todos as pessoas se apresentassem e após relatou um pouco de sua trajetória pessoal, profissional e política. Marcelo Leone, 47 anos, natural de Nova Fribrugo, Rio de Janeiro. Marcelo veio para o Rio Grande do Sul há 33 anos e reside em Gravataí há 16 anos. Em 1990, formou-se em medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS e atua como Médico Ginecologista há 21 anos.

Em 1995, toornou-se servidor público municipal com forte atuação na prevenção ao câncer, há seis anos ajudou a fundar a Liga Feminina de Combate ao Câncer (LFCC) que atende Gravataí e Glorinha. O foco do trabalho com o grupo de voluntárias e voluntários tem sido as campanhas de prevenção ao câncer de mama, câncer de colo do útero câncer de próstata. No período em que atua junto à LFCC foram feitos mais de 5 mil exames gratuitos através de uma parceria com a Prefeitura Municipal.


Atenciosamente,

Marcos Monteiro

Presidente da Executiva Municipal de Gravataí/RS

Secretário Estadual de Assuntos Parlamentares

Fone: 8518-8592

www.pvgravatai.blogspot.com

acesse o blog do nosso vereador:

www.ricardodopv.blogspot.com

domingo, 27 de março de 2011

Acervo da Verde e ambientalista Hilda Zimmermann está no Arquivo Histórico

Documentos que contam a trajetória de uma das pioneiras das lutas ambientais no território gaúcho, Hilda Emma Wasse Zimmermann, compõem desde quinta-feira, (10), o acervo do Arquivo Histórico do Estado, por ela doados. A atuação da ambientalista tornou-a uma das figuras mais importantes das conquistas coletivas pela preservação do equilíbrio ecológico, ao lado de nomes como José Lutzenberger, Magda Renner, Giselda Castro, Caio Lustosa e Paulo Nührich, entre outros.

Além de seu trabalho voluntário em defesa do meio ambiente, Hilda foi parte essencial, destaca a diretora do Arquivo Histórico, Caroline Heck, nos embates pela demarcação de terras indígenas. Brigou também pela criação de parques ecológicos, contra a matança de baleias e se dedicou a ações sociais e solidárias em favor das crianças e dos adolescentes em situação de rua na busca de sua cidadania.

A documentação vai passar agora por medidas de higiene para ser incorporada oficialmente pelos técnicos ao Arquivo Histórico, juntando-se ao acervo de outro defensor do meio ambiente, da mesma geração, Henrique Roessler, que iniciou o empenho pela defesa dos ecossistemas gaúchos.

Penna fala sobre a reestruração do PV

O presidente do PV, deputado José Luiz Penna (SP), acredita que, em política, silêncio vale ouro. Um dos assuntos que mais evita em conversas com jornalistas são polêmicas internas do partido. Nos últimos dias, porém, enfrentando artilharia pesada dentro do próprio PV. decidiu mudar. Ontem, em conversa com o Estado, negou que esteja engessando a legenda, como o acusa o grupo dissidente capitaneado pela ex-senadora Marina Silva.


Penna disse que defende, assim como a candidata derrotada na eleição presidencial, a reestruturação do PV, para torná-lo mais arejado e democrático. A divergência estaria apenas na definição dos prazos. "A maioria da direção achou mais ajuizado o prazo de um ano. Não se faz uma mudança dessas a toque de caixa, em seis meses", observou. "Não se mobilizam 240 mil filiados de uma hora para outra."

A respeito da acusação de que tenta perpetuar-se na direção do partido, onde se encontra há 12 anos, disse que nunca enfrentou chapa concorrente. "O Michel Temer, do PMDB, teve seu poder renovado por mais dois anos. O Orestes Quércia mandou no partido em São Paulo enquanto foi vivo. Mas no PV não é assim", assinalou.

O líder dos verdes não atacou diretamente Marina. Deixou transparecer, no entanto, que ela estaria sendo ingrata com o partido ao atacá-lo. Lembrou que a legenda mudou o texto de seu programa, incluindo uma cláusula sobre questões de consciência, para dar maior conforto à candidata, que é evangélica, em temas como parceria entre pessoas do mesmo sexo, legalização do aborto, descriminalização da maconha. Outra mudança feita a pedido de Marina foi a inclusão de um grupo de dez pessoas, indicadas por ela, na direção nacional da sigla.

Pela sua avaliação, Marina também não teria o prestígio de que hoje desfruta na cena política se não fosse o partido. "O PV dá projeção a ela. Basta observar a exposição que tinha antes na mídia e a que passou a ter após ingressar no PV."


Sobre a possibilidade de um racha com o afastamento da ex-senadora da sigla, observou: Vai representar um prejuízo político, porque fizemos um esforço grande para que adquirisse o prestígio que adquiriu. É um prejuízo grande."

Penna também expôs uma dúvida, que já manifestou a colaboradores, sobre o acerto da decisão do PV de investir todas as fichas da eleição de 2010 na campanha para os cargos de presidente e governador. "O partido todo se jogou na eleição majoritária, em detrimento das eleições proporcionais, de ocupação de espaços parlamentares, como vinha fazendo. O número de filiados não cresceu muito, nem a bancada federal. Se foi um erro, a história dirá."

Na sua avaliação, a crise atual deve ser encarada com naturalidade. "Estamos vivendo a crise do crescimento. É natural que se discorde de alguns encaminhamentos. Temos de ter paciência e razoabilidade para que se faça a agenda da transição."

O melhor, segundo Penna, seria se o grupo de Marina respeitasse a decisão da direção nacional, que adiou a convenção para 2012. "Foram 29 votos contra 16. Não sei se a reação se deve ao fato de terem sido contrariados ou se existe algum interesse oculto nessa história."

sábado, 26 de março de 2011

A Evolução do Partido Verde Discutida em Porto Alegre

As recentes notícias sobre mudanças no processo de democratização interna é objeto de intensos debates entre os verdes. O PV do Rio Grande do Sul em 2009 promoveu um movimento que já se posicionava pela democracia interna no PV, intitulada Carta de Gravataí onde membros da sigla propunham a renovação no PV do RS e um aprimoramento no processo de escolha dos dirigentes da sigla. Veja a essência do documento “Nesse sentido, o grupo reunido em Gravataí entende a necessidade de "recomposição política" da Executiva Estadual do Rio Grande do Sul, de forma ampla e representativa; a criação de conselhos políticos regionais e/ou de um conselho político formado por um representante de cada Executiva Municipal, garantido a democratização e transparência no Partido Verde Gaúcho. Por isso, entendemos que é eminente a mediação da Executiva Nacional através da Coordenação Regional/Sul no processo de "reestruturação do PV Gaúcho", buscando um novo rumo no contexto político sócio-ambiental para o Rio Grande do Sul e o Brasil.”

Diante deste movimento o PV Nacional reacomodou as lideranças, mas o anseio do Verdes que promoveram a Carta de Gravataí se alinham hoje com o movimento de dirigentes nacionais de 2011 que convergem para democratização do Partido Verde.

A ebulição destes movimentos mobilizam energias que indicam uma evolução do Partido Verde. Hoje contabiliza praticamente 20% dos votos para presidente através da candidatura a presidente pela sigla de Marina Silva.Isto indica o PV como terceira força na disputa eleitoral e com potencialidade real de disputa.

A evolução da sigla será fundamental para o projeto eleitoral de 2012 e 2014.

A crise de crescimento verde


O Partido Verde entrou em crise interna, seis meses após ter sua candidata a Presidente chegado em terceiro lugar, com quase 20 milhões e 20% dos votos válidos no país. Parece absurdo para quem vê de fora, mas faz todo o sentido para quem conhece a história do PV brasileiro.

O primeiro fato importante a ser ressaltado – e que não tem sido divulgado no noticiário – é de que as mudanças hoje cobradas “por Marina” (segundo a mídia) são muito anteriores à entrada dela no partido. Um exemplo disso é o que ocorreu no PV gaúcho, que na transição de 2009 para 2010 fez um grande movimento de renovação, que culminou com uma nova Executiva, que recém completou um ano agora em março.

É unânime dentro do PV nacional que os estatutos tem de ser reformados para incentivar a maior participação dos filiados, pois da forma como estão centralizam demais as decisões. Toda divergência que resultou na crise atual está na questão do “quando” mudar, pois a maioria da atual direção votou pela prorrogação do próprio mandato adiando a revisão estatutária e isso não corresponde à visão que os líderes mais representativos tem de como deve ser o PV. Esses líderes incluem candidatos com grande votação em São Paulo e Rio, onde o partido é mais forte (Gabeira, Sirkis, Fábio Feldman, Ricardo Young), bem como as principais lideranças verdes nos outros estados onde os verdes são fortes, como por exemplo Minas Gerais e Pernambuco. Todos eles redigiram em conjunto o manifesto “Transição Democrática”, com as principais mudanças estatutárias propostas.

Na reunião de lançamento do manifesto estavam presentes todos os deputados estaduais de São Paulo e 8 dos 14 deputados federais. Quase todos os líderes citados estão há muitos anos entre os verdes, dos quais vários são fundadores, e acreditam que a mudança estatutária não pode ficar para 2012 por ser um ano eleitoral – o que é de uma lógica irrefutável. As questões internas devem ser resolvidas em 2011, para que o Partido Verde corresponda à confiança da população que depositou sua confiança em sua candidata presidencial em 2010.

Marina tem repetido que todo esse processo já estava em curso quando ela foi convidada, mas não é isso que vem sendo destacado no noticiário. É da natureza da mídia as especulações sobre saída do partido, sobre acusações recíprocas, enfim, tudo isso faz parte do modo habitual de serem redigidas as notícias. Não podemos evitar que isso seja atribuído a ela, mas precisa ser dito com toda clareza, em alto e bom som, que a chamada “Transição Democrática” é uma reforma das regras internas ansiada há muitos anos pela militância verde, a cujo coro de vozes ela veio apenas se somar.

Existe, sim, a perspectiva do PV vir a se tornar uma “terceira via” política no Brasil. Para que se mostre capaz disso, precisa primeiro reciclar a si mesmo e se tornar absolutamente coerente com o que prega para o país. A crise atual, que pode parecer absurda por expor o partido a críticas de quem acredita que ele já deveria ser perfeito, é uma crise que não aconteceria se não houvesse o crescimento, que traz consigo maiores responsabilidades. Há pressa de mudar, sim, pois é isso que a população espera de quem se propõe a enfrentar os problemas do país. Quem não tiver coragem para enfrentar diretamente os próprios problemas, não pode se habilitar a enfrentar os que a sociedade necessita. O PV prega um modelo de desenvolvimento “do século XXI” e por isso precisa ter, desde já, estatutos e programa do século XXI.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Democratização interna no PV é defendida por lideranças.

Marina diz que continua no PV, com renovação


A ex-senadora Marina Silva manifestou ontem o desejo de continuar no Partido Verde e pregou uma "renovação política" da sigla, por meio da maior realização de convenções e eleições diretas. Em nota, Marina criticou a decisão da Executiva Nacional do PV de ampliar o seu mandato, o que, segundo ela, vai "na contramão" do que foi defendido na campanha eleitoral de 2010, quando foi candidata à presidência da República. "Reafirmo meu desejo de permanecer neste PV, contribuindo para seu crescimento e qualidade política", afirmou. "Se deixarmos de lado a renovação política, acabou-se a moral para falar de sonhos, de ética, de um mundo mais justo e responsável com o meio ambiente. Podemos até continuar falando, mas soará falso, como voz metálica de robô", avaliou. Os aliados da ex-senadora formaram o grupo "Transição Democrática", que pede mudanças internas na sigla.

PV não pode ser feudo de dirigentes, diz Gabeira

PV não pode ser feudo de dirigentes, diz GabeiraGabeira classificou a disputa interna dos verdes de "burra" e "patética". "É uma briga pelo poder patética", disse


Em ato comandado pela ex-presidenciável Marina Silva (PV-AC), o ex-deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) afirmou nesta quinta-feira que o PV "não pode ser um feudo" de seus dirigentes.

Ele defendeu uma troca de comando na sigla, comandada desde 1999 pelo presidente José Luiz Penna.
"É uma luta pela democracia", disse. "O partido não pode ser um feudo de ninguém, em lugar nenhum do Brasil."
Gabeira classificou a disputa interna dos verdes de "burra" e "patética". "É uma briga pelo poder patética", disse.
"Temos que fortalecer a Marina como política e como candidata. Ela é, do ponto de vista humano e eleitoral, o melhor que temos a oferecer à sociedade brasileira."

Ex-coordenador da campanha presidencial de Marina, o deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ) acusou Penna de comandar o partido com truculência.

"O clima tem sido de truculência e intimidação generalizada", disse. "Tem pessoas sentadas em cima da legenda."

Marina comandou ato pela "democratização" do PV em São Paulo. Participaram oito dos 14 deputados federais da legenda, além de candidatos a governador derrotados em 2010, como Fábio Feldmann (SP) e Sérgio Xavier (PE).