O Partido Verde de Gramado reuniu lideranças da cidade no encontro dia 7 de setembro.O dia da independência foi escolhido pelo PV para uma manifestação contra os pedágios que ilham a cidade e sufoca a comunidade, militantes distribuíram panfletos e vestiam camisetas com dizeres contra os pedágios e pelo direito de ir e vir. A noite o encontro do PV lotou o CTG Manotaço de Gramado. Os verdes locais liderados por Marcos Taron e Rubi Rodrigues recepcionaram filiados, simpatizantes, ecologistas e lideranças de diversos partidos que prestigiaram o evento. Onde foi apresentada a História do PV para os presentes. Lideranças do PV RS Montserrat Martins, Ricardo Canabarro e Marco Mikonga fizeram uso da palavra em apoio as idéias de desenvolvimento sustentável e defesa da natureza apresentadas pelas lideranças verdes da cidade de Gramado.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
PV de Gramado Protesta contra os pedágios
O Partido Verde de Gramado reuniu lideranças da cidade no encontro dia 7 de setembro.O dia da independência foi escolhido pelo PV para uma manifestação contra os pedágios que ilham a cidade e sufoca a comunidade, militantes distribuíram panfletos e vestiam camisetas com dizeres contra os pedágios e pelo direito de ir e vir. A noite o encontro do PV lotou o CTG Manotaço de Gramado. Os verdes locais liderados por Marcos Taron e Rubi Rodrigues recepcionaram filiados, simpatizantes, ecologistas e lideranças de diversos partidos que prestigiaram o evento. Onde foi apresentada a História do PV para os presentes. Lideranças do PV RS Montserrat Martins, Ricardo Canabarro e Marco Mikonga fizeram uso da palavra em apoio as idéias de desenvolvimento sustentável e defesa da natureza apresentadas pelas lideranças verdes da cidade de Gramado.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
PV de Sapucaia Inaugura Sub-Sede
O Partido Verde de Sapucaia do Sul está muito bem organizado para as atividades políticas no munícipio. A tendência é que o PV saia com candidatura própria e esta estruturação partidária mostra competitividade da sigla para o futuro pleito. A inauguração da Sub-Sede do Partido, cito a Rua Manoel Serafim, número 1237- Bairro Paraiso, no dia 13 de Agosto (próximo sábado) as 9:30h da manhã, onde será apresentada a nova Executiva Municipal, com momento de filiação é prova viva que o Partido Verde está forte.
PV de Porto Alegre na Internet
PV de Porto Alegre na Internet
A Executiva Municipal do PV de Porto Alegre está na Internet, o site está disponível no endereço WWW.PVPOARS.ORG.BR; internautas, filiados e simpatizantes do Partido Verde,ao acessar o site podem consultar à agenda do PV de Porto Alegre; conhecer o Programa de Governo e o Estatuto do Partido Verde;acessar diversos links; ouvir boa música e noticias; na pagina inicial os eleitores podem conhecer os candidatos do PV e suas ideias, começando pelo Pré-Candidato a Prefeito de Porto Alegre, Nelson Vasconcelos; acessando o site os filiados e internautas podem entrar em contato com a Executiva Municipal, enviar mensagens, artigose encaminhar pedidos de filiação. Esperamos que todos gostem e pedimos quecolaborem, enviando artigos e matérias jornalísticas, que possam ser utilizadas para o engrandecimento deste site que é nosso, que é de todos os gaúchos.
Júlio Faria Corrêa – Secretário de Finanças do PVPOARS
A Executiva Municipal do PV de Porto Alegre está na Internet, o site está disponível no endereço WWW.PVPOARS.ORG.BR; internautas, filiados e simpatizantes do Partido Verde,ao acessar o site podem consultar à agenda do PV de Porto Alegre; conhecer o Programa de Governo e o Estatuto do Partido Verde;acessar diversos links; ouvir boa música e noticias; na pagina inicial os eleitores podem conhecer os candidatos do PV e suas ideias, começando pelo Pré-Candidato a Prefeito de Porto Alegre, Nelson Vasconcelos; acessando o site os filiados e internautas podem entrar em contato com a Executiva Municipal, enviar mensagens, artigose encaminhar pedidos de filiação. Esperamos que todos gostem e pedimos quecolaborem, enviando artigos e matérias jornalísticas, que possam ser utilizadas para o engrandecimento deste site que é nosso, que é de todos os gaúchos.
Júlio Faria Corrêa – Secretário de Finanças do PVPOARS
sábado, 9 de julho de 2011
Nelson Vasconcelos ...Jamais sairei do Partido Verde
PEÇO PERDÃO A TODOS OS MEUS AMIGOS, MAS NÃO POSSO SAIR DO PARTIDO VERDE.
Os meus Verdes de todas as cores estão me perguntando se sairei do Partido Verde.
Respondo: JAMAIS SAIREI.
(as pessoas, para o bem ou para o mal, são sempre as mesmas em qualquer Partido Político).
Ainda no 4.º ano consecutivo do Penna na Direção do Partido, votei contra a continuidade dele.
Perdi.
E mais. Perdi a Direção da Executiva Estadual do RS e todas as possibilidades de concorrer aos cargos políticos de maior relevância do Estado.
Mas e daí...sinto que o grande Inconsciente Coletivo tem me amparado nessa vida.
Interessante que todos esses, daquele tempo, agora estão saindo do Partido.
Perdi até o cargo de Conselheiro Nacional, isso por influência de meus próprios partidários daqui, imaginem.
E acho que Penna está agindo exatamente como todos os Verdes permitiram durante todo esse tempo.
Sempre o reelegeram e ele ...kkk...aceita, é claro.
Mas vou lhes dizer uma coisa.
Gosto dele.
Ele é profundamente humano. Parceiro. Aceita conselhos (tanto que ele sempre me tirou, ainda que chateado, a conselho até dos meus Verdes daqui).
Mas ele sabe. Procuro ser sempre muito leal ao Partido apesar de tudo.
Jamais encontrarei a possibilidade de vislumbrar a doutrina e os conceitos de NORBERTO BOBBIO em outro partido político.
De não ter que ser de Direita, Centro ou de Esquerda, mas a frente de todos esses tempos políticos.
Leiam um pouco sobre ele.
De amar a Vida e a Natureza como uma forma fantástica de amar a Deus sobre todas as coisas.
De andar de cabeça erguida na rua, amando e sendo amado por todos os Gaúchos e Gaúchas, mesmo os apartidários.
E isso me deixa todo exibido, altaneiro, confiante de que ainda iremos trazer toda a humanidade para essa forma de pensar.
Aprendi que, enquanto o prazer for maior do que a dor, ninguém muda alguma coisa.
Sou Biólogo, Advogado e, em setembro, Psicanalista.
Ainda ontem ouvi algo interessante numa desses encontros:
"Quanto mais o homem procura o prazer, mais se aproxima da morte".
Então, tudo deve ser equilibrado.
Tirar o Penna ( se esse for o caso, é fácil, basta os Verdes quererem, pois tudo podemos naquele que nos fortalece, né?).
Mas tirar o Penna...só por tirar, se nada fazermos para substituí-lo a contento?
Sei lá...permaneço Verde.
Um abraço a todos os meus Verdes que vão e que ficam.
Cada um tem que procurar seu destino do melhor modo possível para ser feliz sem prejudicar os demais.
Boa sorte a todos nós. Merecemos.
Nélson Vasconcelos
Militante Verde do Rio Grande do Sul.
Os meus Verdes de todas as cores estão me perguntando se sairei do Partido Verde.
Respondo: JAMAIS SAIREI.
(as pessoas, para o bem ou para o mal, são sempre as mesmas em qualquer Partido Político).
Ainda no 4.º ano consecutivo do Penna na Direção do Partido, votei contra a continuidade dele.
Perdi.
E mais. Perdi a Direção da Executiva Estadual do RS e todas as possibilidades de concorrer aos cargos políticos de maior relevância do Estado.
Mas e daí...sinto que o grande Inconsciente Coletivo tem me amparado nessa vida.
Interessante que todos esses, daquele tempo, agora estão saindo do Partido.
Perdi até o cargo de Conselheiro Nacional, isso por influência de meus próprios partidários daqui, imaginem.
E acho que Penna está agindo exatamente como todos os Verdes permitiram durante todo esse tempo.
Sempre o reelegeram e ele ...kkk...aceita, é claro.
Mas vou lhes dizer uma coisa.
Gosto dele.
Ele é profundamente humano. Parceiro. Aceita conselhos (tanto que ele sempre me tirou, ainda que chateado, a conselho até dos meus Verdes daqui).
Mas ele sabe. Procuro ser sempre muito leal ao Partido apesar de tudo.
Jamais encontrarei a possibilidade de vislumbrar a doutrina e os conceitos de NORBERTO BOBBIO em outro partido político.
De não ter que ser de Direita, Centro ou de Esquerda, mas a frente de todos esses tempos políticos.
Leiam um pouco sobre ele.
De amar a Vida e a Natureza como uma forma fantástica de amar a Deus sobre todas as coisas.
De andar de cabeça erguida na rua, amando e sendo amado por todos os Gaúchos e Gaúchas, mesmo os apartidários.
E isso me deixa todo exibido, altaneiro, confiante de que ainda iremos trazer toda a humanidade para essa forma de pensar.
Aprendi que, enquanto o prazer for maior do que a dor, ninguém muda alguma coisa.
Sou Biólogo, Advogado e, em setembro, Psicanalista.
Ainda ontem ouvi algo interessante numa desses encontros:
"Quanto mais o homem procura o prazer, mais se aproxima da morte".
Então, tudo deve ser equilibrado.
Tirar o Penna ( se esse for o caso, é fácil, basta os Verdes quererem, pois tudo podemos naquele que nos fortalece, né?).
Mas tirar o Penna...só por tirar, se nada fazermos para substituí-lo a contento?
Sei lá...permaneço Verde.
Um abraço a todos os meus Verdes que vão e que ficam.
Cada um tem que procurar seu destino do melhor modo possível para ser feliz sem prejudicar os demais.
Boa sorte a todos nós. Merecemos.
Nélson Vasconcelos
Militante Verde do Rio Grande do Sul.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Executiva Nacional do Partido Verde emitiu uma nota de esclarecimentos sobre desfiliação de Marina Silva
Depois do anúncio da desfiliação da ex-senadora Marina Silva, do Partido Verde, na tarde desta quinta-feira (7), a Executiva Nacional do Partido Verde emitiu uma nota de esclarecimentos.
Leia o documento na íntegra:
O Partido Verde e sua candidata, Marina Silva, fizeram nascer em milhões de brasileiros a ideia de que uma terceira via era possível. Uma alternativa consistente ao quadro simplista que nos era apresentado, de um Brasil com apenas duas portas que poderiam ser abertas em direção ao futuro.
A luta em prol de uma sociedade equilibrada e justa do ponto de vista social e ambiental está e continuará no cerne das preocupações do Partido Verde. Por essa luta, esforços foram empreendidos e dificuldades iniciais superadas. O Partido Verde tem como marca teses avançadas e pioneiras, que sempre abrangeram, além da questão ambiental, o apoio à luta das minorias e a defesa de temas como a união homoafetiva e a descriminalização do aborto e das drogas, entre outros.
Com generosidade e respeito às diferenças, para receber Marina Silva sem quaisquer freios, estabelecemos a cláusula de consciência, que permite que filiados explicitem suas posições pessoais em relação a itens do programa partidário em face de convicções religiosas. Foi alterado também o número de membros da Executiva do partido, de maneira a abrir espaço a vozes diretamente ligadas à candidata.
Também fomos o partido que lançou o maior número de candidatos aos governos estaduais com o objetivo de consolidar a candidatura presidencial, o que dificultou o fortalecimento da nossa bancada federal, que baixou de 15 para 14 deputados.
Não podemos nos furtar, todavia, a expressar nossa posição sobre a situação que gerou a polêmica em torno da saída de Marina Silva de nosso partido. Consideramos que estamos passando por nossa primeira grande crise de crescimento. O Partido Verde e suas lutas, entretanto, são maiores do que qualquer pessoa.
Deve ser dito que não nos recusamos, em momento algum, a efetivar aperfeiçoamentos nas regras que moldam o funcionamento de nosso partido. Estão programadas atualizações programáticas e elas ocorrerão no tempo oportuno dos verdes e como decorrência de amplo debate interno e com a sociedade, não da imposição de grupos determinados que integram o partido.
O Partido Verde lamenta muito essa falsa polêmica artificialmente inflada sobre a falta de democracia interna, que tem gerado distorções injustas na imprensa brasileira. Continuaremos sempre abertos para receber em nossas fileiras pessoas que entendem que a luta pelo coletivo é muito mais relevante do que a luta pelo individual.
Os signatários deste documento veem no Partido Verde um instrumento cuja existência só faz sentido na medida em que sirva para transformar concretamente a realidade, mediante a ampliação da democracia e da equidade social.
E mantêm os seguintes compromissos:
1. Preparar o partido para a atualização estatutária e programática, a ser aprovada em convenção nacional que será realizada em março de 2012;
2. Mobilizar o partido para responder da forma devida aos principais temas em pauta no país, como a reforma política e a reforma tributária, assim como para enfrentar a pressão por retrocessos na legislação florestal e pela implantação de novas usinas nucleares, entre vários outros assuntos importantes que poderiam ser citados;
3. Preparar o partido para as eleições municipais, estimulando candidaturas próprias, especialmente nos municípios onde houver dois turnos de votação;
4. Promover o recadastramento dos filiados, simultaneamente a uma grande campanha nacional por novas filiações.
Leia o documento na íntegra:
O Partido Verde e sua candidata, Marina Silva, fizeram nascer em milhões de brasileiros a ideia de que uma terceira via era possível. Uma alternativa consistente ao quadro simplista que nos era apresentado, de um Brasil com apenas duas portas que poderiam ser abertas em direção ao futuro.
A luta em prol de uma sociedade equilibrada e justa do ponto de vista social e ambiental está e continuará no cerne das preocupações do Partido Verde. Por essa luta, esforços foram empreendidos e dificuldades iniciais superadas. O Partido Verde tem como marca teses avançadas e pioneiras, que sempre abrangeram, além da questão ambiental, o apoio à luta das minorias e a defesa de temas como a união homoafetiva e a descriminalização do aborto e das drogas, entre outros.
Com generosidade e respeito às diferenças, para receber Marina Silva sem quaisquer freios, estabelecemos a cláusula de consciência, que permite que filiados explicitem suas posições pessoais em relação a itens do programa partidário em face de convicções religiosas. Foi alterado também o número de membros da Executiva do partido, de maneira a abrir espaço a vozes diretamente ligadas à candidata.
Também fomos o partido que lançou o maior número de candidatos aos governos estaduais com o objetivo de consolidar a candidatura presidencial, o que dificultou o fortalecimento da nossa bancada federal, que baixou de 15 para 14 deputados.
Não podemos nos furtar, todavia, a expressar nossa posição sobre a situação que gerou a polêmica em torno da saída de Marina Silva de nosso partido. Consideramos que estamos passando por nossa primeira grande crise de crescimento. O Partido Verde e suas lutas, entretanto, são maiores do que qualquer pessoa.
Deve ser dito que não nos recusamos, em momento algum, a efetivar aperfeiçoamentos nas regras que moldam o funcionamento de nosso partido. Estão programadas atualizações programáticas e elas ocorrerão no tempo oportuno dos verdes e como decorrência de amplo debate interno e com a sociedade, não da imposição de grupos determinados que integram o partido.
O Partido Verde lamenta muito essa falsa polêmica artificialmente inflada sobre a falta de democracia interna, que tem gerado distorções injustas na imprensa brasileira. Continuaremos sempre abertos para receber em nossas fileiras pessoas que entendem que a luta pelo coletivo é muito mais relevante do que a luta pelo individual.
Os signatários deste documento veem no Partido Verde um instrumento cuja existência só faz sentido na medida em que sirva para transformar concretamente a realidade, mediante a ampliação da democracia e da equidade social.
E mantêm os seguintes compromissos:
1. Preparar o partido para a atualização estatutária e programática, a ser aprovada em convenção nacional que será realizada em março de 2012;
2. Mobilizar o partido para responder da forma devida aos principais temas em pauta no país, como a reforma política e a reforma tributária, assim como para enfrentar a pressão por retrocessos na legislação florestal e pela implantação de novas usinas nucleares, entre vários outros assuntos importantes que poderiam ser citados;
3. Preparar o partido para as eleições municipais, estimulando candidaturas próprias, especialmente nos municípios onde houver dois turnos de votação;
4. Promover o recadastramento dos filiados, simultaneamente a uma grande campanha nacional por novas filiações.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Atmosfera e massa crítica
Pior que o frio que estamos sentindo, no sul, é o das pessoas que tem menos condições de enfrentá-lo. A solidariedade de cada um de nós e das instituições sociais, nessas horas, é fundamental. Mas há quem veja nisso a oportunidade de uma provocação, como a de Aldo Rebelo esta semana, no twitter: “frio aqui hein? Cadê a turma do aquecimento global?”. Não mereceria resposta, se fosse só por ele, mas infelizmente ainda existem pessoas sérias que tem esse tipo de dúvida. O que os cientistas explicam é que se trata de um desequilíbrio climático no qual além das temperaturas médias aumentarem gradativamente, também aumenta a amplitude das variações de temperatura, que podem atingir os extremos opostos. Assim é que recordes de calor e de frio tem sido batidos, nos dois hemisférios, a cada verão e inverno, causando mortes pelos picos de frio e pelos de calor.
A atmosfera terrestre é bem descrita como sendo uma “fina e frágil casquinha” (com apenas cerca de 100 quilômetros acima da crosta) que protege as condições únicas para a vida humana nesse planeta, como em nenhum outro conhecido. Não suportaríamos as variações brutais de temperatura que são comuns por exemplo em Marte, onde na região equatorial a temperatura é de 25 graus Celsius no início da tarde, cai para 50 graus negativos no começo da noite e atinge -70 graus Celsius à meia-noite. Ou na Lua, onde a temperatura varia de -153ºC à noite a +107ºC durante o dia, conforme dados obtidos pela NASA. A atmosfera protege a vida na Terra absorvendo a radiação ultravioleta solar e ao mesmo tempo aquecendo a superfície por meio da retenção de calor, entre outras mediações com o expaço exterior que reduzem os extremos de temperatura entre o dia e a noite. Os danos à atmosfera, portanto, comprometem o frágil equilíbrio das condições das quais depende a nossa vida.
Por falar em condições fisico-químicas, há um conceito científico, o de “massa crítica”, que se tornou uma metáfora sociológica. A massa crítica de um material fissionável é “a quantidade necessária para manter uma reação nuclear em cadeia autosustentada”. Esse termo virou símbolo de quantidade de pessoas necessárias para as mudanças sociais sustentadas, quer dizer, consistentes e duráveis. Conceito que se aplica à nossa realidade política, onde deputados e senadores se mostram “descolados” dos que os elegeram, legislando em causa própria. Os políticos tem uma escolha a fazer: apostar na inteligência da população, ou na sua ignorância. A conta não vem na mesma hora, pode levar anos para chegar. Mas se olharmos para a história dos partidos políticos, nas últimas décadas, veremos que eles não passaram incólumes às suas incoerências. Estamos longe de um cenário ideal, mas lembro claramente de como era há algumas décadas, dos “grandes partidos” que sucumbiram à sua falta de compromisso com a população.
A tão decantada “reforma política” não terá efeitos sem uma mudança cultural. Um debate interessante na internet sobre “valor de rede e massa crítica” observa que “massa crítica não é o número de participantes de uma comunidade, mas sim, a quantidade de atividade entre seus membros, o número de interações durante um certo período, em que a partir daí, a quantidade de atividade cresce de forma natural. Por isso é muito importante contar com um grupo bem ativo, mesmo que pequeno, no início da construção de uma comunidade, para que a massa crítica seja atingida mais rapidamente”. Para a crise política nacional, mais que a mudança de leis, é bem vinda a “massa crítica” a partir de uma opinião pública mais atuante.
COMPORTAMENTO Montserrat Martins
A atmosfera terrestre é bem descrita como sendo uma “fina e frágil casquinha” (com apenas cerca de 100 quilômetros acima da crosta) que protege as condições únicas para a vida humana nesse planeta, como em nenhum outro conhecido. Não suportaríamos as variações brutais de temperatura que são comuns por exemplo em Marte, onde na região equatorial a temperatura é de 25 graus Celsius no início da tarde, cai para 50 graus negativos no começo da noite e atinge -70 graus Celsius à meia-noite. Ou na Lua, onde a temperatura varia de -153ºC à noite a +107ºC durante o dia, conforme dados obtidos pela NASA. A atmosfera protege a vida na Terra absorvendo a radiação ultravioleta solar e ao mesmo tempo aquecendo a superfície por meio da retenção de calor, entre outras mediações com o expaço exterior que reduzem os extremos de temperatura entre o dia e a noite. Os danos à atmosfera, portanto, comprometem o frágil equilíbrio das condições das quais depende a nossa vida.
Por falar em condições fisico-químicas, há um conceito científico, o de “massa crítica”, que se tornou uma metáfora sociológica. A massa crítica de um material fissionável é “a quantidade necessária para manter uma reação nuclear em cadeia autosustentada”. Esse termo virou símbolo de quantidade de pessoas necessárias para as mudanças sociais sustentadas, quer dizer, consistentes e duráveis. Conceito que se aplica à nossa realidade política, onde deputados e senadores se mostram “descolados” dos que os elegeram, legislando em causa própria. Os políticos tem uma escolha a fazer: apostar na inteligência da população, ou na sua ignorância. A conta não vem na mesma hora, pode levar anos para chegar. Mas se olharmos para a história dos partidos políticos, nas últimas décadas, veremos que eles não passaram incólumes às suas incoerências. Estamos longe de um cenário ideal, mas lembro claramente de como era há algumas décadas, dos “grandes partidos” que sucumbiram à sua falta de compromisso com a população.
A tão decantada “reforma política” não terá efeitos sem uma mudança cultural. Um debate interessante na internet sobre “valor de rede e massa crítica” observa que “massa crítica não é o número de participantes de uma comunidade, mas sim, a quantidade de atividade entre seus membros, o número de interações durante um certo período, em que a partir daí, a quantidade de atividade cresce de forma natural. Por isso é muito importante contar com um grupo bem ativo, mesmo que pequeno, no início da construção de uma comunidade, para que a massa crítica seja atingida mais rapidamente”. Para a crise política nacional, mais que a mudança de leis, é bem vinda a “massa crítica” a partir de uma opinião pública mais atuante.
COMPORTAMENTO Montserrat Martins
Maurício Brusadin se despede do Partido Verde com o coração apertado
Novos Caminhos, Novos Horizontes
” Um poder que se serve ao invés de servir, é um poder que não serve” Mário Sérgio Cortella
Acabo de entregar minha desfiliação do Partido Verde após 18 anos de trabalho incessante, recheado de muitas alegrias, angústias e algumas tristezas. É uma decisão que jamais pensei um dia tomar. Nesse momento, não posso dizer que é esse o desfecho com o qual sonhava, mas quando minha alma perde o desejo de continuar, é inútil o corpo permanecer lutando.
Lembro-me, como se fosse hoje, da primeira atitude que tomei logo após pegar meu Título de eleitor: filiar-me ao PV. Daquele momento em diante acho que não teve um dia sequer de minha vida que não tenha pensado, falado ou discutido sobre a Política e o Partido, todas as minhas energias sempre estiveram voltadas para fazer de minha luta política uma trincheira do PV. Nele fiz meus melhores amigos, vivi minhas maiores alegrias, vivenciei minhas mais deliciosas vitórias e as mais tristes derrotas.
Muitos devem estar pensando que esta atitude se deve, em especial, às atitudes autoritárias tomadas pelo Presidente Nacional.É evidente que estas mesmas se tornaram uma variável importante para esta decisão, afinal onde não se tem liberdade para expressar o que se pensa, realmente as condições de convivência se tornam insuportáveis, mas somado a este fato, o que me força a tomar tal decisão está ligado à Crise de Intermediação por que passam os Partidos Políticos.
A crise no PV se insere no processo mais geral de declínio da importância dos partidos políticos os quais deixaram de ser mecanismos vivos, eficientes e legítimos de intermediação política. O pano de fundo deste debate é um processo de despolitização da política que acarreta uma crise de representação.
Uma política despolitizada, que se galvanizou num conjunto de pequenos arranjos, negociatas e com os militantes dos partidos à margem desse processo, é um mecanismo que funciona a serviço da conquista e da preservação de posições de poder.
Esta “crise da democracia” é visível quando avaliamos o declínio das relações de identificação entre representantes e representados que acredito culminará na mudança para um novo modelo político.
Deixaremos o velho modelo intermediado pelos Partidos, para a democracia das mídias sociais. Os partidos já perderam o monopólio da Intermediação, não é por acaso que todas as recentes marchas (Liberdade, mulheres, gente diferenciada) aconteceram sem que nenhum partido as mobilizasse, elas foram espontâneas.
Se olharmos a fundo as praças da Espanha, da Grécia, do Egito e de todos os outros movimentos que nasceram recentemente, perceberemos que o que os diferencia é o fato de não aceitarem “atravessadores” de suas demandas, eles querem se comunicar direto, sem intermediários, e isso nos mostra que os partidos deixaram de ser instrumentos para a canalização das principais demandas da humanidade.
Isso acontece principalmente porque os partidos se transformaram em “escritórios eleitorais” . Um pequeno grupo de burocrata comanda todos os filiados, a mobilização partidária só existe durante os períodos eleitorais, de preferência somente no dia da eleição, como já foi dito.
Temos partidos sem participantes, onde quem manda é o cacique, o dono da legenda, o comandante que decide o rumo coletivo baseado nos seus interesses pessoais. As bandeiras, a ideologia, o programa, nesse contexto, viraram instrumentos de “marketing”, e o que se propõe para a sociedade não se exercita internamente, a isso chamamos de fraude.
Nesses últimos meses, juntos com Marina fizemos um esforço descomunal para acelerar as mudanças internas de que o PV tanto precisa, pois é inadmissível um Partido com a plataforma para o século XXI ter instrumentos internos do século passado.
Acreditávamos que poderíamos ser a ferramenta nas mãos destas novas demandas, mas infelizmente interesses menores estão à frente destes desejos. Imaginar em plena revolução digital, quando os jovens opinam sobre tudo, que os filiados do PV não têm direito a voto, é um obscurantismo total e, para piorar o quadro, aqueles que colocam a cabeça para fora e manifestam sua opinião são expurgados.
Vivemos internamente uma cultura do medo, muitos pensam e desejam essas mudanças, porém a caneta opressora silencia as vozes de muita gente que quer e sonha com um Partido mais democrático, protagonista que não fica refém de qualquer governo, que não é um satélite que gravita em torno dos grandes partidos para ter acesso aos fundos públicos. Sei que muitos continuarão lutando e respeito a estratégia adotada, pois precisamos ser compreensivos com aqueles que, criticamente, irão permanecer sonhando que o PV um dia deixe de ser uma legenda e passe a ser um Partido. Para todos estes desejo boa sorte e tenho a certeza de que no futuro estaremos juntos novamente.
Quanto aos novos caminhos, gostaria de convidar a todos que ainda acreditam em utopias para participarem deste novo movimento que emergirá deste processo. O debate permanece aberto: o código florestal, as cidades sustentáveis, o perverso sistema eleitoral, a desigualdade social, a falta de investimento em capital humano e todos os dilemas que, apesar do avanço dos últimos dezesseis anos, ainda afligem boa parte dos cidadãos brasileiros.
Nesta semana voltei a ler “Os donos do Poder”, de Raymundo Faoro e, a cada página, percebia a sua atualidade, pois em nosso País uma minoria determina as peças orçamentárias, os percentuais de corrupção que tanto assolam as licitações e colocam em funcionamento as velhas máquinas partidárias que ainda funcionam a vapor e, conscientemente, trocaram os sonhos da militância pelo “doce” sabor do capital. Todos aqueles que desejam reaproximar a vida real desse Universo paralelo em que se tornou o mundo da política com o famoso toma lá da cá, tão desideologizado, participem, embarquem nessa grande nave movida à energia solar, plugada numa organização em rede, navegando nas ondas líquidas da era digital, onde o respeito, a diversidade, a pluralidade e a generosidade são valores inegociáveis.
Novas perguntas exigem novas respostas, seguiremos com o olhar no horizonte e com o desejo voltado ao sentimento de que ainda precisamos democratizar a democracia.
Um forte abraço
Maurício Brusadin
” Um poder que se serve ao invés de servir, é um poder que não serve” Mário Sérgio Cortella
Acabo de entregar minha desfiliação do Partido Verde após 18 anos de trabalho incessante, recheado de muitas alegrias, angústias e algumas tristezas. É uma decisão que jamais pensei um dia tomar. Nesse momento, não posso dizer que é esse o desfecho com o qual sonhava, mas quando minha alma perde o desejo de continuar, é inútil o corpo permanecer lutando.
Lembro-me, como se fosse hoje, da primeira atitude que tomei logo após pegar meu Título de eleitor: filiar-me ao PV. Daquele momento em diante acho que não teve um dia sequer de minha vida que não tenha pensado, falado ou discutido sobre a Política e o Partido, todas as minhas energias sempre estiveram voltadas para fazer de minha luta política uma trincheira do PV. Nele fiz meus melhores amigos, vivi minhas maiores alegrias, vivenciei minhas mais deliciosas vitórias e as mais tristes derrotas.
Muitos devem estar pensando que esta atitude se deve, em especial, às atitudes autoritárias tomadas pelo Presidente Nacional.É evidente que estas mesmas se tornaram uma variável importante para esta decisão, afinal onde não se tem liberdade para expressar o que se pensa, realmente as condições de convivência se tornam insuportáveis, mas somado a este fato, o que me força a tomar tal decisão está ligado à Crise de Intermediação por que passam os Partidos Políticos.
A crise no PV se insere no processo mais geral de declínio da importância dos partidos políticos os quais deixaram de ser mecanismos vivos, eficientes e legítimos de intermediação política. O pano de fundo deste debate é um processo de despolitização da política que acarreta uma crise de representação.
Uma política despolitizada, que se galvanizou num conjunto de pequenos arranjos, negociatas e com os militantes dos partidos à margem desse processo, é um mecanismo que funciona a serviço da conquista e da preservação de posições de poder.
Esta “crise da democracia” é visível quando avaliamos o declínio das relações de identificação entre representantes e representados que acredito culminará na mudança para um novo modelo político.
Deixaremos o velho modelo intermediado pelos Partidos, para a democracia das mídias sociais. Os partidos já perderam o monopólio da Intermediação, não é por acaso que todas as recentes marchas (Liberdade, mulheres, gente diferenciada) aconteceram sem que nenhum partido as mobilizasse, elas foram espontâneas.
Se olharmos a fundo as praças da Espanha, da Grécia, do Egito e de todos os outros movimentos que nasceram recentemente, perceberemos que o que os diferencia é o fato de não aceitarem “atravessadores” de suas demandas, eles querem se comunicar direto, sem intermediários, e isso nos mostra que os partidos deixaram de ser instrumentos para a canalização das principais demandas da humanidade.
Isso acontece principalmente porque os partidos se transformaram em “escritórios eleitorais” . Um pequeno grupo de burocrata comanda todos os filiados, a mobilização partidária só existe durante os períodos eleitorais, de preferência somente no dia da eleição, como já foi dito.
Temos partidos sem participantes, onde quem manda é o cacique, o dono da legenda, o comandante que decide o rumo coletivo baseado nos seus interesses pessoais. As bandeiras, a ideologia, o programa, nesse contexto, viraram instrumentos de “marketing”, e o que se propõe para a sociedade não se exercita internamente, a isso chamamos de fraude.
Nesses últimos meses, juntos com Marina fizemos um esforço descomunal para acelerar as mudanças internas de que o PV tanto precisa, pois é inadmissível um Partido com a plataforma para o século XXI ter instrumentos internos do século passado.
Acreditávamos que poderíamos ser a ferramenta nas mãos destas novas demandas, mas infelizmente interesses menores estão à frente destes desejos. Imaginar em plena revolução digital, quando os jovens opinam sobre tudo, que os filiados do PV não têm direito a voto, é um obscurantismo total e, para piorar o quadro, aqueles que colocam a cabeça para fora e manifestam sua opinião são expurgados.
Vivemos internamente uma cultura do medo, muitos pensam e desejam essas mudanças, porém a caneta opressora silencia as vozes de muita gente que quer e sonha com um Partido mais democrático, protagonista que não fica refém de qualquer governo, que não é um satélite que gravita em torno dos grandes partidos para ter acesso aos fundos públicos. Sei que muitos continuarão lutando e respeito a estratégia adotada, pois precisamos ser compreensivos com aqueles que, criticamente, irão permanecer sonhando que o PV um dia deixe de ser uma legenda e passe a ser um Partido. Para todos estes desejo boa sorte e tenho a certeza de que no futuro estaremos juntos novamente.
Quanto aos novos caminhos, gostaria de convidar a todos que ainda acreditam em utopias para participarem deste novo movimento que emergirá deste processo. O debate permanece aberto: o código florestal, as cidades sustentáveis, o perverso sistema eleitoral, a desigualdade social, a falta de investimento em capital humano e todos os dilemas que, apesar do avanço dos últimos dezesseis anos, ainda afligem boa parte dos cidadãos brasileiros.
Nesta semana voltei a ler “Os donos do Poder”, de Raymundo Faoro e, a cada página, percebia a sua atualidade, pois em nosso País uma minoria determina as peças orçamentárias, os percentuais de corrupção que tanto assolam as licitações e colocam em funcionamento as velhas máquinas partidárias que ainda funcionam a vapor e, conscientemente, trocaram os sonhos da militância pelo “doce” sabor do capital. Todos aqueles que desejam reaproximar a vida real desse Universo paralelo em que se tornou o mundo da política com o famoso toma lá da cá, tão desideologizado, participem, embarquem nessa grande nave movida à energia solar, plugada numa organização em rede, navegando nas ondas líquidas da era digital, onde o respeito, a diversidade, a pluralidade e a generosidade são valores inegociáveis.
Novas perguntas exigem novas respostas, seguiremos com o olhar no horizonte e com o desejo voltado ao sentimento de que ainda precisamos democratizar a democracia.
Um forte abraço
Maurício Brusadin
terça-feira, 5 de julho de 2011
Carta ao Presidente Nacional do PV
Ilustre Deputado José Luiz Penna
É com pesar que nos VERDES não entendemos como o senhor não entende a importância da MARINA SILVA para nossa legenda o quanto ganhamos com sua notoriedade, simpatia e simplicidade, além é claro da sua luta por sustentabilidade e transparência, podemos dizer que o PV existiu antes e depois da Marina Silva, não sabemos que rumo o PV tomara a partir de sua saída, mais uma coisa é certa Deputado Penna, é uma grande derrota para a democracia, saímos de um Grande Partido forte e com força para para sermos PRESIDENTE para sermos considerados fracos e sem futuro.
Nobre Deputado Penna, por esta falta de dialogo e por um estatuto super ultrapassado e fora da realidade DEMOCRÁTICA BRASILEIRA, esta atitude erronia de vossa parte em não ouvir a voz dos seus VERDES DE TODO O BRASIL, que participaram da transição democrática como uma maneira de expor nossos opiniões e pedir de forma democrática ao nosso Presidente que aceite as mudanças que se faz necessária para o crescimento do PARTIDO VERDE, infelizmente uma luta perdida !!
Deveríamos sim estar fortalecidos para 2012 falando sobre nossas propostas para o futuro das nossas cidades e preparando o terreno para 2014 onde certamente venceríamos a PRESIDÊNCIA DA REPUBLICA com a MARINA SILVA, fruto este que poderia ser de todos nos inclusive do senhor colocando em evidencia a luta VERDE.
Ilustre Deputado Penna e Presidente do PARTIDO VERDE, em um singelo pedido peço que o senhor levante a bandeira Branca, sente a mesa com o Grupo de Transição e aceite de imediato as propostas que não são apenas do grupo de transição mais sim de uma fatia grande dos VERDES DE TODO O BRASIL e peça que a MARINA SILVA fique !! Porque grande partes destes VEDES DE TODO O BRASIL, são filiados, Presidentes de executivas, candidatos e pré-candidatos para 2012 e nos trabalhamos muito para a MARINA SILVA 2010 e agora é a hora dela retribuir e trabalhar para nos EM 2012.
Sendo o que tinha para o momento renovo meus votos de estimas e consideração.
Marcos Taron
Pres. PV Gramado - RS
É com pesar que nos VERDES não entendemos como o senhor não entende a importância da MARINA SILVA para nossa legenda o quanto ganhamos com sua notoriedade, simpatia e simplicidade, além é claro da sua luta por sustentabilidade e transparência, podemos dizer que o PV existiu antes e depois da Marina Silva, não sabemos que rumo o PV tomara a partir de sua saída, mais uma coisa é certa Deputado Penna, é uma grande derrota para a democracia, saímos de um Grande Partido forte e com força para para sermos PRESIDENTE para sermos considerados fracos e sem futuro.
Nobre Deputado Penna, por esta falta de dialogo e por um estatuto super ultrapassado e fora da realidade DEMOCRÁTICA BRASILEIRA, esta atitude erronia de vossa parte em não ouvir a voz dos seus VERDES DE TODO O BRASIL, que participaram da transição democrática como uma maneira de expor nossos opiniões e pedir de forma democrática ao nosso Presidente que aceite as mudanças que se faz necessária para o crescimento do PARTIDO VERDE, infelizmente uma luta perdida !!
Deveríamos sim estar fortalecidos para 2012 falando sobre nossas propostas para o futuro das nossas cidades e preparando o terreno para 2014 onde certamente venceríamos a PRESIDÊNCIA DA REPUBLICA com a MARINA SILVA, fruto este que poderia ser de todos nos inclusive do senhor colocando em evidencia a luta VERDE.
Ilustre Deputado Penna e Presidente do PARTIDO VERDE, em um singelo pedido peço que o senhor levante a bandeira Branca, sente a mesa com o Grupo de Transição e aceite de imediato as propostas que não são apenas do grupo de transição mais sim de uma fatia grande dos VERDES DE TODO O BRASIL e peça que a MARINA SILVA fique !! Porque grande partes destes VEDES DE TODO O BRASIL, são filiados, Presidentes de executivas, candidatos e pré-candidatos para 2012 e nos trabalhamos muito para a MARINA SILVA 2010 e agora é a hora dela retribuir e trabalhar para nos EM 2012.
Sendo o que tinha para o momento renovo meus votos de estimas e consideração.
Marcos Taron
Pres. PV Gramado - RS
sábado, 2 de julho de 2011
PV de Campo Bom se posiciona quanto a quantidade de candeiras na Câmara de Vereadores
PV de Campo Bom apresenta posição referente ao número de vereadores para próxima legislatura na Câmara de Vereadores de Campo Bom
A sigla se posiciona pela manutenção das atuais 10 cadeiras existentes na Câmara. A posição foi apresentada pelo presidente municipal do PV Rogério Lavarda durante audiência pública nesta sexta-feira (01-07) na Câmara de Vereadores de Campo Bom
terça-feira, 28 de junho de 2011
Chimarreando com o PV de Esteio
Concentração Verdes de Esteio Sábado para novas Filiações e preparação para grande confraternização e concentração dos Verdes do Estado para o dia 06 de Agosto em nossa cidade.
Data Sábado 2 de Julho
10 horas as 12 horas
Traga sua Cuia e venha desfrutar de um gostoso Chimarrão e conversar com os Membros do PV de Esteio
Local (Esquina Democrática em frente ao Banco do Brasil) Centro Esteio Esquina Rua Padre Felipe, com Av. presidente Vargas.
Data Sábado 2 de Julho
10 horas as 12 horas
Traga sua Cuia e venha desfrutar de um gostoso Chimarrão e conversar com os Membros do PV de Esteio
Local (Esquina Democrática em frente ao Banco do Brasil) Centro Esteio Esquina Rua Padre Felipe, com Av. presidente Vargas.
Um novo Código Florestal manchado de tinta antifurto.
Dr. Antônio Libório Philomena
APROFURG / GT PA&MA
Para o Brasil, o ano de 2011 não é o Ano Internacional das Florestas. Agrobusiness, sim, é o salvador da Pátria, e por quê não, do Mundo? Além disso, no Patropi, não existem diferenças entre FLORESTA e plantio de monoculturas exóticas (como eucaliptos) - (Deve ter origem num tipo de cartilha semelhante à do MEC, onde 10-7=4!).
No Congresso (onde 27 dos componentes tem contas à acertar com o IBAMA e 144 com o TSJ), um relator comunista, incrivelmente, defendeu, com unhas e bigode, o capitalismo na forma de agricultura industrial, onde sementes, fertilizantes, venenos, máquinas agrícolas e o mercado são, quase na totalidade, controlados por estrangeiros. Vide exemplos:
• “Dados inéditos do cadastro rural do INCRA mostram, que até 2008, haviam 4,04 milhões de hectares registrados por estrangeiros. São 34.218 imóveis concentrados em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Bahia e Minas Gerais.” Revista PRODUZ (Ano VI, Nº 61, 2011. Pg 96)
• “Vamos continuar com as aquisições e os investimentos industriais no Brasil. O desenvolvimento da produção de etanol nos permite compensar integralmente a queda de nossa produção de açúcar aqui na França.” Revista Globo Rural (Philipe Duval do Grupo Tereos Internacional. Maio 2011, Nº 307. Pg 114)
A estratégia do lobby do agrobusiness era a urgência para votar, mesmo que nas sessões da Câmara, as verborréias virassem mantras como: “já foi exaustivamente discutido com a sociedade”, “todos somos ambientalistas ”, “Santa Catarina é um bom exemplo”, “Aldo Rebelo visitou todo o País e ouviu todos”, “as ONGs tem interesses estrangeiros para estagnar o Brasil”, “quem sabe preservar é o agricultor”, “compromisso com a área rural para dar segurança jurídica”, “a redenção da agricultura do Brasil”, “que em Rondônia desmatamento é mentira”, “a gente nem sabe quantas leis tem hoje”, “não tem nada que polua mais que a miséria”. Com o pequeno agricultor esvaziando o movimento, novos documentos científicos surgindo e o pescoço do Palocci a prêmio, o lobby agrobusiness estava impaciente e não queria ouvir mais nada.
Cabe registrar que naquele 25/05 às 16 h, na Câmara dos Deputados, quando foi anunciado o assassinato do casal de líderes extrativistas José Claúdio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo, que defendiam a Floresta Amazônica dos madeireiros ilegais, se ouviu uma imensa vaia oriunda de criaturas que deixaram externar quem realmente eram: bestiais, que por lucros, não respeitavam nem a desgraça de outras pessoas. Naquele momento, a prova estava clara: como esperar consideração para as florestas, os rios, os morros, os banhados e os seres que lá vivem, se não há consideração com os seus semelhantes humanos?
Ao final: 410 votos a favor, 63 contra; oficializado um retrocesso digno de Terceiro Mundo, onde leis, conhecimentos acadêmicos, práticas sustentáveis e a imensa propaganda verde das companhias foram derrubadas. É doentio, mas quem derruba árvores, também derruba pessoas. Como no livro “Fahrenheit 451”, os livros de Ecologia, Hidrografia, Direito Ambiental e Conservação foram queimados.
Numa análise histórica a votação fica mais clara ainda, quando se sabe que empresas financiaram 70% da receita dos partidos (da receita de R$ 722,7 milhões obtida pelos 12 maiores partidos, R$ 507,9 milhões vieram de doações de empresas). Conforme o TSE, das 19.658 empresas doadoras, 3.996 fizeram doações irregulares. Como exemplo, só a Bunge Fertilizantes liberou R$ 2,8 milhões na última campanha, sendo que o ex-Ministro do Planejamento Martus Tavares (atualmente é Vice-Presidente de Gestão da Bunge) estava presente nas discussões do Código.
Não se pode esquecer, que a terra no Brasil teve seu preço avultado, sendo assim, iniciada uma corrida contra o tempo para a aquisição de terras. Conforme a Informa Economics houve uma alta de 9% no preço médio das terras no último bimestre de 2010, quando o hectare foi cotado em média a R$ 5.000,00 (Agronômica, pequeno município de Santa Catarina, chega a ter o hectare negociado entre R$ 70.000,00 e 100.000,00).
Com os Órgãos fiscalizadores em completo desmanche (de pessoal, equipamentos e salários) houve um aumento de até 537% no desmatamento em Mato Grosso (em relação ao mesmo período de 2010) com utilização inclusive do correntão. O quadro geral confirmou o fato de que, por conta da “possível votação do novo Código Florestal”, a turma da motoserra se aproveitou da ocasião (expectativa de anistia ao desmatamento). O IBAMA chamou todos os agentes para a Região Norte (Amazônia) do País para conter os desmatamentos.
As notícias, debates e ações são tantas, que o principal é esquecido – o custo (os passivos) que a agricultura industrial perpetua, é a diminuição do futuro com a privatização do lucro e socialização do prejuízo. O processo é conhecido e referido, inclusive, com o substantivo TRAGÉDIA em outras regiões do Mundo, onde já experimentaram esses abusos.
O Brasil, citado em todos os documentos, como um dos países mais ricos do Planeta em NATUREZA não pode cair na vala de provedor relapso (isto é, leniente, no cuidado ambiental e trabalhista para compensar a ineficiência, a falta de logística e infraestrutura) de produtos primários, in natura, sem agregados. Comportamento de neocolônia, inclusive, provendo a preços irrisórios, energia, alimentos, minerais estratégicos, fibras e água a países que são nossos concorrentes.
A nova metodologia de quantificação de sustentabilidade, desenvolvida por Rees e Wackernagel, denominada Pegada Ecológica, nos sinaliza fortemente como será o futuro. A agricultura brasileira é uma atividade, que se aproveita da situação de produção de alimentos, para estabelecer a ilegalidade (no Rio Grande do Sul, apenas 0,57% dos imóveis observam as Reservas Legais, enquanto no Brasil, a média é 9,58%, também preocupante em termos de cumprimento de leis). O Presidente da Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (FAMATO), Rui Prado, faz o canto da sereia: “Se não houver a alteração (do Código Florestal), cerca de 90% dos produtores vão ser classificados como criminosos e receberão pena por crime ambiental”. Exatamente, esta ilegalidade em massa (à luz do atual Código em vigor) é a mancha de tinta antifurto. Aquela, que o Sr. Luiz Inácio da Silva, também dissimulou ao dizer que: “Todo mundo sempre fez assim no Brasil”. Afinal, ele era “o cara”! Esta mancha mostra uma tentativa de furto, um furto do futuro de todos os brasileiros. Muito pior que furto a caixas eletrônicos de bancos, pois as consequências são maiores e se estendem a longo prazo (roubando o futuro das gerações que ainda não vieram). Quanto aos furtos de caixas eletrônicos, é sabido que para as seguradoras existe previsão de perda/furto nos bancos; e o lobby deste tipo de assaltantes, não é tão grande quanto do agrobusiness.
A proposta do novo Código Florestal amealhará 200 mil Km² de matas nativas (uma área igual ao Estado de São Paulo), mesmo que exista um passivo na ordem de 83 milhões de hectares em áreas de preservação ocupadas irregularmente – uma área quase igual ao Estado do Mato Grosso ou de um país como a Venezuela (com uma estimativa de passivo pela erosão causada nestas áreas na ordem de R$ 9,3 bilhões anuais). Segundo o documento do GT da ABC e SBPC de maio de 2011: ”Estima-se, que existam hoje no Brasil, 61 milhões de hectares de terras degradadas, que poderiam ser recuperadas e usadas na produção de alimentos”. Sugere-se que some-se a esta área os 400 mil hectares, que poderiam produzir alimentos, mas produzem fumo!
A mancha antifurto também é encontrada nos 2 bilhões de Reais, que estão parados e deveriam ser usados para cortar as emissões de 156 milhões de toneladas de CO2 do setor agropecuário até 2020. Esses recursos estão disponíveis desde setembro de 2010 no BNDES e no Banco do Brasil com juros mais baixos (5,5% ao ano com prazo de 12 anos). Como não é para comprar motosserras, ninguém usou um centavo. O agrobusiness gosta mesmo de subsídios, onde a mancha é mais difícil de se ver.
Para os gaúchos, a mancha antifurto é bem marcada, pois, não bastassem todas essas “tentativas”, a Associação Brasileira de Sementes e Mudas (ABRASEM) e a Consultoria Céleres divulgaram, que o Rio Grande do Sul está em último lugar em rendimento entre os 17 estados produtores de soja e em 9º, no rendimento da produção de milho.
Só para lembrar, se a agricultura fosse sempre ouvida, do Século XIX até hoje manteríamos a escravatura, pois o lobby da época afirmava, que sem os escravos a nobre atividade de produzir alimentos desapareceria. Esta foi uma das razões, que levou o Brasil a ser um dos últimos países a decretar legalmente o fim da escravidão no País.
A estória se repete.
Até quando?
APROFURG / GT PA&MA
Para o Brasil, o ano de 2011 não é o Ano Internacional das Florestas. Agrobusiness, sim, é o salvador da Pátria, e por quê não, do Mundo? Além disso, no Patropi, não existem diferenças entre FLORESTA e plantio de monoculturas exóticas (como eucaliptos) - (Deve ter origem num tipo de cartilha semelhante à do MEC, onde 10-7=4!).
No Congresso (onde 27 dos componentes tem contas à acertar com o IBAMA e 144 com o TSJ), um relator comunista, incrivelmente, defendeu, com unhas e bigode, o capitalismo na forma de agricultura industrial, onde sementes, fertilizantes, venenos, máquinas agrícolas e o mercado são, quase na totalidade, controlados por estrangeiros. Vide exemplos:
• “Dados inéditos do cadastro rural do INCRA mostram, que até 2008, haviam 4,04 milhões de hectares registrados por estrangeiros. São 34.218 imóveis concentrados em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Bahia e Minas Gerais.” Revista PRODUZ (Ano VI, Nº 61, 2011. Pg 96)
• “Vamos continuar com as aquisições e os investimentos industriais no Brasil. O desenvolvimento da produção de etanol nos permite compensar integralmente a queda de nossa produção de açúcar aqui na França.” Revista Globo Rural (Philipe Duval do Grupo Tereos Internacional. Maio 2011, Nº 307. Pg 114)
A estratégia do lobby do agrobusiness era a urgência para votar, mesmo que nas sessões da Câmara, as verborréias virassem mantras como: “já foi exaustivamente discutido com a sociedade”, “todos somos ambientalistas ”, “Santa Catarina é um bom exemplo”, “Aldo Rebelo visitou todo o País e ouviu todos”, “as ONGs tem interesses estrangeiros para estagnar o Brasil”, “quem sabe preservar é o agricultor”, “compromisso com a área rural para dar segurança jurídica”, “a redenção da agricultura do Brasil”, “que em Rondônia desmatamento é mentira”, “a gente nem sabe quantas leis tem hoje”, “não tem nada que polua mais que a miséria”. Com o pequeno agricultor esvaziando o movimento, novos documentos científicos surgindo e o pescoço do Palocci a prêmio, o lobby agrobusiness estava impaciente e não queria ouvir mais nada.
Cabe registrar que naquele 25/05 às 16 h, na Câmara dos Deputados, quando foi anunciado o assassinato do casal de líderes extrativistas José Claúdio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo, que defendiam a Floresta Amazônica dos madeireiros ilegais, se ouviu uma imensa vaia oriunda de criaturas que deixaram externar quem realmente eram: bestiais, que por lucros, não respeitavam nem a desgraça de outras pessoas. Naquele momento, a prova estava clara: como esperar consideração para as florestas, os rios, os morros, os banhados e os seres que lá vivem, se não há consideração com os seus semelhantes humanos?
Ao final: 410 votos a favor, 63 contra; oficializado um retrocesso digno de Terceiro Mundo, onde leis, conhecimentos acadêmicos, práticas sustentáveis e a imensa propaganda verde das companhias foram derrubadas. É doentio, mas quem derruba árvores, também derruba pessoas. Como no livro “Fahrenheit 451”, os livros de Ecologia, Hidrografia, Direito Ambiental e Conservação foram queimados.
Numa análise histórica a votação fica mais clara ainda, quando se sabe que empresas financiaram 70% da receita dos partidos (da receita de R$ 722,7 milhões obtida pelos 12 maiores partidos, R$ 507,9 milhões vieram de doações de empresas). Conforme o TSE, das 19.658 empresas doadoras, 3.996 fizeram doações irregulares. Como exemplo, só a Bunge Fertilizantes liberou R$ 2,8 milhões na última campanha, sendo que o ex-Ministro do Planejamento Martus Tavares (atualmente é Vice-Presidente de Gestão da Bunge) estava presente nas discussões do Código.
Não se pode esquecer, que a terra no Brasil teve seu preço avultado, sendo assim, iniciada uma corrida contra o tempo para a aquisição de terras. Conforme a Informa Economics houve uma alta de 9% no preço médio das terras no último bimestre de 2010, quando o hectare foi cotado em média a R$ 5.000,00 (Agronômica, pequeno município de Santa Catarina, chega a ter o hectare negociado entre R$ 70.000,00 e 100.000,00).
Com os Órgãos fiscalizadores em completo desmanche (de pessoal, equipamentos e salários) houve um aumento de até 537% no desmatamento em Mato Grosso (em relação ao mesmo período de 2010) com utilização inclusive do correntão. O quadro geral confirmou o fato de que, por conta da “possível votação do novo Código Florestal”, a turma da motoserra se aproveitou da ocasião (expectativa de anistia ao desmatamento). O IBAMA chamou todos os agentes para a Região Norte (Amazônia) do País para conter os desmatamentos.
As notícias, debates e ações são tantas, que o principal é esquecido – o custo (os passivos) que a agricultura industrial perpetua, é a diminuição do futuro com a privatização do lucro e socialização do prejuízo. O processo é conhecido e referido, inclusive, com o substantivo TRAGÉDIA em outras regiões do Mundo, onde já experimentaram esses abusos.
O Brasil, citado em todos os documentos, como um dos países mais ricos do Planeta em NATUREZA não pode cair na vala de provedor relapso (isto é, leniente, no cuidado ambiental e trabalhista para compensar a ineficiência, a falta de logística e infraestrutura) de produtos primários, in natura, sem agregados. Comportamento de neocolônia, inclusive, provendo a preços irrisórios, energia, alimentos, minerais estratégicos, fibras e água a países que são nossos concorrentes.
A nova metodologia de quantificação de sustentabilidade, desenvolvida por Rees e Wackernagel, denominada Pegada Ecológica, nos sinaliza fortemente como será o futuro. A agricultura brasileira é uma atividade, que se aproveita da situação de produção de alimentos, para estabelecer a ilegalidade (no Rio Grande do Sul, apenas 0,57% dos imóveis observam as Reservas Legais, enquanto no Brasil, a média é 9,58%, também preocupante em termos de cumprimento de leis). O Presidente da Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (FAMATO), Rui Prado, faz o canto da sereia: “Se não houver a alteração (do Código Florestal), cerca de 90% dos produtores vão ser classificados como criminosos e receberão pena por crime ambiental”. Exatamente, esta ilegalidade em massa (à luz do atual Código em vigor) é a mancha de tinta antifurto. Aquela, que o Sr. Luiz Inácio da Silva, também dissimulou ao dizer que: “Todo mundo sempre fez assim no Brasil”. Afinal, ele era “o cara”! Esta mancha mostra uma tentativa de furto, um furto do futuro de todos os brasileiros. Muito pior que furto a caixas eletrônicos de bancos, pois as consequências são maiores e se estendem a longo prazo (roubando o futuro das gerações que ainda não vieram). Quanto aos furtos de caixas eletrônicos, é sabido que para as seguradoras existe previsão de perda/furto nos bancos; e o lobby deste tipo de assaltantes, não é tão grande quanto do agrobusiness.
A proposta do novo Código Florestal amealhará 200 mil Km² de matas nativas (uma área igual ao Estado de São Paulo), mesmo que exista um passivo na ordem de 83 milhões de hectares em áreas de preservação ocupadas irregularmente – uma área quase igual ao Estado do Mato Grosso ou de um país como a Venezuela (com uma estimativa de passivo pela erosão causada nestas áreas na ordem de R$ 9,3 bilhões anuais). Segundo o documento do GT da ABC e SBPC de maio de 2011: ”Estima-se, que existam hoje no Brasil, 61 milhões de hectares de terras degradadas, que poderiam ser recuperadas e usadas na produção de alimentos”. Sugere-se que some-se a esta área os 400 mil hectares, que poderiam produzir alimentos, mas produzem fumo!
A mancha antifurto também é encontrada nos 2 bilhões de Reais, que estão parados e deveriam ser usados para cortar as emissões de 156 milhões de toneladas de CO2 do setor agropecuário até 2020. Esses recursos estão disponíveis desde setembro de 2010 no BNDES e no Banco do Brasil com juros mais baixos (5,5% ao ano com prazo de 12 anos). Como não é para comprar motosserras, ninguém usou um centavo. O agrobusiness gosta mesmo de subsídios, onde a mancha é mais difícil de se ver.
Para os gaúchos, a mancha antifurto é bem marcada, pois, não bastassem todas essas “tentativas”, a Associação Brasileira de Sementes e Mudas (ABRASEM) e a Consultoria Céleres divulgaram, que o Rio Grande do Sul está em último lugar em rendimento entre os 17 estados produtores de soja e em 9º, no rendimento da produção de milho.
Só para lembrar, se a agricultura fosse sempre ouvida, do Século XIX até hoje manteríamos a escravatura, pois o lobby da época afirmava, que sem os escravos a nobre atividade de produzir alimentos desapareceria. Esta foi uma das razões, que levou o Brasil a ser um dos últimos países a decretar legalmente o fim da escravidão no País.
A estória se repete.
Até quando?
domingo, 26 de junho de 2011
PV de Sapucaia reúne pre-candidatos em almoço
A Carreata realizada neste domingo dia 26/06/2011 as 10:00 horas com saída da Av.: Leônidas de Souza, em frente a Estação Luiz Pasteur ao lado da Recrosul, com um trajeto de 19 Km com término no Bairro Vila Feliz no Horto Florestal, após foi realizado um almoço com Churrasco e saladas variadas, o evento reuniu mais de uma cento e vinte filiados, adeptos e admiradores do Partido, que unidos desfilaram organizados pelas ruas e avenidas de Sapucaia do Sul na fria manhã de domingo. O objetivo do evento segundo seus organizadores é demonstrar que o Partido está criando forças através da competência do grupo e trabalho para realização em eventos e demonstração dos propósitos deste grupo para os próximos anos.
O almoço reuniu os membros da executiva, filiados, admiradores e convidados que fizeram uma verdadeira festa, com churrascada, buffet, discurso, cantoria, trova e apresentação dos inscritos pré- candidatos do Partido Verde. A força Jovem se demonstrou presente e com garra, assim como a liderança mais antiga do partido.A força feminina também deu uma verdadeira lição de união pelos seus propósitos.
Organizado pela Executiva do PV Sapucaia
Presidente João Camargo do Nascimento
Vice Jose Alirio Silveira
1º Secret. Finanças Osmar Luiz veek
1º Secret. Jovem Volmar Hufmann
1ªSecretária Chica
Presentes também os membros da executiva de Esteio
sexta-feira, 24 de junho de 2011
PV de Sapucaia do Sul Promove Carreata
A Carreata será realizada no Domingo dia 26/06/2011 as 10:00 horas com saída da Av: Leônidas de Souza, em frente a Estação Luiz Pasteur ao lado da Recrosul, será um trajeto de 19 Km com término no Bairro Vila Feliz no Horto Florestal, após teremos um almoço com Churrasco e saladas variadas, no valor de R$ 10,00 por pessoa na Sede Campestre.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Partido Verde de Arroio do Sal teve espaço negado na Câmara de Vereadores
O PV de Arrio do Sal teve espaço na Câmara de Vereadores negado, então foi a rádio comunitaria e fez o seguinte pronunciamento a comunidade no nome de seu presidente Márcio Santos;O Partido Verde de Arroio do Sal quer cumprir com o seu papel junto a comunidade arroiosalense na construcão de um modelo de gestão ética, transparente, e sustentável e desde já como sempre foi,que a camara municipal cumpra sempre o seu papel constitucional e legal de fiscalizador do poder executivo municipal e guardião do estado de direito e democrático, bem como o Ministério Público na condicão de guardião da lei, do interesse da coletividade e do erário público.O Partido Verde vem de imediato propor aos vereadores que lutem mais em favor do povo de Arroio do Sal. daqueles cidadãos comuns dos balneários, do centro, enfim de todos cidadaos em favor de seus direitos,que alias sao seus eleitores,no IPTU mais barato,num transporte coletivo mais àgil, em uma saúde melhor, em projetos sustentáveis para a comunidade, sempre fazendo política social, para o povo e nao politicagem.nunca em hipotese alguma esquecendo que foi este mesmo povo que os colocou no poder, na Câmara e o mais importante disto tudo, e este povo que paga os seus salários com seus impostos.O Partido Verde quer ajudar com projetos no ecoturismo e no turismo cultural, explorando nossas belas praias, nossas lindas paisagens dos nossos campos e também apoiando as nossas tradiçoes gaúchas que aqui temos fortes raízes.Resumindo o Partido Verde veio para Arroio do Sal para ser mais um na defesa do meio hambiente,da natureza e principalmente do povo de Arroio do Sal.
domingo, 19 de junho de 2011
PV de Imbé com pré-candidato a prefeito
O Partido Verde de Imbé, está liderando um bloco de oposição ao atual governo municipal, juntamente com o PCdoB, PR, PT, e PPS. O PV de Imbé, deve lançar candidato ao executivo municipal, e o nome do ex- Secretário Municipal de Planejamento e Meio Ambiente e Presidente da Comissão Provisória do PV, Osmar Júnior, deve ser lançado nas próximas semanas.
Dedo do PV no apoio a pequenos produtores rurais
Prefeita se nega a respeitar Lei Municipal
A Prefeita de Ivoti,Maria de Lurdes Bauermann, do PP, se nega a respeitar lei aprovada pela Câmara Municipal. A Prefeita, através do seu departamento jurídico, entrou com uma ação direta de inconstitucionalidade no Ministério Público do Rio Grande do Sul objetivando a retirada do ordenamento jurídico do parágrafo 4º do artigo 38 da Lei n.º 2.582/2010 do Município de Ivoti. Segundo a prefeita , o dispositivo evidencia violação aos artigos 1º e 8º da Constituição Estadual, por não observância ao sistema tributário insculpido na regra do artigo 140 da Carta da Província. Maria de Lurdes alega que o Poder Legislativo do seu Município ultrapassou seus limites de competência tributária, na medida em que criou hipótese de não incidência do Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana .// O parecer da PROCURDORIA:PARECER PELA REJEIÇÃO DA PRELIMINAR ARGUIDA PELO ESTADO E, NO MÉRITO, PELA IMPROCEDÊNCIA DA AÇÃO.///
Ressalta-se que no dia da votação da emenda à lei municipal, os produtores rurais lotaram o plenário da Câmara, mostrando força na luta pela justiça. Justamente em época de cobrança do imposto, é de suma importância alertar os produtores rurais de IVOTI :
QUEM PAGA ITR NÃO PAGA IPTU
Cristine Martina Koch - Jornalista
A Prefeita de Ivoti,Maria de Lurdes Bauermann, do PP, se nega a respeitar lei aprovada pela Câmara Municipal. A Prefeita, através do seu departamento jurídico, entrou com uma ação direta de inconstitucionalidade no Ministério Público do Rio Grande do Sul objetivando a retirada do ordenamento jurídico do parágrafo 4º do artigo 38 da Lei n.º 2.582/2010 do Município de Ivoti. Segundo a prefeita , o dispositivo evidencia violação aos artigos 1º e 8º da Constituição Estadual, por não observância ao sistema tributário insculpido na regra do artigo 140 da Carta da Província. Maria de Lurdes alega que o Poder Legislativo do seu Município ultrapassou seus limites de competência tributária, na medida em que criou hipótese de não incidência do Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana .// O parecer da PROCURDORIA:PARECER PELA REJEIÇÃO DA PRELIMINAR ARGUIDA PELO ESTADO E, NO MÉRITO, PELA IMPROCEDÊNCIA DA AÇÃO.///
Ressalta-se que no dia da votação da emenda à lei municipal, os produtores rurais lotaram o plenário da Câmara, mostrando força na luta pela justiça. Justamente em época de cobrança do imposto, é de suma importância alertar os produtores rurais de IVOTI :
QUEM PAGA ITR NÃO PAGA IPTU
Cristine Martina Koch - Jornalista
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Opinião pública em disputa
Pesquisa de opinião pública, neste início de junho, indica que 80 % dos brasileiros estariam contra as alterações que os Deputados Federais propuseram na votação sobre o Código Florestal. O resultado dessa pesquisa é um fato surpreendente, diante do grande assédio aos pequenos agricultores, aos prefeitos do interior e de todas as matérias na grande mídia falando da “necessidade” de rever tal código, sob risco de “falência” da agricultura.
Os cientistas e os técnicos em extensão rural (quer dizer, que trabalham em funções de assessoria técnica aos agricultores), na sua grande maioria, contestam a tese de que o Código Florestal precisaria ser modificado para não levar à “falência” do campo e dos municípios do interior. Sustentam o contrário, que a falta de cuidados ambientais é que resultaria em esgotamento de recursos logo adiante (como já ocorreu em algumas regiões rurais da China, por exemplo). Aliás, os pequenos agricultores sempre tiveram um tratamento diferenciado nessa questão, mesmo os defensores das leis contra o desmatamento aceitam regras mais flexíveis para os pequenos. Eles são alvo, na verdade, de uma disputa pelo seu apoio – que é parte da disputa de “imagem” das teses defendidas junto ao público em geral.
A luta pela opinião pública é fundamental em qualquer assunto que mexa com os interesses das pessoas. Dizem generais americanos, por exemplo, que foi aí que os Estados Unidos perderam a guerra do Vietnã, pois não conseguiram conquistar os “corações e mentes” das pessoas. A analogia serve para esse caso, pois o debate sobre a produtividade agrícola se tornou uma verdadeira “guerra” no nosso país.
Rica em contradições, aliás, como toda guerra. O senador Blairo Maggi, também ex-governador (MT) e conhecido latifundiário (ao qual já foi atribuído o título de “motosserra de ouro”), diz agora (em entrevista à Folha de S.Paulo) que o texto do Código Florestal aprovado pela Câmara Federal concede “anistia ampla, geral e irrestrita” a desmatadores e precisa ser alterado pelo Senado. Em contraste, a nova ministra Gleisi Hoffmann, recém indicada, precisa ser “enquadrada” por Dilma por já ter defendido publicamente posição contrária à da Presidenta.
Quem mensurar os espaços de mídia na defesa das duas teses em guerra – a de “mais áreas para agricultura” versus a de “melhor aproveitamento destas áreas” – pode constatar os generosos espaços para a tese do relator Aldo Rebelo, que chegou a ser premiado por ruralistas com o título de “Ambientalista de Ouro”. Disputa de palavras, tentativa de “marketing político”, é claro, como se fosse tão simples impingir algo à opinião pública, atribuindo um título a alguém, que contradiz suas ações. Como se vê pela pesquisa de opinião pública, não “colou”.
Montserrat Martins
Os cientistas e os técnicos em extensão rural (quer dizer, que trabalham em funções de assessoria técnica aos agricultores), na sua grande maioria, contestam a tese de que o Código Florestal precisaria ser modificado para não levar à “falência” do campo e dos municípios do interior. Sustentam o contrário, que a falta de cuidados ambientais é que resultaria em esgotamento de recursos logo adiante (como já ocorreu em algumas regiões rurais da China, por exemplo). Aliás, os pequenos agricultores sempre tiveram um tratamento diferenciado nessa questão, mesmo os defensores das leis contra o desmatamento aceitam regras mais flexíveis para os pequenos. Eles são alvo, na verdade, de uma disputa pelo seu apoio – que é parte da disputa de “imagem” das teses defendidas junto ao público em geral.
A luta pela opinião pública é fundamental em qualquer assunto que mexa com os interesses das pessoas. Dizem generais americanos, por exemplo, que foi aí que os Estados Unidos perderam a guerra do Vietnã, pois não conseguiram conquistar os “corações e mentes” das pessoas. A analogia serve para esse caso, pois o debate sobre a produtividade agrícola se tornou uma verdadeira “guerra” no nosso país.
Rica em contradições, aliás, como toda guerra. O senador Blairo Maggi, também ex-governador (MT) e conhecido latifundiário (ao qual já foi atribuído o título de “motosserra de ouro”), diz agora (em entrevista à Folha de S.Paulo) que o texto do Código Florestal aprovado pela Câmara Federal concede “anistia ampla, geral e irrestrita” a desmatadores e precisa ser alterado pelo Senado. Em contraste, a nova ministra Gleisi Hoffmann, recém indicada, precisa ser “enquadrada” por Dilma por já ter defendido publicamente posição contrária à da Presidenta.
Quem mensurar os espaços de mídia na defesa das duas teses em guerra – a de “mais áreas para agricultura” versus a de “melhor aproveitamento destas áreas” – pode constatar os generosos espaços para a tese do relator Aldo Rebelo, que chegou a ser premiado por ruralistas com o título de “Ambientalista de Ouro”. Disputa de palavras, tentativa de “marketing político”, é claro, como se fosse tão simples impingir algo à opinião pública, atribuindo um título a alguém, que contradiz suas ações. Como se vê pela pesquisa de opinião pública, não “colou”.
Montserrat Martins
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Conclamação aos nosso parlamentares!
O que falar sobre impostos no Brasil? Que são abusivos? Não. Isto já está batido! Que se gasta em torno de 5 meses ao ano para quitar o total de impostos do Estado do Brasil? Também não! Isto todos já sabem idem.
A imprensa já divulgou várias vezes, cumprindo com o seu papel. Mas nem precisava. O cidadão, o trabalhador, enfim, o povo sente no bolso, sempre! Então, o que dizer sobre impostos? Bem, eu tenho uma convicção, e ela se centra numa só palavra: reação! Da sociedade e, principalmente, dos nossos representantes!
Porque não adianta protestar ou denunciar. São parcos os resultados práticos. Eu quero fazer diferente, eu quero é propor! Propor aos representantes que reajam em favor do povo, do cidadão comum, em favor de seus eleitores! Que enfrentem o desafio: o de defender os interesses dos cidadãos que representam (e que, aliás, pagam os seus salários).
Não é possível que eles não achem caro o preço da gasolina. Não consigo imaginar que algum vereador ou deputado suba a tribuna para elogiar esse preço ou para defender o aumento da carga tributária. Isto é inconcebível até mesmo para a imaginação de cada um de nós, seus eleitores.
Não bastasse o valor absurdo da gasolina, de Seguro Obrigatório, do IPVA que nunca vai para as estradas e o constitucionalmente discutível pedágio; não bastasse todos os juros abusivos nos financiamentos, agora querem impor uma neurótica inspeção veicular! Sob o sofisma patético de reduzir a poluição sonora e de gases. Ora, por favor! Chega de subestimar a nossa inteligência! Isto não resolverá questões estruturais de transporte e trânsito no Rio Grande do Sul. Não melhorará a logística, não duplicará estradas, não desafogará o trânsito caótico das cidades. Só aumentará a arrecadação do governo, sem retorno objetivo nenhum para a sociedade.
Se o que desejam é melhorar as finanças do Estado, que reduzam custos! Que diminuam secretarias e cargos de confiança, que só aumentam a cada governo! Se o que desejam é a diminuição da poluição, que não aviltem o já onerado cidadão!
Chega! Precisamos dar um basta nessa acomodação. Eu quero é conclamar nossos atuais representantes a, verdadeiramente, lutarem e defenderem os interesses daqueles a quem devem representar. Que eles gritem e esbravejem nas suas respectivas tribunas: chega de mais imposto$!
Se vossas excelências não sabem os interesses de quem representam, eu os ajudo a lembrar: são os interesses do povo! Eu e mais de 190 mil rio-grandinos e mais de 12 milhões de rio-grandenses aguardamos os resultados do vosso trabalho, sem esquecerem que foi o povo que lhes concedeu esse mandato e sem esquecerem de que a força do povo está nas urnas. Portanto, senhores legisladores, cumpram com a obrigação que lhes foi oportunizada pelo povo e nos defendam! Está lançado o desafio. Muito obrigado.
Matheus Duarte*
*Advogado rio-grandino
A imprensa já divulgou várias vezes, cumprindo com o seu papel. Mas nem precisava. O cidadão, o trabalhador, enfim, o povo sente no bolso, sempre! Então, o que dizer sobre impostos? Bem, eu tenho uma convicção, e ela se centra numa só palavra: reação! Da sociedade e, principalmente, dos nossos representantes!
Porque não adianta protestar ou denunciar. São parcos os resultados práticos. Eu quero fazer diferente, eu quero é propor! Propor aos representantes que reajam em favor do povo, do cidadão comum, em favor de seus eleitores! Que enfrentem o desafio: o de defender os interesses dos cidadãos que representam (e que, aliás, pagam os seus salários).
Não é possível que eles não achem caro o preço da gasolina. Não consigo imaginar que algum vereador ou deputado suba a tribuna para elogiar esse preço ou para defender o aumento da carga tributária. Isto é inconcebível até mesmo para a imaginação de cada um de nós, seus eleitores.
Não bastasse o valor absurdo da gasolina, de Seguro Obrigatório, do IPVA que nunca vai para as estradas e o constitucionalmente discutível pedágio; não bastasse todos os juros abusivos nos financiamentos, agora querem impor uma neurótica inspeção veicular! Sob o sofisma patético de reduzir a poluição sonora e de gases. Ora, por favor! Chega de subestimar a nossa inteligência! Isto não resolverá questões estruturais de transporte e trânsito no Rio Grande do Sul. Não melhorará a logística, não duplicará estradas, não desafogará o trânsito caótico das cidades. Só aumentará a arrecadação do governo, sem retorno objetivo nenhum para a sociedade.
Se o que desejam é melhorar as finanças do Estado, que reduzam custos! Que diminuam secretarias e cargos de confiança, que só aumentam a cada governo! Se o que desejam é a diminuição da poluição, que não aviltem o já onerado cidadão!
Chega! Precisamos dar um basta nessa acomodação. Eu quero é conclamar nossos atuais representantes a, verdadeiramente, lutarem e defenderem os interesses daqueles a quem devem representar. Que eles gritem e esbravejem nas suas respectivas tribunas: chega de mais imposto$!
Se vossas excelências não sabem os interesses de quem representam, eu os ajudo a lembrar: são os interesses do povo! Eu e mais de 190 mil rio-grandinos e mais de 12 milhões de rio-grandenses aguardamos os resultados do vosso trabalho, sem esquecerem que foi o povo que lhes concedeu esse mandato e sem esquecerem de que a força do povo está nas urnas. Portanto, senhores legisladores, cumpram com a obrigação que lhes foi oportunizada pelo povo e nos defendam! Está lançado o desafio. Muito obrigado.
Matheus Duarte*
*Advogado rio-grandino
domingo, 12 de junho de 2011
Verdes gaúchos em ato de apoio a Agapan
O Partido Verde participou da manifestação em apoio a Agapan que teve sua sede destruida. A manifestação contou também com diversas lideranças do PSol. A passeata pela cidade que também é contra as alterações no Código Florestal. As lideranças do PV participaram de um ato onde foi plantada uma árvore. + fotos
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Entenda o pedido de cassação da prefeita de Gravataí pelo PV
Entenda os motivos do pedido de cassação da Prefeita Rita Sanco. Quem fez o pedido de cassação foram os cidadãos contribuintes Marcos Monteiro e Cláudio Ávila, ambos dirigentes partidários e receberam o apoio do PV, OAB, PARTIDOS DE OPOSIÇÃO E ENTIDADES DE CLASSE.
http://www.youtube.com/user/ulbratv48uhfpoa#p/c/11/PXGYtL_BTLQ
http://www.youtube.com/user/ulbratv48uhfpoa#p/c/11/PXGYtL_BTLQ
Protesto em apoio a Agapan no Bom Fim neste Sábado
Neste sábado dia 11/06 na feira do Bom Fim (Porto Alegre)haverá um ato de protesto em relação à demolição da sede da Agapan ocorrido esta semana.
Nesta caminhada estarão juntos o PSOL e o PV e é muito importante que estejamos todos presentes, nós do PV, de camisetas verdes ou do partido e com bandeiras. Multipliquem este aviso, porque não tenho o email de todos.
O ponto de encontro é às 10 h na José Bonifácio na frente da Igreja Santa Terezinha. De lá sairemos em caminhada em direção à Agapan às 10:30.
E também a partir deste domingo o PV estará regularmente na no Brique da Redenção, prestigiem
Nesta caminhada estarão juntos o PSOL e o PV e é muito importante que estejamos todos presentes, nós do PV, de camisetas verdes ou do partido e com bandeiras. Multipliquem este aviso, porque não tenho o email de todos.
O ponto de encontro é às 10 h na José Bonifácio na frente da Igreja Santa Terezinha. De lá sairemos em caminhada em direção à Agapan às 10:30.
E também a partir deste domingo o PV estará regularmente na no Brique da Redenção, prestigiem
quarta-feira, 8 de junho de 2011
PV de Esteio comemora dia do Meio Ambiente no Parque Galvany Guedes
Na manhã de Domingo dia 5 de Junho, Militantes e Simpatizantes do Partido Verde , estiveram presentes no Parque Galvany Guedes em Esteio para comemorar o dia do meio Ambiente, o evento , que começou as 10 horas da manhã com roda de Chimarrão, Bate Papo sobre Meio Ambiente e atuação do ser humano no meio em que vivemos, se estendeu até as 14 horas após almoço. A vertente do Partido Verde é desenvolvimento sustentável com respeito ao ambiente natural e nós de Esteio contemplamos este dia com alegria de estarmos no caminho para uma sociedade melhor.
PV RS se manifesta sobre destruição da sede da Agapan
Referente a destruição da sede da AGAPAN – Associação Gaúcha De Proteção Ao Meio Ambiente Natural.
O PV participará de ato de protesto contra a destuição da sede da Agapan, junto com ato contra o desmanche do Código Florestal, que ocorrerá no próximo sábado a partir das 10 h 30 min.
O ato partirá da feira ecológica (no brique da Redenção), começando pelo início próximo à esquina com Av.Oswaldo Aranha e se dirigindo em direção ao Expediciónário, para depois ir até a sede da Agapan, onde será feito ato simbólico com plantas no local.
A presidente do PV RS, Marivaine Alencastro Barbosa, endereçou ofícios ao prefeito municipal, presidente da câmara de vereadores, secretário da SMIC e presidente da comissão do meio ambiente da Câmara de Vereadores de Porto Alegre exigindo imediatas providências das autoridades municipais quanto a demolição da sede da AGAPAN, ocorrida no dia 06 de junho do corrente ano em porto alegre. Postulou que sejam apurados todos os fatos e os responsáveis punidos, solicitou, ainda, que seja determinada a reconstrução da sede, com objetivo de minimizar os prejuízos sofridos pela entidade.
O PV participará de ato de protesto contra a destuição da sede da Agapan, junto com ato contra o desmanche do Código Florestal, que ocorrerá no próximo sábado a partir das 10 h 30 min.
O ato partirá da feira ecológica (no brique da Redenção), começando pelo início próximo à esquina com Av.Oswaldo Aranha e se dirigindo em direção ao Expediciónário, para depois ir até a sede da Agapan, onde será feito ato simbólico com plantas no local.
A presidente do PV RS, Marivaine Alencastro Barbosa, endereçou ofícios ao prefeito municipal, presidente da câmara de vereadores, secretário da SMIC e presidente da comissão do meio ambiente da Câmara de Vereadores de Porto Alegre exigindo imediatas providências das autoridades municipais quanto a demolição da sede da AGAPAN, ocorrida no dia 06 de junho do corrente ano em porto alegre. Postulou que sejam apurados todos os fatos e os responsáveis punidos, solicitou, ainda, que seja determinada a reconstrução da sede, com objetivo de minimizar os prejuízos sofridos pela entidade.
terça-feira, 7 de junho de 2011
PV de Viamão promoveu ato no dia do Meio Ambiente
Entregamos mudas frutiferas domingo passado dia 05/06 na Praça Liberdade na vila Santa Isabel em Viamão onde realizamos filiações com a presença dos membros da Executiva Municipal e filiados orientamos como fazer mudas e sua distribuição.
Presentes Luiz Carlos Ribeiro Secretário de Formação Politica, Teseureiro Alberto Avila, Luciano Reis Presidente, e Mauro Rossal Carvalho responsável pela confecção das mudas e sua distribuição e José Renato Rossal Carvalho Secretário de Organização do Município e Secretário Estadual do PV/RS.
PV DE IMBÉ COMEMORA O DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE
Para comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente, no dia 05 de junho, o Partido Verde de Imbé (PV), realizou no Lago do Braço Morto, a distribuição de cerca de 100 (cem) mudas de Ingá-Feijão, árvore nativa da região.
O Presidente Municipal, Osmar Júnior, e membros do Partido Verde de Imbé, recepcionaram os visitantes com dicas de preservação ambiental, chimarrão, balas para a criançada, além da distribuição das mudas.
O Partido Verde pretende realizar mais atividades durante todos os meses do ano, para, passar a mensagem de proteção ao meio ambiente, principalmente para as crianças e jovens, enfatiza o Presidente Municipal do PV de Imbé, Osmar Júnior.
UMA SOLUÇÃO SUSTENTÁVEL PARA O BIOMA PAMPA GAÚCHO
Pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) lançaram o documento Mapeamento da cobertura vegetal do Bioma Pampa, após três anos de elaboração. O trabalho faz parte do Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira (ProBio), iniciativa do Ministério do Meio Ambiente (MMA) que pretende mapear os remanescentes de vegetação natural de todos os biomas brasileiros. O Pampa, com 178 mil quilômetros quadrados o que corresponde a 63% do território do Rio Grande do Sul, já perdeu 59% de sua cobertura vegetal nativa. A crescente conversão para novos usos nas últimas décadas, com o avanço da fronteira agrícola, invasão de espécies exóticas e expansão das pastagens, ameaça o bioma, segundo Heindrich Hasenack, professor do Departamento de Ecologia da UFRGS, que coordena o Laboratório de Geoprocessamento. As unidades de conservação no Pampa se concentram nas áreas lagunares e de planície costeira o Banhado do Taim e o Parque Nacional da Lagoa do Peixe. Nenhuma delas inclui o campo típico das fronteiras oeste e sul do estado. No passado, o arroz, a soja e o milho contribuíram para a devastação do Bioma, e, atualmente a silvicultura é a atividade que mais converte o campo nativo. Há duas formas para conservar os 41,13% do bioma Pampa da cobertura vegetal nativa (original) que ainda resiste (23,03% correspondem a formações campestres, 5,19% a formações florestais e 12,91% a formações de transição - mosaico campo-floresta). Uma é identificar áreas bem conservadas de diferentes fisionomias no Bioma e transformar o que for possível em unidades de conservação. A segunda alternativa é definir, para estes 40% com cobertura natural, um tipo de uso que não remova esta cobertura, permitindo simultaneamente a atividade econômica e a conservação. Atualmente, as áreas menos representadas em unidades de conservação são as que apresentam melhor estado de preservação. Esses municípios mantêm uma criação tradicional, extensiva, de gado. Por isso utilizam a pastagem nativa. Isso pode indicar um modelo de sustentabilidade para o Pampa, com investimento em um melhoramento do manejo nesses campos. Porém, é preciso manter uma lotação coerente com a paisagem, utilizar a pastagem nativa e investir em genética e em biotecnologias da reprodução.
Sob o ponto de vista econômico e sustentável, existe uma enorme oportunidade representada pela produção de carne de gado bovino certificada, em campos naturais com grande diversidade, sem necessidade de suplementação alimentar, o que lhe confere um sabor especial, sem igual. Segundo Antonio Eduardo Lanna, engenheiro civil, pecuarista no município de Lavras do Sul e sócio da Apropamapa, é a melhor carne do mundo, que o mercado sofisticado dos países mais desenvolvidos deseja consumir e pagar por isto. Bem manejado, e com melhorias no campo nativo representadas pela correção de acidez, adubação e plantio de espécies hibernais, pode-se atingir produções de 1000 kg por ano de carne de qualidade extraordinária em cada hectare, de acordo com pesquisas realizadas pelo Departamento de Plantas Forrageiras e Agrometeorologia da UFRGS. Com a carne valendo atualmente mais de R$ 2,20 o quilo, isto representa mais de R$ 2.200,00 de receita bruta por hectare em cada ano, bem mais do que em qualquer outra atividade nesse bioma incluindo a agricultura e a silvicultura. E, o que é também importante, é possível conciliar a pecuária de corte com a proteção ambiental do Pampa, mantendo e ampliando os serviços ambientais que presta. Já nos outros casos, isso não ocorre, muito pelo contrário. O interesse das papeleiras pelo Pampa é particularmente mais grave devido ao fato de que as áreas de recarga do aqüífero são, via de regra, áreas com solo arenoso que apresentam poucas alternativas de uso além da pecuária e silvicultura e, por isto, tem menor valor de mercado. São essas as áreas preferidas pela silvicultura, já que o pecuarista ainda não se deu conta do potencial de uso do campo nativo e, por isto, o mercado não valorizou como deveria as áreas destinadas à pecuária. A Apropampa (www.carnedopampa.com.br) visa à promoção do desenvolvimento sustentável do Pampa, na região por ela demarcada, por meio da atividade que melhor concilia o crescimento econômico com a proteção ambiental que é a bovinocultura de corte. Infelizmente, as grandes organizações da cadeia de celulose descobriram essa região excepcional, que, além de grande produtividade na cultura de eucalipto, tem a favor delas o relativamente baixo custo das terras, devido à pecuária pouco tecnificada, que é nelas praticada. No entanto, a qualidade da carne que aqui se produz é conhecida mundialmente. Falar de carne argentina ou uruguaia é atestar essa qualidade. E a carne que produzimos no Pampa gaúcho em geral, e a carne produzida na Apropampa, em especial, em nada difere da carne dos nossos vizinhos.
Para Iridiane Lopes da Silva, engenheira agrônoma e analista ambiental do IBAMA, é muito diferente integrar a produção de pecuária+agricultura+silvicultura em uma propriedade e, converter grandes áreas em monoculturas de árvores. Na primeira situação, é possível manter boa parte da biodiversidade local, enquanto no sistema de produção “monocultura” você produz uma perda drástica desta biodiversidade local. Isto é ainda mais acentuado quando esta introdução de árvores ocorre em um bioma em que “árvore” só existe em mata de galeria (mata ciliar ao longo de rios e sangas). Durante um seminário realizado em Alegrete/RS, na Semana do Meio Ambiente em 2006, em diversas oportunidades o diretor da Stora Enso (empresa de celulose), que estava presente ao evento, foi questionado se era o modelo agrosilvopastoril que a empresa desejava instalar nas propriedades que pretendia adquirir e ele foi franco ao admitir que para sua empresa este sistema não seria viável economicamente. Devido a essa estratégia, existe um conflito entre a pecuária e a silvicultura. A participação da pecuária gaúcha no Brasil vem caindo comparado com os anos 1998 a 2000. Naquele triênio, era de 8,2% do total e baixou para 7,7% na média 2001 a 2003, chegando, no período 2004 a 2006, a 6,9% do total nacional. Combater um incêndio em área florestal é sempre mais complicado do que em uma área de campo. Mesmo países com mais estrutura logística que o Brasil (como Canadá e EUA) são palco de grandes incêndios florestais, com sérias conseqüências econômicas, como destruição de casas, lavouras e de sistemas de transmissão de eletricidade e telefonia. Quando o estado anunciou a formulação de um Zoneamento Ambiental para a Silvicultura (ZAS) e que este zoneamento seria financiado pela Associação Gaúcha de Empresas Florestais, houve uma apreensão generalizada. A maioria das pessoas, inclusive alguns técnicos, que desqualificaram o Zoneamento elaborado pela Fepam e pela FZB sequer o leram. O antigo zoneamento partiu do princípio de precaução: nas áreas em que os técnicos ficaram em dúvida por não disporem de dados suficientes para um parecer com segurança técnica de que não ocorreria a implosão do ecossistema, eles indicaram que não deveria haver o plantio, permitindo que haja tempo para que outros estudos sejam realizados nestas áreas e seja feita nova análise. Teríamos certa segurança de estarmos protegendo o que resta do bioma pampa se as licenças ambientais respeitassem a versão original do ZAS, evitassem a instalação de empreendimentos nos remanescentes de campo nativo indicados no Mapa de Vegetação do Pampa (MMA e UFRGS, 2007) e evitassem a instalação de empreendimentos nas áreas indicadas pelo Mapa de Áreas Prioritárias (Portaria MMA nº 09/2007) como de Importância Biológica “Muito Alta” ou “Extremamente Alta” e como de Prioridade de Ação “Muito Alta” ou “Extremamente Alta”. Nas 12 Unidades de Paisagem Natural (UPN) com baixo grau de restrição não haveria maiores problemas para o seu plantio, desde que adotadas as precauções mínimas que o antigo ZAS determinava. O mesmo poderia ocorrer nas 15 UPNs com médio grau de restrição, onde as precauções serão maiores. Por que então insistir em ocupar parte das 18 UPNs com alto grau de restrição no novo ZAS? Acontece que a maioria das espécies mais vulneráveis não ocorre em todo o pampa, mas ocupa uma região muito restrita de campos. Outro dado importante é que 15% das 250 espécies ameaçadas de extinção no Rio Grande do Sul habitam somente campos, sendo seis mamíferos, 25 aves, um réptil, três anfíbios e três espécies de abelhas. Estão incluídos nesta lista o veado-campeiro, o gato-palheiro e águia-cinzenta, entre outros. Nacionalmente discutimos tanto o código florestal enquanto temos regionalmente o nosso próprio problema para resolvermos. Não somos contra o plantio de eucalipto. Sabemos que papel se faz com tronco de eucalipto e nós consumimos papel como todo mundo. Não somos tão retrógrados. A mídia eletrônica não substituiu e não substituirá o papel. O primeiro zoneamento era ambientalmente melhor, mas o segundo zoneamento, que foi o zoneamento do acordo, continuava permitindo até 5.000 hectares, dependendo da zona, o que é bem razoável. Na África do Sul, as empresas responsáveis precisam investir volumes de dinheiro da ordem de centenas de milhões de dólares na recuperação do ambiente que degradaram, pois esgotaram fontes de água importantes para a população e eliminaram o habitat de espécies de animais endêmicos e ameaçados.
Segundo Glayson Ariel Benke, biólogo e pesquisador do Museu de Ciências Naturais da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul, o ecoturismo e o turismo cultural, explorando a paisagem dos nossos campos, as nossas tradições gaúchas e a rica história de batalhas e conquistas que envolvem o pampa é um prato cheio a ser explorado por algumas regiões.
*Compilação de entrevistas com Heindrich Hasenack, Eridiane Lopes da Silva, Antonio Eduardo Lanna e Glayson Ariel Bencke pelo Instituto Humanitas UNISINOS:
Por Dr. Eduardo Antunes Dias*
Médico Veterinário, mestre e doutor em Reprodução Animal pela FMVZ – USP
Sob o ponto de vista econômico e sustentável, existe uma enorme oportunidade representada pela produção de carne de gado bovino certificada, em campos naturais com grande diversidade, sem necessidade de suplementação alimentar, o que lhe confere um sabor especial, sem igual. Segundo Antonio Eduardo Lanna, engenheiro civil, pecuarista no município de Lavras do Sul e sócio da Apropamapa, é a melhor carne do mundo, que o mercado sofisticado dos países mais desenvolvidos deseja consumir e pagar por isto. Bem manejado, e com melhorias no campo nativo representadas pela correção de acidez, adubação e plantio de espécies hibernais, pode-se atingir produções de 1000 kg por ano de carne de qualidade extraordinária em cada hectare, de acordo com pesquisas realizadas pelo Departamento de Plantas Forrageiras e Agrometeorologia da UFRGS. Com a carne valendo atualmente mais de R$ 2,20 o quilo, isto representa mais de R$ 2.200,00 de receita bruta por hectare em cada ano, bem mais do que em qualquer outra atividade nesse bioma incluindo a agricultura e a silvicultura. E, o que é também importante, é possível conciliar a pecuária de corte com a proteção ambiental do Pampa, mantendo e ampliando os serviços ambientais que presta. Já nos outros casos, isso não ocorre, muito pelo contrário. O interesse das papeleiras pelo Pampa é particularmente mais grave devido ao fato de que as áreas de recarga do aqüífero são, via de regra, áreas com solo arenoso que apresentam poucas alternativas de uso além da pecuária e silvicultura e, por isto, tem menor valor de mercado. São essas as áreas preferidas pela silvicultura, já que o pecuarista ainda não se deu conta do potencial de uso do campo nativo e, por isto, o mercado não valorizou como deveria as áreas destinadas à pecuária. A Apropampa (www.carnedopampa.com.br) visa à promoção do desenvolvimento sustentável do Pampa, na região por ela demarcada, por meio da atividade que melhor concilia o crescimento econômico com a proteção ambiental que é a bovinocultura de corte. Infelizmente, as grandes organizações da cadeia de celulose descobriram essa região excepcional, que, além de grande produtividade na cultura de eucalipto, tem a favor delas o relativamente baixo custo das terras, devido à pecuária pouco tecnificada, que é nelas praticada. No entanto, a qualidade da carne que aqui se produz é conhecida mundialmente. Falar de carne argentina ou uruguaia é atestar essa qualidade. E a carne que produzimos no Pampa gaúcho em geral, e a carne produzida na Apropampa, em especial, em nada difere da carne dos nossos vizinhos.
Para Iridiane Lopes da Silva, engenheira agrônoma e analista ambiental do IBAMA, é muito diferente integrar a produção de pecuária+agricultura+silvicultura em uma propriedade e, converter grandes áreas em monoculturas de árvores. Na primeira situação, é possível manter boa parte da biodiversidade local, enquanto no sistema de produção “monocultura” você produz uma perda drástica desta biodiversidade local. Isto é ainda mais acentuado quando esta introdução de árvores ocorre em um bioma em que “árvore” só existe em mata de galeria (mata ciliar ao longo de rios e sangas). Durante um seminário realizado em Alegrete/RS, na Semana do Meio Ambiente em 2006, em diversas oportunidades o diretor da Stora Enso (empresa de celulose), que estava presente ao evento, foi questionado se era o modelo agrosilvopastoril que a empresa desejava instalar nas propriedades que pretendia adquirir e ele foi franco ao admitir que para sua empresa este sistema não seria viável economicamente. Devido a essa estratégia, existe um conflito entre a pecuária e a silvicultura. A participação da pecuária gaúcha no Brasil vem caindo comparado com os anos 1998 a 2000. Naquele triênio, era de 8,2% do total e baixou para 7,7% na média 2001 a 2003, chegando, no período 2004 a 2006, a 6,9% do total nacional. Combater um incêndio em área florestal é sempre mais complicado do que em uma área de campo. Mesmo países com mais estrutura logística que o Brasil (como Canadá e EUA) são palco de grandes incêndios florestais, com sérias conseqüências econômicas, como destruição de casas, lavouras e de sistemas de transmissão de eletricidade e telefonia. Quando o estado anunciou a formulação de um Zoneamento Ambiental para a Silvicultura (ZAS) e que este zoneamento seria financiado pela Associação Gaúcha de Empresas Florestais, houve uma apreensão generalizada. A maioria das pessoas, inclusive alguns técnicos, que desqualificaram o Zoneamento elaborado pela Fepam e pela FZB sequer o leram. O antigo zoneamento partiu do princípio de precaução: nas áreas em que os técnicos ficaram em dúvida por não disporem de dados suficientes para um parecer com segurança técnica de que não ocorreria a implosão do ecossistema, eles indicaram que não deveria haver o plantio, permitindo que haja tempo para que outros estudos sejam realizados nestas áreas e seja feita nova análise. Teríamos certa segurança de estarmos protegendo o que resta do bioma pampa se as licenças ambientais respeitassem a versão original do ZAS, evitassem a instalação de empreendimentos nos remanescentes de campo nativo indicados no Mapa de Vegetação do Pampa (MMA e UFRGS, 2007) e evitassem a instalação de empreendimentos nas áreas indicadas pelo Mapa de Áreas Prioritárias (Portaria MMA nº 09/2007) como de Importância Biológica “Muito Alta” ou “Extremamente Alta” e como de Prioridade de Ação “Muito Alta” ou “Extremamente Alta”. Nas 12 Unidades de Paisagem Natural (UPN) com baixo grau de restrição não haveria maiores problemas para o seu plantio, desde que adotadas as precauções mínimas que o antigo ZAS determinava. O mesmo poderia ocorrer nas 15 UPNs com médio grau de restrição, onde as precauções serão maiores. Por que então insistir em ocupar parte das 18 UPNs com alto grau de restrição no novo ZAS? Acontece que a maioria das espécies mais vulneráveis não ocorre em todo o pampa, mas ocupa uma região muito restrita de campos. Outro dado importante é que 15% das 250 espécies ameaçadas de extinção no Rio Grande do Sul habitam somente campos, sendo seis mamíferos, 25 aves, um réptil, três anfíbios e três espécies de abelhas. Estão incluídos nesta lista o veado-campeiro, o gato-palheiro e águia-cinzenta, entre outros. Nacionalmente discutimos tanto o código florestal enquanto temos regionalmente o nosso próprio problema para resolvermos. Não somos contra o plantio de eucalipto. Sabemos que papel se faz com tronco de eucalipto e nós consumimos papel como todo mundo. Não somos tão retrógrados. A mídia eletrônica não substituiu e não substituirá o papel. O primeiro zoneamento era ambientalmente melhor, mas o segundo zoneamento, que foi o zoneamento do acordo, continuava permitindo até 5.000 hectares, dependendo da zona, o que é bem razoável. Na África do Sul, as empresas responsáveis precisam investir volumes de dinheiro da ordem de centenas de milhões de dólares na recuperação do ambiente que degradaram, pois esgotaram fontes de água importantes para a população e eliminaram o habitat de espécies de animais endêmicos e ameaçados.
Segundo Glayson Ariel Benke, biólogo e pesquisador do Museu de Ciências Naturais da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul, o ecoturismo e o turismo cultural, explorando a paisagem dos nossos campos, as nossas tradições gaúchas e a rica história de batalhas e conquistas que envolvem o pampa é um prato cheio a ser explorado por algumas regiões.
*Compilação de entrevistas com Heindrich Hasenack, Eridiane Lopes da Silva, Antonio Eduardo Lanna e Glayson Ariel Bencke pelo Instituto Humanitas UNISINOS:
Por Dr. Eduardo Antunes Dias*
Médico Veterinário, mestre e doutor em Reprodução Animal pela FMVZ – USP
PV de Gravataí pede cassação da prefeita
Segundo o presidente do PV, Marcos Monteiro,
a prefeita teria cometido crimes de prevaricação e
improbidade administrativa. Acompanhado do secretário
adjunto da assessoria jurídica do PV, Rafael Alvim,
e do secretário municipal de assuntos jurídicos do
partido, Cláudio Ávila, Monteiro entregou ao presidente
da Câmara, Nadir Rocha (PMDB), farta documentação
que embasa o pedido. Nos documentos estão
descritos como a prefeita e seu vice patrocinaram atos
ilícitos que envolvem desde a manutenção do procurador
jurídico do Município, Ataídes Lemos da Costa
– suposto advogado da família e sócio da filha de Rita
– até negociações ilegais e inconstitucionais para pagamento
de dívidas do Município, que teriam lesado os cofres públicos.
– As denúncias serão analisadas pela Casa e será
dado andamento de acordo com o que determina a legislação
– assegurou Nadir ao acolher o pedido e receber a documentação.
Para ter aprovado o pedido de cassação da prefeita Rita Sanco e o afastamento
de seu vice, o PV precisa de sete votos. Teoricamente votariam com Ricardo Canabarro
(PV), os vereadores Nadir Rocha, Acimar Silva e Levi Melo (PMDB); Anabel
Lorenzi (PSB), Bernardo Nunes (DEM), Marcio Souza (PT), Cau Dias (sem partido)
e Vail Correa (PTB). Ao todo são nove, mesmo número de votos necessários para cassar o mandato da
prefeita. Aprovado o pedido, o processo é aberto e Rita e Cristiano têm 90 dias para
providenciar sua defesa – a contar da data de entrada do pedido de cassação na Câmara, ou seja, ontem.
E os ventos ruins sobre a administração municipal não param de soprar. O governo Rita Sanco deve
ser alvo ainda de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), para averiguar
supostas irregularidades na licitação para contratação de empresa para instalar e fazer a manutenção de
controladores de velocidade. É bom lembrar que essa licitação foi suspensa pela prefeita
depois da divulgação do escândalo dos contratos nesta área divulgados pelo programa Fantástico, da
Rede Globo.
– O Partido Verde de Gravataí e sua bancada parlamentar cumpriram e cumprirão o seu papel com
a sociedade na construção de um modelo de gestão ética, transparente e sustentável. Esperamos que a
Câmara Municipal cumpra seu papel constitucional e legal de fiscalizador do Poder Executivo Municipal
e guardião do estado de direito e democrático, bem como o Ministério Público na condição de guardião da
lei, do interesse da coletividade e do erário público – disse Monteiro.
FATO n° 01 – A prefeita Rita Sanco prevaricou em nomear o procurador municipal, advogado da família e
sócio
de fato da própria filha, que continuou advogando no
âmbito privado contra o público sem licenciar-se da advocacia,
conforme estatuto da OAB e o Regime Jurídico
Único dos Servidores Públicos de Gravataí.
FATO n° 02 – A prefeita Rita Sanco e o vice-prefeito
Cristiano Kingeski que assinou, no exercício do cargo
de prefeito municipal, o contrato de operação de crédito
junto ao Banrisul, sem autorização do Legislativo, caracterizando
a contratação de operação de crédito irregular,
ilegal e inconstitucional de valores cedidos pela CEEE
sem autorização e verificação dos limites e condições
junto ao Ministério da Fazenda, de forma lesiva ao patrimônio
público que causam prejuízo ao erário e atentam
contra os princípios da administração pública.
Valor 24 milhões de reais.
FATO n° 03 – A prefeita Rita Sanco, ao parcelar dívidas,
que caracterizam despesas correntes junto a Corsan, induziu,
de forma deliberada e irresponsável, o Legislativo
municipal a aprovar a autorização de operação de crédito
de forma irregular, ilegal e inconstitucional e lesiva ao
patrimônio público, causando graves prejuízo ao erário e
atentando contra os princípios da administração pública.
Valor 2,3 milhões de reais.
FATO n° 04 – A prefeita Rita Sanco induziu o Legislativo
a autorizar operação de crédito irregular e ilegal com a
RGE, de forma lesiva ao patrimônio público, que causam
graves prejuízos ao erário e atentam contra os princípios
da administração pública.
Valor 43 milhões de reais.
FATO n° 05 – A prefeita Rita Sanco autorizou operação
de crédito interno, com inobservância de limite, condição
ou montante estabelecido em lei ou em Resolução
do Senado Federal e sem autorização do Ministério da
Fazenda.
FATO n° 06 – A prefeita Rita Sanco e o vice-prefeito
Cristiano Kingeski legislaram e contrataram professores
e especialistas para rede pública de educação, desrespeitando
a lei de contratação por tempo determinado
para atender a necessidade temporária de excepcional
interesse público.
Hilda Zimmermann foi matéria no Jornal Estado de S. Paulo
–ÔJuarez, o que dizes ao ver tua esposa de megafone
na mão fazendo passeata pela Rua da Praia?
Se a pergunta causaria desconforto a ummarido
conservador hoje, imagine-seem 1978, emplena
ditadura militar, na capital deumdos Estados considerados
mais machistas do Brasil, o Rio Grande do
Sul. Mas, contrariando a expectativa do amigo que o
alertava na ocasião, Juarez disse:
– Hilda émãe. Mãe é mulher. E apenas amulher
poderá salvar o ser humano do polo do perigo ao
qual se lançou. Ela tem todo omeu apoio.
A passeata era contraumprojeto habitacional
que colocaria em risco porções preservadas de Mata
Atlântica. Graças ao pioneirismo demulheres
como Hilda Zimmermann, Magda Renner e Giselda
Castro, o então governador Amaral de Sousa teve
de receberum documento com as denúncias e o
assunto chegou à imprensa.
Muito tempo depois,em solenidade no Congresso
Nacional, Hilda, de 88 anos, receberia o Prêmio
“Amigos da Mata Atlântica”, uma entre tantas deferências
a sua trajetória de luta pela causa ambiental
e pelo direito dos povos indígenas.
Ao lado de nomes como José Lutzenberger
e Augusto Carneiro, ela
foiuma das fundadoras da primeiraONGambientalista
brasileira
e daAmérica Latina: a Associação
Gaúcha de Proteção ao
Ambiente Natural (Agapan),
que nasceuem1971.Umtempoemque
preocupações com
agrotóxicos, queimadas e desmatamentos
eram coisa para poucos
abnegados – não raramente considerados
excêntricos.
Hilda teve desde sempre os ensinamentos do pai,
umcomerciante de Santa Rosa (RS), que nos idos
de 1920 dava abrigo aos indígenas que passavam
pela cidade e dizia: “Esta terra é dos índios, nós é
que somos os invasores.” Anos mais tarde, ela fundaria
a Associação Nacional de Apoio ao
Índio (Anaí), da qual foi a primeira presidente.
A veterana gaúcha faz uma analogia entre as
funções delegadas àmulher, de proteção aos
filhos, e o ecoativismo. “A mulher está identificada
com o ser vivo, o feminino ‘Gaia’, o Planeta Terra”,
observa a precursora ativista ambiental.
domingo, 5 de junho de 2011
PV recebe novos filiados com jantar
O Partido Verde de Campo Bom recebeu os novos filiados com uma janta no Restaurante Panela de Ferro neste sábado dia 04 de junho.
O presidente do PV de Campo Bom Rogério Lavarda está otimista com o interesse dos jovens em participar da sigla e contribuir com idéias para o aprimoramento do PV no município. " Já crescemos em qualidade com o trabalho do professor Carlos Ramos na secretaria de organização e agora com o apoio da juventude iremos melhorar ainda mais". acrescentou Lavarda.
As presenças de Montserrat Martins, Marco Santos Mikonga entre outras lideranças do PV. Os novos filiados tiveram suas fichas abonadas por Montserrat Martins
O evento que aconteceu na semana do meio ambiente teve um breve histórico do Partido Verde apresentado pelas lideranças da sigla. Além de fazer parte do planejamento 2011/2012 que prevê ações nos bairros da cidade.
sábado, 4 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
PV de Tapes retomará atividades na cidade
O PV de Tapes retoma os trabalhos com a reoganização da nova Executiva Municipal. O ativista verde Júlio Wandan é uma das lideranças que está a frente, chamando os interessados via edital, onde formarão a nominata e apresentarão a executiva Estadual do Partido Verde para a devida homologação junto a Justiça Eleitoral.
Edital de Convocação
Convocamos todos os membros da extinta Executiva Municipal do Partido Verde
(1997/2004) e os filiados ao Partido na cidade, para, em reunião abaixo indicada,
tratarmos da seguinte pauta:
Retomada das Atividades da Executiva do Partido Verde em Tapes/RS;
Processo de filiações e ações partidárias;
Processo de composição para Nova Executiva 2011/2013;
Apresentação do Plano de Ação Municipal do PV/Tapes;
Apresentação de propostas sobre as Eleições 2012;
Assuntos Gerais.
Dia: 25 de junho de 2011 Hora: 14:00
Local: Centro Cultural Dr. Cibills – Rua Alcides Alfonsin, 431-b
“Verdes”
Ajudem na construção do Partido Verde em Tapes, utilizem o partido como
forma de ação prática para o futuro que desejamos para nós e nossa cidade,
Pensando Globalmente e Agindo Localmente e sabendo que, das pequenas
utopias poderemos fazer grandes realidades!
Júlio César Wandam Martins
Representante – Filiado ao PV/RS desde 1992
“Enquanto Eles prometem a Lua, Nós garantimos a Terra!”
Edital de Convocação
Convocamos todos os membros da extinta Executiva Municipal do Partido Verde
(1997/2004) e os filiados ao Partido na cidade, para, em reunião abaixo indicada,
tratarmos da seguinte pauta:
Retomada das Atividades da Executiva do Partido Verde em Tapes/RS;
Processo de filiações e ações partidárias;
Processo de composição para Nova Executiva 2011/2013;
Apresentação do Plano de Ação Municipal do PV/Tapes;
Apresentação de propostas sobre as Eleições 2012;
Assuntos Gerais.
Dia: 25 de junho de 2011 Hora: 14:00
Local: Centro Cultural Dr. Cibills – Rua Alcides Alfonsin, 431-b
“Verdes”
Ajudem na construção do Partido Verde em Tapes, utilizem o partido como
forma de ação prática para o futuro que desejamos para nós e nossa cidade,
Pensando Globalmente e Agindo Localmente e sabendo que, das pequenas
utopias poderemos fazer grandes realidades!
Júlio César Wandam Martins
Representante – Filiado ao PV/RS desde 1992
“Enquanto Eles prometem a Lua, Nós garantimos a Terra!”
PV de Esteio teve encontro na Câmara de vereadores
No dia 27 de maio os integrantes do PV de Esteio se reuniram para discutir as eleições de 2012. O encontro ocorreu na Câmara de Vereadores de Esteio e contou com lideranças locais e regionais. Montserrat Martins e Gisele Euqued foram os convidados para palestra. O pleito se aproxima e diversas siglas se aproximam do PV neste momento. O presidente Valmir Rodrigues e o secretário Givanni Gomes são as lideranças locais que defendem a bandeira verde na cidade.Fazem uma defesa veemente na questão da saúde principalmente na questão do Hospital São Camilo. A mobilidade urbana é também um fator que interfere no meio ambiente a qual os verdes locais tem profundo conhecimento e trazem para o debate como uma das políticas sociais defentem além das demais defendidas pelo Partido Verde.
sábado, 28 de maio de 2011
Bastidores: ruralistas, poder econômico e esperteza política
Porque certas denúncias surgem em determinados momentos e não em outros ? O caso Palocci, que poderia ter sido denunciado anos atrás, veio à tona justamente quando o governo estava “atrasando” os planos do “agronegócio”.
Veja uma análise política baseada em informações de especialistas em bastidores
Aquele diretor do FMI, preso pelo ataque sexual à camareira, teria sido preso no Brasil ? Estamos longe da promessa que a lei seja “igual para todos”, por isso as pessoas gostam quando um poderoso é submetido aos “rigores da lei”. O que poucas pessoas acompanham - até pelo enjôo que ao assuntos políticos causam - são os bastidores de certas denúncias. A “bola da vez”, agora, é o caso Palocci. O que está por trás disso, quais são os “bastidores” do comportamento político?
“Não fui o único ex-ministro que enriqueceu” foi sua defesa, sem lógica do ponto de vista ético. Na verdade, é um aviso para seus acusadores. Do “mensalão” só soubemos por causa disso, quando o Rioberto Jeferson, acuado por denúncias a seu partido (num órgão público federal), resolveu dar uma lista dos envolvidos naquela prática.
Não é só o dinheiro dos políticos denunciados que está em jogo. Os interesses dos acusadores são decisivos, estamos falando de negócios (o código florestal, por exemplo, num site de um grande jornal gaúcho, está na seção “dinheiro”). A maioria das pessoas não gosta nem de saber destes bastidores, ouve falar algumas coisas, mas fica com nojo e pula para a parte de esportes, ou de novelas, celebridades, assuntos menos estressantes.
De que adianta se revoltar se não podemos “fazer nada”? Por outro lado, se não estivermos bem informados, podemos estar sendo manipulados em nossos sentimentos de revolta. Luís Fernando Veríssimo, com suas brilhantes sátiras sobre o comportamento, é um mestre em nos mostrar sentimentos de revolta justos, mas mal canalizados. Quem conhece os bastidores da política sabe que existe, sim, uma relação entre o momento em que surgiram as denúncias contra Palocci e a votação do código florestal. Está no site de política de O Estado de S.Paulo, por exemplo, depois veio o desmentido do governo no site de O Globo. Funciona assim: os 200 deputados “ruralistas” passariam a bloquear a pauta do Congresso se o código florestal não fosse votado, apoiariam a oposição para desgastar o governo com as denúncias contra Palocci, etc.
Deveriam ser dois assuntos diferentes, o caso Palocci e o código florestal, não deveriam ? Para o interesse da sociedade, importa a ética dos ministros. E também importa a proteção ao ambiente, com as consequências que a ciência nos adverte há décadas e que já estão aí. Os dois assuntos, em si, não deveriam ser misturados. Gostemos ou não disso, é assim que funciona a política. Porque não gostamos desses assuntos, porque não nos inteiramos deles, nossos justos sentimentos de revolta podem ser canalizados pelos políticos para voltar nossa atenção para um assunto, enquanto eles decidem outro neste momento.
Montserrat Martins
Veja uma análise política baseada em informações de especialistas em bastidores
Aquele diretor do FMI, preso pelo ataque sexual à camareira, teria sido preso no Brasil ? Estamos longe da promessa que a lei seja “igual para todos”, por isso as pessoas gostam quando um poderoso é submetido aos “rigores da lei”. O que poucas pessoas acompanham - até pelo enjôo que ao assuntos políticos causam - são os bastidores de certas denúncias. A “bola da vez”, agora, é o caso Palocci. O que está por trás disso, quais são os “bastidores” do comportamento político?
“Não fui o único ex-ministro que enriqueceu” foi sua defesa, sem lógica do ponto de vista ético. Na verdade, é um aviso para seus acusadores. Do “mensalão” só soubemos por causa disso, quando o Rioberto Jeferson, acuado por denúncias a seu partido (num órgão público federal), resolveu dar uma lista dos envolvidos naquela prática.
Não é só o dinheiro dos políticos denunciados que está em jogo. Os interesses dos acusadores são decisivos, estamos falando de negócios (o código florestal, por exemplo, num site de um grande jornal gaúcho, está na seção “dinheiro”). A maioria das pessoas não gosta nem de saber destes bastidores, ouve falar algumas coisas, mas fica com nojo e pula para a parte de esportes, ou de novelas, celebridades, assuntos menos estressantes.
De que adianta se revoltar se não podemos “fazer nada”? Por outro lado, se não estivermos bem informados, podemos estar sendo manipulados em nossos sentimentos de revolta. Luís Fernando Veríssimo, com suas brilhantes sátiras sobre o comportamento, é um mestre em nos mostrar sentimentos de revolta justos, mas mal canalizados. Quem conhece os bastidores da política sabe que existe, sim, uma relação entre o momento em que surgiram as denúncias contra Palocci e a votação do código florestal. Está no site de política de O Estado de S.Paulo, por exemplo, depois veio o desmentido do governo no site de O Globo. Funciona assim: os 200 deputados “ruralistas” passariam a bloquear a pauta do Congresso se o código florestal não fosse votado, apoiariam a oposição para desgastar o governo com as denúncias contra Palocci, etc.
Deveriam ser dois assuntos diferentes, o caso Palocci e o código florestal, não deveriam ? Para o interesse da sociedade, importa a ética dos ministros. E também importa a proteção ao ambiente, com as consequências que a ciência nos adverte há décadas e que já estão aí. Os dois assuntos, em si, não deveriam ser misturados. Gostemos ou não disso, é assim que funciona a política. Porque não gostamos desses assuntos, porque não nos inteiramos deles, nossos justos sentimentos de revolta podem ser canalizados pelos políticos para voltar nossa atenção para um assunto, enquanto eles decidem outro neste momento.
Montserrat Martins
quinta-feira, 26 de maio de 2011
PV de Pelotas quer a cidade mais verde com o apoio da população.
O Partido Verde, dentro de sua filosofia de atividade na preservação ambiental para conservação do planeta vem através deste alertar e apelar à população de Pelotas sobre o período próprio para plantio de árvores na cidade, o qual começou no dia 1º de maio e estende-se até o dia 30 de setembro. Neste sentido, gostaríamos de colaborar e informar a comunidade que o Horto Municipal de Pelotas abriu sua temporada de doações de mudas de árvores nativas e exóticas para que a população possa participar da melhor arborização do município. As doações são feitas no Horto Municipal, à Avenida Bento Gonçalves em frente ao Parque do Trabalhador, de segunda-feira a sexta-feira das 8h até as 12h, onde a população deve ir para retirar gratuitamente mudas de árvores de 69 espécies, observada a necessidade de cada caso. Este trabalho é importantíssimo, pois cidades como a nossa são extensas e o Poder Público, em que peses os esforços, não tem condições e recursos para se plantar as milhares de árvores que são necessárias aos municípios. Não é demais salientar que nossa população precisa conscientizar-se de que o planeta só sobreviverá se todos fizerem sua parte e plantarem dezenas de árvores neste período, pois o desmatamento ilegal em nosso país avança de forma avassaladora, e o Estado brasileiro não tem fiscalização competente para impedir esta prejudicial atitude, Nossa única saída é a população ajudar a plantar árvores. Lembramos que este é um trabalho de utilidade pública que não visa finalidades eleitoreiras e, sim, expressa uma vontade imensa dos ambientalistas em promover o equilíbrio ecológico, tão necessário para a sobrevivência de nossos filhos e netos.
Agradecemos antecipadamente a divulgação do acima exposto, bem como sua colaboração ao proposto.
Cláudio Roberto dos Santos Insaurriaga
Presidente do PV municipal .
Vitor Azubel
Secret. Comunicação PV munic
Agradecemos antecipadamente a divulgação do acima exposto, bem como sua colaboração ao proposto.
Cláudio Roberto dos Santos Insaurriaga
Presidente do PV municipal .
Vitor Azubel
Secret. Comunicação PV munic
O Código Florestal & ou X As Leis da Natureza
O Código Florestal
A polêmica do Código Floretal parece estar longe de acabar. Mas, pelas notícias, os “ruralistas” (liderados por Aldo Rebelo) arrigimentaram contingente bem maior de pessoas do que os ambientalistas. Ao que parece, perdemos essa batalha...
Mas perder uma batalha não é perder a guerra. Ainda tenho esperanças respaldadas essas em fatos reais: os desmoronamentos de encostas de morros (RJ, SC, PR, MG...) em consequência dos desmatamento, plantio nas encostas...
Desde criança estou envolvida com a causa ambiental. Sócia da UpeV – União Pela Vida. Trabalhei por alguns anos na Secretaria do Meio Ambiente de certa cidade costeira do RS. Durante os meses de verão quiosques são colocados na praia a fim de atender aos turistas e veranistas. A fim de “achegar-se” mais a seu público os “quiosqueiros” instalavam-se no meio da praia. Para acabar com essa “invasão”, o Ministério Público da União lançou portaria pela qual esses deveriam ser colocados a 2 ou 3 metros do calçadão.
Houve protesto. No dia seguinte enorme fila de donos de quiosques se formou junto à Secretaria Mun. do Meio Ambiente contrários à medida: não obedeceriam à referida portaria.
Na manhã seguinte havia quiosque instalado há poucos metros do mar.
Mas, se não se segue as leis dos homens, a Natureza impõe suas leis: um dia após uma ressaca varreu a praia. Quiosques eram arrastados pela água mar a dentro. Seus donos corriam para “salvá-los”.... E, como não haveria de deixar de ser, colocaram-nos junto ao calçadão. (conforme determinava a Portaria).
O que isso tem a ver com o tal Código?
Como disse, parece que a batalha está perdida. Mas as Leis da Física são as Leis da Natureza. Deixem que plantem até 15 m. da margem do rio (ao invés de 30 m). Quando as cheias vierem, possivelmente “invadirão as plantações”; Deixem os pequenos produtores desmatar...As pragas terão caminho livre...
Poderemos perder essa batalha. Mas pelo que estamos vendo a Mãe Natureza não perderá a Guerra.
Mas desde já é bom que se defina a quem será atribuída a culpa pelo que vier a ocorrer?
Lívia Zimmermann
Mestre em Saúde Coletiva
Membro da UPeV
A polêmica do Código Floretal parece estar longe de acabar. Mas, pelas notícias, os “ruralistas” (liderados por Aldo Rebelo) arrigimentaram contingente bem maior de pessoas do que os ambientalistas. Ao que parece, perdemos essa batalha...
Mas perder uma batalha não é perder a guerra. Ainda tenho esperanças respaldadas essas em fatos reais: os desmoronamentos de encostas de morros (RJ, SC, PR, MG...) em consequência dos desmatamento, plantio nas encostas...
Desde criança estou envolvida com a causa ambiental. Sócia da UpeV – União Pela Vida. Trabalhei por alguns anos na Secretaria do Meio Ambiente de certa cidade costeira do RS. Durante os meses de verão quiosques são colocados na praia a fim de atender aos turistas e veranistas. A fim de “achegar-se” mais a seu público os “quiosqueiros” instalavam-se no meio da praia. Para acabar com essa “invasão”, o Ministério Público da União lançou portaria pela qual esses deveriam ser colocados a 2 ou 3 metros do calçadão.
Houve protesto. No dia seguinte enorme fila de donos de quiosques se formou junto à Secretaria Mun. do Meio Ambiente contrários à medida: não obedeceriam à referida portaria.
Na manhã seguinte havia quiosque instalado há poucos metros do mar.
Mas, se não se segue as leis dos homens, a Natureza impõe suas leis: um dia após uma ressaca varreu a praia. Quiosques eram arrastados pela água mar a dentro. Seus donos corriam para “salvá-los”.... E, como não haveria de deixar de ser, colocaram-nos junto ao calçadão. (conforme determinava a Portaria).
O que isso tem a ver com o tal Código?
Como disse, parece que a batalha está perdida. Mas as Leis da Física são as Leis da Natureza. Deixem que plantem até 15 m. da margem do rio (ao invés de 30 m). Quando as cheias vierem, possivelmente “invadirão as plantações”; Deixem os pequenos produtores desmatar...As pragas terão caminho livre...
Poderemos perder essa batalha. Mas pelo que estamos vendo a Mãe Natureza não perderá a Guerra.
Mas desde já é bom que se defina a quem será atribuída a culpa pelo que vier a ocorrer?
Lívia Zimmermann
Mestre em Saúde Coletiva
Membro da UPeV
segunda-feira, 23 de maio de 2011
PV de Pelotas programa atividade para o dia Mundial do Meio Ambiente
Reunião da Executiva Municipal de Pelotas no dia 21 de Maio de 2011 que definiu a organização das atividades que serão feitas no dia 5 de junho dia mundial do meio ambiente: O PV Pelotas vai fazer uma passeata no calçadão da cidade, protestando contra a energia nuclear e conscientizando a população de que devemos investir em energia limpa(solar e eólica), também faremos distribuição de mudas de árvores nativas para a população passando o dia todo com atividades no calçadão de Pelotas. Nessa semana tivemos o ingresso no partido de mais 2 lideranças de bairros importantes que são bem votadas e que serão candidatos a vereador em 2012 com estes 2 já completamos 14 pré-candidatos a vereador, sendo que mesmo que não termine as coligações e a legenda, já temos garantia de que vamos eleger no mínimo 1 vereador em Pelotas, a Executiva Municipal está trabalhando muito e com entusiasmo, visto que um grande número de pessoas tem nos procurado para participarem do Partido Verde.
CURURU - Presidente do PV-Pelotas
CURURU - Presidente do PV-Pelotas
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Expectativa de flexibilização do Código Florestal aumenta desmatamento, diz líder do PV
O líder do Partido Verde, deputado Sarney Filho (MA), afirmou nesta quarta-feira, 18, que fez seguidos alertas sobre o risco de aumento dos desmatamentos na Amazônia, diante da expectativa dos ruralistas de flexibilização do Código Florestal.
“A pesquisa divulgada hoje pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) registrando aumento do desmatamento na Amazônia, em março e abril deste ano para 593 km², em comparação com os mesmos meses do ano passado, confirmou a nossa preocupação”, afirmou o deputado.
“O texto que está para ser votado no Plenário da Câmara, e que estamos tentando mudar, anistia quem desmatou ilegalmente até 2008 e não exige a recomposição das áreas desmatadas ilegalmente, entre outros pontos”, explicou o deputado.
De acordo com os dados do INPE, o Mato Grosso foi o Estado que mais contribuiu para a perda da floresta, com 480,3 km² de área desmatada.
“Anteontem, o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) também divulgou um alerta sobre a escalada do desmatamento em Mato Grosso em abril deste ano e ressaltou que a situação poderia estar ligada às mudanças do Código Florestal”, ressaltou Sarney Filho.
“A pesquisa divulgada hoje pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) registrando aumento do desmatamento na Amazônia, em março e abril deste ano para 593 km², em comparação com os mesmos meses do ano passado, confirmou a nossa preocupação”, afirmou o deputado.
“O texto que está para ser votado no Plenário da Câmara, e que estamos tentando mudar, anistia quem desmatou ilegalmente até 2008 e não exige a recomposição das áreas desmatadas ilegalmente, entre outros pontos”, explicou o deputado.
De acordo com os dados do INPE, o Mato Grosso foi o Estado que mais contribuiu para a perda da floresta, com 480,3 km² de área desmatada.
“Anteontem, o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) também divulgou um alerta sobre a escalada do desmatamento em Mato Grosso em abril deste ano e ressaltou que a situação poderia estar ligada às mudanças do Código Florestal”, ressaltou Sarney Filho.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
PV de Esteio promove evento para receber novos filiados
O PARTIDO VERDE de Esteio tem a hora de convidar os filiados e simpatizantes para uma reunião , a ser realizada no dia 27 de maio de 2011, às 19hs, na Câmara de Vereadores de Esteio, Rua 24 de agosto n. 535, bairro centro, Esteio.
Assuntos: Apresentação de novos filiados; discussão das pré-candidatura a Vereador e a Prefeito às eleições de 2012.
Painelistas: Gisele Uequed – Tema: os novos rumos do Partido Verde
Montserrat Martins – Tema: proposta para o programa de governo
Sua participação é importante, vamos juntos contruir um projeto de cidade para ESTEIO.
“Todo poder que não se baseia na união é fraco”
La Fontaine
Assuntos: Apresentação de novos filiados; discussão das pré-candidatura a Vereador e a Prefeito às eleições de 2012.
Painelistas: Gisele Uequed – Tema: os novos rumos do Partido Verde
Montserrat Martins – Tema: proposta para o programa de governo
Sua participação é importante, vamos juntos contruir um projeto de cidade para ESTEIO.
“Todo poder que não se baseia na união é fraco”
La Fontaine
terça-feira, 17 de maio de 2011
PV é Oposição em Gravataí
O presidente da Executiva Municipal do Partido Verde (PV), Marcos Monteiro, que também é secretário estadual de Assuntos Parlamentares da sigla no Estado.
Ele destaca que o PV é hoje a verdadeira oposição ao PT em Gravataí e que
envia a carta a fim de qualificar o debate político no âmbito municipal e informar
o leitor e eleitor acerca da verdade dos fatos que envolvem a dívida da Prefeitura
com o Banrisul (CEEE), um montante mínimo de R$ 24,5 milhões, que pode
chegar a quase R$ 90 milhões caso a Câmara não aprove o reparcelamento.
Depois de ter sido retirado da pauta pelo governo, o projeto deve retornar à Câmara
na sessão da próxima quinta-feira, em caráter de urgência. Nos bastidores
já começou a negociação para vencer as resistências ao negócio. Leia o que
Monteiro escreveu: “O Partido Verde de Gravataí vem a público informar os motivos que nos levam a votar contra o projeto de lei que autoriza o parcelamento da dívida da
Prefeitura com o Banrisul, referentes a valores devidos à CEEE pelos seguintes
motivos abaixo:
A dívida declarada pela Prefeitura Municipal, junto à CEEE, em junho de
2000, totalizava R$ 9.789.229,69 (9,7 milhões) referentes ao fornecimento de
energia aos prédios próprios e à iluminação pública no período de setembro de
1992 a agosto de 1997, sendo que Banrisul atuou como interveniente na operação
de crédito. Na época, a Prefeitura Municipal abateu na referida dívida o valor
de R$ 43.610,62 referentes ao IPTU devido pela CEEE. Em contrapartida, a
CEEE acrescentou à dívida 1% de taxa de administração, totalizando um valor
de R$ 9.745.619,07 (9,7 milhões). O contrato, entre a Prefeitura Municipal
e a CEEE, previa o seguinte parcelamento: 3 parcelas de R$ 10.000,00,
pagos em 2000; 12 parcelas de R$ 50.000,00, pagos em 2001; 85 parcelas de R$ 108.389,11, sendo descontadas 45 parcelas da conta corrente do ICMS da Prefeitura Municipal, o que totalizou R$ 7.389.781,00 (7,3 milhões) em pagamentos.
Em fevereiro de 2002, a CEEE transferiu a dívida definitivamente para o
Banrisul que sempre descontou as parcelas das contas da prefeitura, pois a mesma nunca cumpriu o contrato. No entanto, o então prefeito Daniel Bordignon entrou na Justiça para anular o contrato com o Banrisul. Todavia, em 18 de maio de 2004, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul anulou o desconto da conta corrente do ICMS da Prefeitura Municipal. Logo, a Prefeitura nunca mais pagou o parcelamento assumido junto ao Banrisul. Em 2007, a Secretaria do Tesouro Nacional exigiu que a Prefeitura Municipal regularizasse o parcelamento da dívida junto a Câmara Municipal, o que ocorreu com a aprovação da Lei 2.710/07. Entretanto, a resolução 43/01 e 19/03 do Senado Federal permitiam regularização das dívidas que estavam
rigorosamente em dia, porém, a dívida estava 39 meses atrasada. No momento
da regularização junto à Secretaria do Tesouro Nacional, Gravataí se habilitou
para o recebimento dos recursos do Programa de Aceleração do Crescimento
– PAC. Atualmente, a Prefeitura Municipal solicita autorização para o parcelamento
de uma dívida de R$ 82.911.374,57 (82,9 milhões), onde o Banrisul reduziu
o montante da dívida para R$ 24.590.013,69 (R$ 24,5 milhões), mas desconsidera que o Município pagou R$ 7.389.781,00 (R$ 7,3 milhões) que atualizados pelos mesmos índices da dívida equivalem a R$ 13.015.823,56 (13 milhões). Logo, defendemos o parcelamento de uma dívida de R$ 11.547.190,13 (11,5 milhões), que seriam 2,5 milhões se tivessem sidos honrados corretamente. Cumprindo o seu ever político perante a sociedade, o PV diz não ao entreguismo, à irresponsabilidade e à falta de transparência com o dinheiro público!”.
Ele destaca que o PV é hoje a verdadeira oposição ao PT em Gravataí e que
envia a carta a fim de qualificar o debate político no âmbito municipal e informar
o leitor e eleitor acerca da verdade dos fatos que envolvem a dívida da Prefeitura
com o Banrisul (CEEE), um montante mínimo de R$ 24,5 milhões, que pode
chegar a quase R$ 90 milhões caso a Câmara não aprove o reparcelamento.
Depois de ter sido retirado da pauta pelo governo, o projeto deve retornar à Câmara
na sessão da próxima quinta-feira, em caráter de urgência. Nos bastidores
já começou a negociação para vencer as resistências ao negócio. Leia o que
Monteiro escreveu: “O Partido Verde de Gravataí vem a público informar os motivos que nos levam a votar contra o projeto de lei que autoriza o parcelamento da dívida da
Prefeitura com o Banrisul, referentes a valores devidos à CEEE pelos seguintes
motivos abaixo:
A dívida declarada pela Prefeitura Municipal, junto à CEEE, em junho de
2000, totalizava R$ 9.789.229,69 (9,7 milhões) referentes ao fornecimento de
energia aos prédios próprios e à iluminação pública no período de setembro de
1992 a agosto de 1997, sendo que Banrisul atuou como interveniente na operação
de crédito. Na época, a Prefeitura Municipal abateu na referida dívida o valor
de R$ 43.610,62 referentes ao IPTU devido pela CEEE. Em contrapartida, a
CEEE acrescentou à dívida 1% de taxa de administração, totalizando um valor
de R$ 9.745.619,07 (9,7 milhões). O contrato, entre a Prefeitura Municipal
e a CEEE, previa o seguinte parcelamento: 3 parcelas de R$ 10.000,00,
pagos em 2000; 12 parcelas de R$ 50.000,00, pagos em 2001; 85 parcelas de R$ 108.389,11, sendo descontadas 45 parcelas da conta corrente do ICMS da Prefeitura Municipal, o que totalizou R$ 7.389.781,00 (7,3 milhões) em pagamentos.
Em fevereiro de 2002, a CEEE transferiu a dívida definitivamente para o
Banrisul que sempre descontou as parcelas das contas da prefeitura, pois a mesma nunca cumpriu o contrato. No entanto, o então prefeito Daniel Bordignon entrou na Justiça para anular o contrato com o Banrisul. Todavia, em 18 de maio de 2004, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul anulou o desconto da conta corrente do ICMS da Prefeitura Municipal. Logo, a Prefeitura nunca mais pagou o parcelamento assumido junto ao Banrisul. Em 2007, a Secretaria do Tesouro Nacional exigiu que a Prefeitura Municipal regularizasse o parcelamento da dívida junto a Câmara Municipal, o que ocorreu com a aprovação da Lei 2.710/07. Entretanto, a resolução 43/01 e 19/03 do Senado Federal permitiam regularização das dívidas que estavam
rigorosamente em dia, porém, a dívida estava 39 meses atrasada. No momento
da regularização junto à Secretaria do Tesouro Nacional, Gravataí se habilitou
para o recebimento dos recursos do Programa de Aceleração do Crescimento
– PAC. Atualmente, a Prefeitura Municipal solicita autorização para o parcelamento
de uma dívida de R$ 82.911.374,57 (82,9 milhões), onde o Banrisul reduziu
o montante da dívida para R$ 24.590.013,69 (R$ 24,5 milhões), mas desconsidera que o Município pagou R$ 7.389.781,00 (R$ 7,3 milhões) que atualizados pelos mesmos índices da dívida equivalem a R$ 13.015.823,56 (13 milhões). Logo, defendemos o parcelamento de uma dívida de R$ 11.547.190,13 (11,5 milhões), que seriam 2,5 milhões se tivessem sidos honrados corretamente. Cumprindo o seu ever político perante a sociedade, o PV diz não ao entreguismo, à irresponsabilidade e à falta de transparência com o dinheiro público!”.
Assinar:
Postagens (Atom)











