quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Penna visita Gravataí em apoio ao PV local


A vitória política do PV de Gravataí com da mudança no governo em virtude da cassação da prefeita da cidade, fez com  que o PV local ocupe um grande números de cargos na prefeitura, como nunca ocorrera no RS. Isso trouxe o presidente nacional  do PV, deputado José Luiz Penna a cidade. Penna  falou sobre a questão da mobilidade urbana estar focada no automóvel, da média de 19km a velocidade dos veículos em grandes cidades, menos que as carroças do século passado. Elegemos o carro como símbolo do nosso desenvolvimento e criamos um problema de enormes proporções, tanto para o meio ambiente como
para a sociedade. Matamos 40 mil pessoas por ano no trânsito. Mais que em guerras.
O endividamento das famílias que pagam o valor de 2,1 veículos ao comprar e quando tentam vender não conseguem um.Versou sobre as questões do preconceito a diversidade religiosa e da homofobia. "O PV veio de um projeto para mudar o sistema de desenvolvimento.
 Precisamos acabar com a hipocrisia e promover o financiamento público das campanhas.
Precisamos acabar com o preconceito e a intolerância social, racial, sexual.
Uma sociedade plural como a brasileira não pode importar esses modelos
catastróficos. O PV é o  partido da diversidade e temos que promover o respeito pelo ser humano.
É preciso paz, que é o melhor espaço para repensar o futuro e construir nossos sonhos" Finalizou o presidente nacional do Partido Verde.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

PV de Santa Vitória do Palmar

O PV de Santa Vitória do Palmar tem trabalhado e muito. Desde outubro foram realizadas diversas atividades: panfletagem no centro e bairros, inauguração da sede municipal, ocupação da mídia participando de entrevistas em rádios e jornais, campanha de filiações, criação do PV no vizinho município do Chui, processo de construção de um site,  criação e distribuição do Boletim Informativo SINAL VERDE com tiragem de 3.000 exemplares, apresentação de nominata majoritária com pré-candidatos a prefeito e vice e nominata proporcional com 15 pré-candidatos do PV, apoio já firmado do PC do B e em conversações com PSB, ambos partidos que compõem a Frente Popular que é governo no município, convite (não aceito) para integrar a majoritária do PT (governo) com candidatura a vice e do FRENTÃO - PDT, PSDB, PP, PMDB E PTB - (também não aceito) com a possibilidade de ocupar o candidatura a prefeito ou vice, realização de pesquisa política onde foi verificado que os pré-candidatos do PV estão em segundo lugar na intenção de votos, 8% atrás do atual prefeito – PT (que possui a maior rejeição).

Em janeiro de 2012 começaremos a formar os pré-candidatos a prefeito, vice e vereadores com cursos de oratória, normas parlamentares, formação de políticas públicas, gestão pública estratégica, orçamento público e modelo de avaliação de resultados.

Também queremos sugerir a Executiva Estadual a criação da Micro-Regional Sul do PV, aproximando as Executivas de Herval, Chui, Rio Grande, Pelotas e Santa vitória do Palmar.

O PV de Santa vitória do Palmar está em processo permanente de  construção e por esse motivo, é hoje a grande novidade, vindo oxigenar a velha política do extremo-sul.

Zezé Almeida

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Presidente nacional do PV José Luiz de Penna França visitará RS

Conforme informado pelo Presidente pelo do PV de Gravataí, Marcos Monteiro, o presidente do PV Nacional e Deputado Federal José Luiz de Penna França se reunirá com lideranças do PV do Rio Grande do Sul no dia 14 de dezembro de 2011, às 12h30min, na Churrascaria Radar na Rod RS 118, 834  Gravataí - RS

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Carta aos Verdes - Montserrat Martins



Hoje enfrentamos racionamento de água em cidades como Novo Hamburgo e São Leopoldo, o rio Gravataí é um dos mais poluídos do país e o programa pró-Guaíba está abandonado desde o governo estadual anterior, dependendo agora de obras de saneamento de um programa municipal.  A área rural de Porto Alegre, que ainda é de extensão significativa em relação a outras capitais, enfrenta pressões para sua descaracterização e já é tida como “rururbana”. No Rio Grande do Sul não ocorriam ciclones, nem eventualmente, até o início dos anos 2000, possibilidade esta que havia sido prevista apenas por José Lutzemberger ao alertar para a crise do clima com sua frase emblemática de que as áreas verdes “não são o pulmão, são o ar condicionado do planeta”.
O desafio do século XXI, todos sabemos, é a transição responsável para outro modelo de desenvolvimento, com novas tecnologias e ações efetivas de preservação do patrimônio ambiental do qual dependemos para nossa sobrevivência, a começar pelas florestas e rios. Se cabe a todos nós essa responsabilidade, é necessário que as instituições sejam instrumentos através do qual a sociedade empreende as ações pela sustentabilidade.
Os partidos políticos estão entre essas instituições que devem servir para a transformação social, com programas de governo eficazes, com capacidade de gerar respostas para os graves problemas atuais, como os exemplificados acima. Constatamos, agora, a crise de representatividade do atual sistema político brasileiro, no qual a proposta de desfiguração do Código Florestal, rejeitada pela ampla maioria da população, foi aprovada pela maioria do Congresso Nacional. Aos interesses do lucro imediato da bancada ruralista, irresponsável em relação ao patrimônio ambiental, se opuseram apenas as bancadas do PV, do PSol e setores do PT, dentre dezenas de siglas existentes. É verdade que apenas 5% dos crimes ambientais são enfrentados no país, na prática, como lembrou Fernando Gabeira. Nosso desafio é aumentar esse índice, ao invés de abrir mão dos instrumentos legais de proteção não só à qualidade de vida, mas à própria sobrevivência da espécie humana.
O Partido Verde de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul recebem a expectativa da população de que lutem por estas causas. Por este motivo durante dez anos, iniciados em 2002 e até o final de 2011, estive envolvido em reuniões, eventos, elaboração de programas de governos, campanhas e convívio dentro do PV gaúcho, sempre ao lado dos que lutavam para que a sigla cumpra a promessa que traz no nome, por muito tempo na oposição interna e por isso sem ocupar cargos. Nos últimos dois anos, desde 2009, participei mais diretamente da renovação da liderança partidária e através de pré-convenção fui eleito para representar o PV no cargo majoritário da campanha de 2010. Neste período, houve sintonia entre nossas convicções  e o partido todo, resultando em boa imagem perante a população.
O PV programático de cuja direção participei, com muita honra, teve seminários para construir programas de governo e propor políticas públicas para educação, saúde, segurança, transportes, habitação, geração de emprego e renda, novas tecnologias, que levaram o PV ao quarto lugar nas eleições ao governo do Estado em 2010.
No atual momento, que poderia ser a continuidade deste Partido Verde programático no qual me inscrevi entre seus dirigentes, existem outras questões estratégicas a serem consideradas.
Nos últimos dias, nas tratativas para as eleições 2012, ficou claro para mim, finalmente, que não existe mais a sintonia entre este ex-candidato e a direção do partido ao qual representei em 2010.  Quando argumentos contra minhas convicções passaram ao terreno pessoal e outro dirigente anunciou que iria pedir minha expulsão, ficou evidente que um ciclo havia se encerrado. Mais simples que aprofundar essa seara de discórdia é simplesmente, desde já, solicitar minha desfiliação.
Por dez anos tive a oportunidade de conviver e tentar ajudar o PV gaúcho a encontrar o seu melhor destino, para que fosse mais que uma sigla e estivesse de fato à serviço da sociedade civil e da causa ambiental, tão urgente, para construir um modelo de desenvolvimento que mereça o nome de sustentável e não seja apenas peça de marketing político. É isso que a sociedade sempre esperou e continuará esperando do PV.
Deposito nas novas gerações, nos mais jovens, a esperança da continuidade dessa luta pela causa dentro do PV. Tenham em mim, sempre,  um aliado sincero dos verdes autênticos, agradecido pela oportunidade desse convívio de uma década que muito me ensinou.
A política partidária é fundamental mas não é a única forma de contribuirmos com a sociedade. Nesse momento, serei mais útil à causa em outras trincheiras, de onde torcerei para o sadio crescimento do PV. Valorizo apenas as boas experiências e não levarei memórias de ofensas pessoais, que deixo no passado ao me desligar, não participando mais assim  de quaisquer conflitos por posições diferentes dentro do partido.
Dizem que as instituições são maiores que as pessoas, pois estas são passageiras. Quero acrescentar que as causas são maiores que as instituições e se estas existem é para que sirvam às boas causas. No serviço em prol das boas causas, levo a convicção de que poderemos nos encontrar mais adiante, em todas as tarefas aqui exemplificadas, nas lutas pelo bem comum que a sociedade espera de cada um de nós.
Recebam um abraço,
do Montserrat Martins

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Código Florestal prejudica união de PCdoB e PV em Porto Alegre

As críticas ao novo Código Florestal, de autoria do deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP), podem refletir até mesmo nas eleições municipais de 2012 em Porto Alegre. Em almoço pluripartidário nesta quinta-feira (08), o PCdoB gaúcho apresentou o nome de Manuela D’Ávila ao PV e mais quatro siglas (PSB,PPL,PR e PSD) como possível candidata comum à prefeitura da capital gaúcha. A direção verde, porém, deixou claro: apoiar o partido do relator do Código Florestal pode ser indigesto demais para a sigla. “Uma parte do PV está preocupado em manter a identidade partidária ligada à preservação ambiental e contrária a aprovação do novo Código Florestal. É uma divergência que temos com o PCdoB. Se ela (Manuela) se distanciar desta visão do Aldo Rebelo, temos como nos aproximar”, falou o dirigente verde Montserrat Martins.
O dirigente verde disse que a intenção do partido para a disputa de Porto Alegre é compor aliança, mas com siglas que se aproximem da linha do PV. “Tem propostas hoje em Porto Alegre que descaracterizam a área rural. queremos uma plataforma que se preocupe com a questão da água, por exemplo”, disse. Segundo Montserrat, foi sugerido no encontro com o PCdoB gaúcho que a deputada Manuela se aproxime da causa ambientalista de forma assumida com a sociedade. “Eu não gostaria de ver o PV perder esta identidade. Então, para termos uma unidade programática, ela poderia aproveitar a relação que ela tem com os jovens e se sensibilizar quanto a este tema”, falou.
De acordo com o presidente do PCdoB-RS, Adalberto Frasson, o debate para construção do programa de governo e a plataforma da pré-candidata Manuela D´Ávila ainda está aberto e irá conter a propostas que visam o desenvolvimento sustentável. “É um tema que vamos tratar e podemos construir uma alternativa conjunta”, alegou.
Frasson disse que no almoço, o PV foi aberto para uma aproximação com o PCdoB e, assim como as demais siglas presentes no encontro, irá enviar dirigentes partidários para a reunião de elaboração das primeiras propostas de campanha de Manuela na próxima semana. “Todos foram convidados e ficaram de enviar representantes”, afirmou.
Como um primeiro contato pluripartidário para iniciar a construção de uma frente em apoio a Manuela D´Ávila, o presidente comunista avalia o almoço como positivo. “Tivemos a presença de cinco vereadores e já temos o apoio oficial do PSB. O PPL e PR estiveram conosco na eleição estadual de 2010 também”, projetou.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

PV RS - Encontro com presidentes de Executivas Municipais na Assembléia Legislativa do RS

AOS PRESIDENTES ( OU REPRESENTANTE ) DAS EXECUTIVAS
          
                      MUNICIPAIS DO RIO GRANDE DO SUL


                 A Executiva Estadual convoca todas as Executivas Municipais
         para estarem presentes no dia 11 de dezembro (domingo) a partir das
         9h da manhã no Plenarinho da Assembléia Legislativa.Praça Marechal Deodoro nº 101
                 Na pauta serão tratados assuntos da revalidação de sua Executivas e informes da Executiva Nacional.
                 Avisamos que pelo menos um representante de sua Executiva deverá estar presente pois deste comparecimento dependerá a sua vigência.
               Para as Executivas inadimplentes e que não comparecerem serão discutidas as atitudes a serem tomadas pela Ex. Estadual, seguindo as orientações da Executiva Nacional no Congresso do Partido Verde ocorrido em Brasília nos dias 25, 26 e 27 de novembro de 2011.

          Mari Alencastro  -  Pres. PV/RS

terça-feira, 29 de novembro de 2011

CONVENÇÃO NACIONAL: Atualização do Estatuto, coligações e Reforma Política

Atualização estatutária e reforma política foram os temas centrais que tomaram conta dos debates da Convenção Nacional do PV realizada neste fim-de-semana em Brasília.
“Muito embora tenhamos um instrumento avançado, a atualização estatutária é importante para que nossa resposta institucional possa vir amparada com mais agilidade e menos burocracia”, comentou a Secretária Nacional para Assuntos Jurídicos do PV, Vera Motta.
Entre as principais alterações, foi aprovado o fim da Comissões Executivas Provisórias e a redução do percentual de votos exigido para a formação de diretórios estaduais, que passa a ser de 3% nas eleições à Câmara Federal.
Durante a Convenção, foi estabelecida uma Comissão de Sistematização de Informações, visando coletar a compartilhar dados enviados pelas executivas estaduais sobre a situação dos municípios, potenciais candidatos a prefeitos e coligações que o partido possa fazer para as eleições de 2012.
A partir de toda essa sistematização o partido definirá em uma próxima reunião a ser marcada a sua posição sobre candidaturas próprias e coligações.
Para o Presidente Nacional do PV, José Luis Penna, o momento é importante e oportuno para a reflexão entre os diretórios e a convenção traz esse espaço. “É muito importante fecharmos posições. O partido não tem dificuldades com alianças e iremos discuti-las. Mas nossas alianças devem programáticas e construídas a partir de uma agenda mínima. E também que tenhamos pontos programáticos que sejam compatíveis com o pensamento verde. Os debates aqui e as realidades nos estados vão nos trazer essas respostas”, declarou Penna em sua fala.
Questões como a sustentabilidade financeira do partido, os projetos e trabalhos realizados pelas executivas estaduais e a importância da ampliação do investimento em comunicação para dar mais visibilidade ao Partido, também foram temas que os presidentes das executivas trataram durante suas falas.
A Reforma Política em discussão no Congresso Nacional também esteve na pauta da Convenção. Questões relacionadas ao voto direto, ou distrital, a adoção de lista fechada ou aberta e ao financiamento público de campanhas foram os principais tópicos comentados pelos convencionais.
Participaram da Convenção, Conselheiros Nacionais, presidentes e representantes das executivas estaduais dos estados do Acre, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão Mato Grosso do Sul, Amapá, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rondônia, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo, Tocantins.

PV de Ivoti conquista novos filiados



Ocorreu no dia 26/11/2011 jantar de apresentação do PV Ivoti na sede campestre da Sociedade Harmonia.
O evento contou com a presença da comunidade ivotiense  com destaque para pequenos agricultores de cultura orgânica, representantes dos municípios vizinhos; Estância Velha, Novo Hamburgo e Campo Bom .  A presidente do PV local Luize Sehn agradeceu a  todos que  prestigiaram  o convite e deseja  que  na cidade das flores seja possivel cultivar juntos este sonho de mudança para uma cultura de sustentabilidade e deixar uma herança de bens naturais para os filhos desta terra.
Os integrantes da Executiva Estadual  Marco Santos Mikonga e Montserrat Martins abonaram novas filiações ao PV de Ivoti.
A comissão executiva do PV de Ivoti é composta por: Luize Sehn (presidente), Antonio Luiz Rhoden (vice-presidente), Luiz Fernando de Moura Ramos (secretário de organização), Mateus Couto Pereira (secretário de finanças), Tiago Adriano Schneider (secretário da juventude) e Júlia Victória Grohmann Finger (secretária da mulher).

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Seminário de qualificação política “O Programa do PV em Canoas”


1º Seminário de qualificação da nominata, que realizar-se-á no mês de novembro em Canoas, terá seu encerramento em 29/11 com um jantar baile onde estão convidados todos os pré candidatos e seus apoiadores, bem como, as autoridades da cidade e os todos os verdes do RS....

Com esse trabalho o PV Canoas pretende ir para as próximas eleições com um grupo qualificado, com garra e muita vontade de colocar ao menos um nome do PV no legislativo da cidade.

A Executiva Municipal hoje está reformulada e todos estão envolvidos em um único objetivo que é colocar o programa do Partido Verde em prática na cidade e para tanto se faz necessário eleger um vereador em 2012.

Cristiano Moraes
Pres. do PV Canoas.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

NOTA OFICIAL DO PARTIDO VERDE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

O PV-RJ parabeniza os Deputados Federal Dr. Aluizio e Estadual Aspásia Camargo pela bela iniciativa de iniciarem a coleta de assinaturas para abertura de uma CPI na Câmara dos Deputados e outra na Assembléia Legislativa, para apurar tudo a respeito do gravíssimo vazamento de petróleo da Chevron na Bacia de Campos.

O vazamento em si, assim como os muitos que têm acontecido pelo Mundo, já é motivo de forte preocupação, mas uma CPI certamente ajudará muito a chamar atenção para temas como distribuição dos royalties, liberalização de licenças ambientais e despreparo de algumas empresas petrolíferas para atuarem na exploração de petróleo no Brasil, entre outros.
O Partido Verde, mais uma vez, cumpre sua obrigação na luta pela preservação dos ambientes e pela transparência na Política.
Fernando Guida
Presidente do PV-RJ

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

PV de Esteio quer PROCON na cidade


Verdes de Esteio colhendo assinaturas pelo PROCON JÁ em nossa cidade.
Um escritório do Procon representará um grande avanço para os consumidores locais, especialmente às famílias de baixa renda, que terão um local adequado para procurarem por seus direitos, e até mesmo serem reparados pelos possíveis danos sofridos
Na chuvosa manhã de sábado dia 29 de outubro de 2011 na Av. Presidente Vargas com Rua Padre Felipe em frente ao Banco do Brasil, reunidos alguns membros da Diretoria do Executivado do Partido Verde De Esteio, CENTENAS DE ESTEIENSES participam de abaixo assinado na reivindicação pela instalação de Escritório da Entidade de Defesa do Consumidor em nossa cidade, algumas pessoas relataram suas dificuldades em buscar seus direitos de consumidor, e também muitos deixaram de buscar devido a burocracia e deterem de se deslocar para outras cidades distantes,
Foram vários os interessados que afirmaram " já éra hora de nos organizarmos se opor a situação em que nos encontramos em nossa cidade, pois o povo já não tem mais a quem recorrer, acabamos perdendo toda credibilidade pelo sistema que se diz nosso representante, quando procuramos nosso direitos somos enrolados, precisamos de uma forte fiscalização sobre os produtos oferecidos aos clientes!!!"

Saiba mais sobre o PROCON
No Brasil existe um órgão público conhecido como Procuradoria de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon). Ele sai em defesa dos consumidores, que por algum motivo se sentem lesados ao efetuarem compras nos estabelecimentos comerciais.

A Coordenadoria Extraordinária do PROCON é o órgão de Defesa dos Direitos do Consumidor e tem como objetivo a garantia e o cumprimento das leis que amparam o consumidor de nosso município, seja fiscalizando ou intermediando a relação entre o consumidor e o fornecedor de produtos e/ou serviços.
O Código de Defesa do Consumidor – CDC (Lei Federal 8.078/90) - é uma norma de ordem pública e interesse social que se originou em decorrência de um comando contido no Ato das Disposições Constitucionais transitórias, parte da Constituição Federal de 1988 que, em seu artigo 48, assim determinou: “O Congresso Nacional, dentro de cento e vinte dias da promulgação da Constituição, elaborará Código de Defesa do Consumidor”.
Na Constituição também ficou determinado que é dever do Estado (União, Estados, Municípios e o Distrito Federal) e direito fundamental dos cidadãos a promoção da defesa dos direitos do consumidor. Os direitos apresentados no artigo 5º, inciso XXXII são garantias fundamentais do cidadão, as quais não podem ser alteradas, sofrer restrições ou suprimidas nem mesmo por emenda constitucional. Além disso, a Constituição ainda garante que, as atividades econômicas desenvolvidas no Brasil devem se organizar de modo a respeitarem a fragilidade do consumidor, seja ela de comércio, distribuição, fabricação, prestação de serviço, dentre outras, em respeito ao princípio da ordem econômica constitucional.
A necessidade de se estabelecer normas e regras gerais a serem adotadas e observadas por todos, reconhecendo que o consumidor é um sujeito vulnerável (frágil) no mercado em termos econômicos, de informação e quanto seu poder de negociação, merecendo, então, um tratamento especial.
O PROCON foi criado para viabilizar a proteção do consumidor sob as mais variadas perspectivas e situações, as quais foram fortalecidas a partir da vigência do Código de Defesa do Consumidor – Lei 8078/90, regulamentada pelo Decreto Federal 2181/1997, possibilitando desta forma maior eficácia nas suas intervenções, posto que, as empresas perceberam a necessidade de olhar o consumidor de forma mais respeitosa, sob pena de sofrerem sanções pecuniárias.
Por outro lado, o consumidor pode contar com a competência do PROCON quando for adquirir produtos ou serviços no mercado. Constam na Lei 8.078/90, regras e princípios relativos a práticas comerciais, contrato de consumo, publicidades, tratamentos de informação, formas de cobranças de dívidas, desconsideração da pessoa jurídica, sanções administrativas e penais, além da exigência de qualidade para produtos e serviços, transparência e informações, respeito à vida, saúde e segurança do consumidor, atendimento à confiança e boa-fé, dentre outros pontos, todos eles dirigidos e impostos ao fornecedor.
Como órgão de defesa dos direitos do consumidor, disponibilizamos o acolhimento profissional ao público em geral, especializando o enfoque no atendimento específico a cada caso e problema relatado pelo Consumidor; promovendo o aconselhamento e acompanhamento jurídico à população Macaense, respaldado no Código de Defesa do Direito do Consumidor (CDC); interagindo e conciliando Consumidor e Fornecedor; acordando entre as partes, os devidos ajustes de conduta celebrados em audiências conciliatórias; respeitando as necessidades e dignidade de cada cidadão, de forma totalmente gratuita.
O PROCON, ao invés de dispor simplesmente de comando legais voltados à proibição de certas condutas, determina que a atividade de proteção e defesa do consumidor seja exercida de modo coordenado, uniforme e sistematizado para garantir maior segurança e eficiência de resultado aos cidadãos, repousada sobre uma mesma tábua de valores e princípios.
Através de convênio firmado entre Governo Federal, Estado e Município, integramos o SINDEC – Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor – que pelo DPDC (Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor), Órgão do Ministério da Justiça; o qual é o responsável pela Política Nacional de Proteção e Defesa do Consumidor.
Missão da Coordenadoria Extraordinária do PROCON

Nossa missão é determinar para que providências sejam tomadas, de forma que as reclamações e/ou pedidos encaminhados ao PROCON Macaé obtenham imediata e eficaz solução, bem como orientar, informar e educar o consumidor com a finalidade de beneficiá-lo na aquisição de bens e serviços, promovendo desta forma a Política Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor.
As competências do PROCON são:
Promover a divulgação das informações de interesse público relativas ao PROCON;
Recepcionar, registrar e distribuir toda a documentação destinada ao Ministério Público, Juizados Especiais e Defensoria Pública;
Verificar quanto à possibilidade de notificar a inclusão no Cadastro de Reclamação Fundamentada, p/ D, O;
Apurar denúncias consumistas e aplicar sanções administrativas previstas na Lei n° 8.078/90, após procedimentos administrativos, observando as regras dos Art. 9°, 10° e 11° do Decreto federal n° 2181/97;
Lavrar autos de infração, constatação, apreensão e termo de depósito;
Coordenar, planejar, treinar, implantar e manter rotinas, projetos, banco de dados, cadastros e sistemas informatizados, promovendo e divulgando informações estatísticas;
Realizar e acompanhar o monitoramento da postagem da CIP diariamente pelo procedimento de AR;
Manter cadastros de consumidor, procurador e fornecedor previstos no Código de Defesa do Consumidor;
Expedir notificações e realizar audiências de conciliação;
Promover eventos e ações educativas na área de defesa do Consumidor.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

PV de Imbé se reúne com bloco de oposição

BLOCO DE OPOSIÇÃO MUNICIPAL –BOM, REALIZA REUNIÃO


     Na noite do dia 21 de outubro, integrantes das Executivas dos partidos que compõem o Bloco de Oposição Municipal – BOM, de Imbé, se reuniram para uma reunião.
     O encontro aconteceu na Associação do Balneário Presidente, onde se reuniram oito partidos de oposição ao atual governo municipal, o PV, PT, PCdoB, PR, PP, PDT, PSD e PPS.
     Na coordenação do Bloco, os Presidentes do PV, Osmar Júnior, e do PT, Sandro Melo, já programaram uma nova reunião para o início de novembro.
     Na ocasião os partidos reafirmaram o compromisso de buscar uma alternativa aos modelos de políticas que vem governando o Imbé a mais de 20 anos, e querem juntos mostrar um projeto novo à população de Imbé.
     Também foi comemorado o ingresso do PSD junto ao Bloco de Oposição Municipal - BOM.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

O desafio de defender a sustentabilidade, por Eduardo Jorge


Secretário do Meio Ambiente e do Verde na maior cidade brasileira, São
Paulo, Eduardo Jorge está à frente dos desafios sustentáveis desde 2005.
Em sua palestra, apresentou o diagnóstico de que sim, é possível tornar
uma cidade grande como São Paulo em um lugar melhor para se viver. Ele
disponibilizou o diagnóstico que foi traçado e os pilares que precisaram
ser desenvolvidos para viabilizar a tese de sustentabilidade. Em primeiro
lugar, estabelecer, na administração pública, diálogo entre secretarias,
programas e projetos é fundamental.
Em relação ao desenvolvimento sustentável de uma cidade como São
Paulo, Eduardo Jorge frisa que além de possível, é necessário. Uma vez
que “só é possível preservar o pantanal, a floresta, o mangue e o cerrado
pela cidade, porque é a cidade que consome a cidade da mesma forma
que consome pantanal, mangues, florestas e é a partir das cidades, que
se preserva o que se consome”.
A partir deste diagnóstico, Eduardo Jorge levantou que a pauta da agenda
pública deve ser o combate ao aquecimento global, já que a questão
climática ameaça a vida da espécie humana e tem impacto social, econômico
e ambiental, conforme as bases do conceito de desenvolvimento
sustentável. Até porque, segundo ele, “quem mora em torno da linha do
Equador é que vai pagar mais rápido as imprevidências do capitalismo, do
socialismo humano em relação à questão ambiental do desenvolvimento
industrial dos séculos 19 e 20”.
Eduardo Jorge defende que a pauta do desenvolvimento urbano é fundamental
para dialogar com a pauta-mãe, a do aquecimento global, e a
partir disso, reorganizar as políticas públicas dentro dos governos federal,
estaduais e municipais. “O Brasil ainda está muito atrasado nisso, enquanto
fica dormindo em berço esplêndido, como o de costume. Assim é fundamental
arrumar dentro da nossa casa para que haja mais condições de
se cobrar do governo federal, dos outros países.
Em oito exemplos concretos, Eduardo Jorge listou as principais ações
que a prefeitura de São Paulo, Secretaria do Verde, está implementando,
num programa horizontal de diálogo inédito com as demais secretarias.
As duas faces da questão climática: face A é a da mitigação, diminuir a
emissão dos gases prejudiciais, colaborando para a eficiência energética.
A face B no Brasil é a que menos se fala. Trata-se da adaptação aos efeitos
nocivos do aquecimento global.
Dentro da necessidade de mitigação das emissões via eficiência energética,
Eduardo Jorge listou quatro exemplos que vem sendo adotados
em São Paulo.
1. Captação de gás metano de aterros sanitários Os gases produzidos em aterros
sanitários são verdadeiras bombas para atmosfera. Porém, se esse biogás, que polui 22 vezes
mais que o gás carbonico, for captado e destinado a produzir energia, há diminuição sistêmica
na emissão de gás tão prejudicial como ainda ajuda na produção de energia elétrica.
Em São Paulo, são dois grandes aterros sanitários, bem organizados e controlados, bem licenciados.
Por meio de licitação, a empresa ganhadora capta a emissão e produz energia elétrica. De acordo
com Eduardo Jorge, as duas usinas de biogás produzem energia suficiente
para abastecer 600 mil pessoas.
Ele enfatizou que qualquer cidade, com mais de 500 mil habitantes, pode
instalar um aterro decente, via licitação, em que a empresa responsável cuida
do aterro, gera energia, e a prefeitura ganha ao emitir certificados de redução,
podendo desta forma aplicar os recursos em projetos sociais. Ele citou que, em
dois leilões, a cidade de São Paulo arrecadou R$ 70 milhões.

2. Diminuição da dependência do petróleo como fonte combustível
Eduardo Jorge sustenta que é possível diminuir a dependência de combustível
fóssil das frotas das cidades. A partir de uma lei municipal, aprovada em 2009,
a Secretaria de Transportes é obrigada a substituir o diesel por combustíveis de
fonte mais limpa de energia. Ele mencionou que a Secretaria de Transportes de
São Paulo está com sete experiencias de substituição do diesel:
• Ônibus elétricos: recuperação da frota, com quase 180 ônibus rodando,
com a volta da compra de ônibus elétricos.
• Etanol: primeira frota de ônibus rodando com etanol no Brasil. Atualmente,
são 60 veículos, com objetivo de chegar a 100.
• Hidrogênio: experiência de utilização deste novo combustível.
• Ônibus híbrido: experiência também que agrega ônibus movidos a
biodiesel e elétricos.
• Biodiesel: frota já rodando na cidade de São Paulo.
• Diesel da cana: já têm três ônibus, utilizando o diesel desenvolvido por
engenharia genética, que produz o combustível a partir da fonte de energia
mais limpa.
3. Inspeção Veicular
A inspeção veicular combate a poluição do ar e também o aquecimento global.
Faz-se necessário inspecionar motos, carros, caminhões e ônibus. Eduardo Jorge
afirmou que cada moto polui o correspondente a cinco carros. Os carros consomem
muito e poluem muito. As regras, que obrigam o dono do automóvel a
inspecionar e regular seu veículo para mantê-lo dentro dos padrões de quando
o veículo saiu da fábrica, já existem em outros países há 40 anos.
Segundo ele, esse programa de eficiência energética ataca em duas frentes a
poluição: a) diminuição da emissão de gases poluentes que agridem a atmosfera,
além dos pulmões e corações das pessoas que moram nas grandes cidades; b)
gasto menor com o combustível por parte do dono do veículo.
De acordo com Eduardo Jorge, no primeiro balanço da inspeção veicular da
cidade de São Paulo, concluiu-se que, ao realizar 3,5 milhões de inspeções veiculares,
correspondeu a tirar virtualmente 1,5 milhão de veículos das ruas. Assim,
diminui-se a poluição sem realmente tirar estes veículos de circulação.
Em 2009, o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) refez as normas
e deu dois anos de prazo para que os estados se adequassem a essas normas.
Segundo Eduardo Jorge, o prazo das licitações venceu em junho de 2011, e
nenhum Estado sequer fez a licitação para começar a inspeção veicular.
Pensar Verde

4 . Conceito de Cidade-compacta
A tese das cidades compactas é aquela em que há a otimização
dos espaços. Atualmente, todos moram longe do trabalho, e a
mobilidade urbana acaba por criar mais um nível de segregação
social, em que os ricos andam de carro e os pobres, de ônibus.
Todos gastando combustível fóssil.
De acordo com Eduardo Jorge, as cidades estão cada dia mais
espalhadas, e os centros das cidades vazios, abandonados. No
conceito de cidade compacta, os bairros são compartilhados,
sem guetos, e o centro é expandido, otimizando a utilização de
infraestruturas já instaladas de lazer, cultura, saúde.
“O conceito urbanístico das cidades compactas explora a teoria
que as classes sociais devem compartilhar os bairros. Os guetos
separados são as chocadeiras da violência, além de que o crescimento
das periferias afeta diretamente as mananciais e as áreas
de risco e esvazia os centros, numa amostra total de irracionalidade
do ponto de vista social, econômico e ambiental”, enfatizou
Eduardo Jorge, durante sua exposição de ideias.
Ao abordar a fase de adaptação das cidades para os efeitos e as consequências do aquecimento global, Eduardo Jorge listou mais cinco exemplos que estão sendo adotados na cidade de São Paulo. Segundo ele, já que não há mais muito tempo para evitar que os danos ambientais cometidos tirem a vida das pessoas, a solução é adotar medidas que minimizem os efeitos colaterais do homem sobre o meio ambiente. No Brasil, principalmente, as soluções devem ser pautadas pelo elevado número de vítimas, por conta de enchentes e desmoronamentos.
• Arborização: na cidade de São Paulo, 1,5 milhão de árvores já foram plantadas. Como um dos efeitos, está
a manutenção da umidade relativa do ar.
• Ampliar as áreas verdes das cidades: com isso, ampliam-se as áreas verdes permeáveis para absorver as
águas das chuvas e evitar que haja alagamentos em pontos específicos.
• Criação de parques lineares: consiste em criar parques lineares no entorno dos córregos das cidades , uma
vez que é um erro dos arquitetos e políticos construir nas áreas de várzeas. Como as várzeas já foram todas
ocupadas, qualquer chuva já é motivo de desespero para o prefeito, dona de casa e comerciante. Há uma
necessidade de garimpar as várzeas, recuperar algumas que ainda existem nas cidades, para mantê-las
na sua função de escoamento da água das chuvas.
• Mapear as áreas de riscos das cidades: para Eduardo Jorge, este item é o mais importante, quando o assunto é referente ao enfrentamento dos desastres climáticos. São áreas com risco de desmoronamento, escorregamento e enchente. Eduardo Jorge ressalta a necessidade de elaboração de um diagnóstico detalhado de todas as áreas de risco, bem como proporcionar opções habitacionais para as pessoas que residem nestas áreas.
“Eu acho que este é o caso mais urgente. Você não pode deixar pessoas em áreas de enchente nem de escorregamento”,
disse. Ao ressaltar que este seria o “programa mais importante”, Eduado Jorge sugeriu a criação
de um indicador: a de quantidade de mortos por 100 mil habitantes por desastres climáticos. “Devia estar
escrito na parede das prefeituras e dos governos de estado quantas pessoas morreram (por 100 mil habitantes)
nas cidades, nos estados. Devia ser o indicador máximo para avaliar a responsabilidade daquele governante. É responsabilidade dos governantes evitar as mortes de hoje. Não pode haver tolerância de uma morte sequer.
As autoridades precisam ser cobradas”, finalizou.

Fonte: Revista de debates da Fundação Verde Herbert Daniel

sábado, 15 de outubro de 2011

Uma verdadeira maratona dos vereadores de Gravataí, termina com cassação da prefeita

Os ingredientes da democracia foram vistos nas últimas 48 horas na Câmara de Vereadores de Gravataí. Todo o preparativo e possibilidades políticas, manifestações acaloradas, empurra empurra, discursos, acusação, defesa e decisão de um processo de cassação que culminou no afastamento da prefeita Rita Sanco (PT) e seu vice dos cargos . O presidente da Câmara Nadir Rocha assume a prefeitura e o vereador Ricardo Canabarro (PV) passa a presidir a Câmara de Vereadores de Gravataí

 Reveja matéria que explica os motivos da cassação

http://www.youtube.com/user/ulbratv48uhfpoa#p/c/11/PXGYtL_BTLQ

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

PV de Gravataí é pivô do processo de cassação da prefeita Rita Sanco


O centro nervoso do PT no Rio grande do Sul está transferido para Gravataí onde será decidida a situação sobre a cassação do mandato prefeita Rita Sanco ( PT )
Contra a prefeita, constam denúncias de irregularidades em negociações de dívidas da sua administração. Além disso, o procurador-geral do município, Ataídes Lemos da Costa, seria o responsável pelas ações da família da prefeita.
As irregularidades foram apresentadas para Justiça e a Câmara Municipal pelo professor Marcos Monteiro que também é presidente do PV de Gravataí .
A situação da prefeita é grave, pois dos 14 vereadores, até agora ela conseguiu apenas 4 intenções  de votos a seu favor. Caso se confirme a cassação que também derruba seu vice, assumirá o presidente da Câmara de Vereadores Nadir Rocha (PMDB) e o vereador Ricardo Canabarro (PV) passaria a presidir a Câmara de Vereadores de Gravataí. A decisão lotará a sessão da Câmara nesta sexta-feira (14/10) , que além de longa será muito tensa prevê  Canabarro vereador do PV.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

PV DE IMBÉ REALIZA FILIAÇÕES


     O PV de Imbé realizou no último dia 04 de outubro, uma reunião com a sua Executiva Municipal, visando as eleições de 2012. O Presidente do PV de Imbé, Osmar Júnior, apresentou mais 3 pré-candidatos a Vereadores, sendo o Nei Padeiro, Oggo Machado e Dulce Lauermann.
     Na ocasião, Osmar Júnior, reiterou seu desejo de concorrer a Prefeitura de Imbé nas eleições de 2012, e recebeu o apoio de todo o partido.




quarta-feira, 5 de outubro de 2011

PV de Gravataí amplia quadro de filiados



O Partido Verde de Gravataí lotou a Câmara de Vereadores da cidade em ato de filiação, várias lideranças da cidade se filiaram ao PV entre os quais um vereador de outra sigla o Márcio Souza,  (ex-PT) . O evento contou com diversas lideranças estaduais . O presidente municipal do PV  Marcos Monteiro e o vereador Ricardo Canabarro comemoram a chegada dos novos membros com uma janta com todos os convidados após o ato oficial.
Os dirigentes nacionais José Paulo Tóffano e Vera Motta participaram do evento reiteraram as propostas do Partido Verde aos novos filiados. “ Somos a favor da união das pessoas do mesmo sexo, discriminação das drogas e defesa do meio ambiente “  em um forte discurso de Vera Motta que é secretária nacional de Assuntos Jurídicos do Partido Verde.


Programa de TV do PV RS

PARTIDO VERDE DE IMBÉ É CONTRA O AUMENTO DO NÚMERO DE VEREADORES


     O Partido Verde de Imbé não é a favor de aumentar o número de vagas na Câmara de Vereadores de Imbé.
     Acreditamos que o aumento do número de vereadores sirva apenas, para aumentar os cargos e os gastos do Executivo com a Câmara Municipal, pois, duvidamos que fossem deixar o orçamento do jeito que esta hoje.
     Se o orçamento da Câmara de Vereadores ficasse como esta hoje e aumentar o número de vereadores e assessores, o salário dos mesmos iria diminuir. Sabemos que não é isso que “eles” querem.
     Não existe a necessidade de aumentar as vagas na Câmara de Vereadores, pois, em uma cidade de 18 mil habitantes, acreditamos que nove vereadores podem legislar desde que estejam comprometidos com o desenvolvimento da cidade, e não apenas comprometidos em benefícios próprios.
     Já imaginaram se um vereador recebesse um salário mínimo, como todo trabalhador recebe, sem direito a diárias? Será que teríamos candidatos à Câmara Municipal de Vereadores?
     Portanto o Partido Verde de Imbé, não aprova a mudança de nove para onze vereadores na Câmara Municipal de Imbé.

  
Osmar Luiz Oliveira da Silva Júnior
Presidente do Partido Verde de Imbé

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Ato de filiação do PV em Gravataí contará com dirigentes nacionais

Convidamos os membros do Partido Verde do Rio Grande do Sul - PV/RS para Grande Ato de Filiação que se realizará no dia 03 de outubro de 2011, às 19 horas, na Câmara de Vereadores de Gravataí situada na Av. José Loureiro da Silva 2597, Gravataí - RS   

O evento contará com a presença do Deputado Federal José Luis Penna, Presidente Nacional do Partido Verde e a Sra. Vera Motta, Secretária Nacional de Assuntos Jurídicos.  

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

PV de Xangri-Lá promove atividade de filiação

No sábado, dia 24 de Setembro, o PV de Xangri-Lá fará um ato de inauguração e filiação.
O evento pretende reunir os verdes e demais interessados em conhecer as idéias do PV, além de filiar àqueles que quiserem fazer parte do movimento verde.                                     
 O encontro acontecerá as 17 horas, no Bistrô da Dodô, na Avenida Central, 2060 no Balneário de Atlântida e é aberto a todos.      
Qualquer dúvida pode ser esclarecida pelo (51) 8154.9710.                                                 
Krishna Soares. Presidente PV Xangri-Lá     

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Resolução da Executiva Nacional

RESOLUÇÃO 01/2011
A Comissão Executiva Nacional do Partido Verde reunida nos dias 26 e 27 de agosto de 2011 no Distrito Federal, por unanimidade resolve:
1 – Devem, as direções estaduais e municipais, montar e executar, em caráter urgente, plano de ação para filiação do maior número possível de pessoas, sempre respeitando as orientações programáticas e estatutárias, com o objetivo de potencializar candidaturas próprias, especialmente, nas capitais e grandes cidades, priorizando aquelas que são geradoras de programa eleitoral.
2 – A não alimentação dos dados e informações do Sistema de Gestão Partidária, no prazo de três meses a contar da data desta Resolução, implicará no seu imediato cancelamento, assim como pelo mesmo motivo, a comissão não será renovada.
3 – A cada três meses de inadimplência das comissões municipais para com a estadual, implicará no cancelamento automático da comissão provisória municipal.
4 – Como orientação da Executiva Nacional, quando da constituição ou renovação de comissões provisórias, não será permitida que a legenda seja usada para atender, exclusivamente, a interesses pessoais ou de outros partidos.
5 – Também, por orientação, fica definido como critério para manutenção de comissões municipais provisórias, o percentual, mínimo, de 3% dos votos válidos do município para candidaturas do partido
Distrito Federal, 27 de agosto de 2011.
Comissão Executiva Nacional do Partido Verde

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Chimarreando com PV Esteio

Convite Encontro Chimarreando com PV
Esteio no Próximo Domingo dia 18 de Setembro de 2011
as 15:00 horas
local Parque Galvany Guedes Avenida Porto Alegre 505 Bairro Santo Inácio Esteio .


A Executiva Municipal do partido Verde de Esteio, através de Seu Presidente Valmir Rodrigues convida a todos os membros dos Diretórios Verdes da Região, Simpatizantes e interessados a se fazerem presentes no encontro Chimerreando com PV , para uma agradável conversa sobre os andamentos do partido e também para novas filiações, venha expor suas idéias e seus anseios, faça valer a pena este partido que pensa no bem comum e na qualidae de vida adequada ao ser humano.


PARTICIPE E DÊ A SUA CONTRIBUIÇÃO NESTA IMPORTANTE DISCUSSÃO.
Saudações Verdes,

Não se mede o valor de um homem pelas suas roupas ou pelos bens que possui, o verdadeiro valor do homem é o seu caráter, suas idéias e a nobreza dos seus ideais.
Charles Chaplin


sábado, 10 de setembro de 2011

PV de Esteio convoca pré-candidatos

A Executiva Municipal do Partido Verde de Esteio convoca os Pré-Candidatos a Vereadores às eleições de 2012 para uma reunião a ser realizada no dia 12 de setembro de 2011, às 19h na sede do Partido, sito a Rua Paulo Pontes, n. 65, bairro Jardim Planalto.
Pauta: debater as propostas de realização de um seminário de mobilização e formação política; 
campanha para novas filiações;
eleições 2012
e assuntos gerais

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

PV de Gramado Protesta contra os pedágios




O Partido Verde de Gramado reuniu lideranças da cidade no encontro dia 7 de setembro.O dia da independência foi escolhido pelo PV para uma manifestação contra os pedágios que ilham a cidade e sufoca a comunidade, militantes distribuíram panfletos e vestiam camisetas com dizeres contra os pedágios e pelo direito de ir e vir. A noite o encontro do PV lotou o CTG Manotaço de Gramado. Os verdes locais liderados por Marcos Taron e Rubi Rodrigues recepcionaram filiados, simpatizantes, ecologistas e lideranças de diversos partidos que prestigiaram o evento. Onde foi apresentada a História do PV para os presentes. Lideranças do PV RS  Montserrat Martins, Ricardo Canabarro e Marco Mikonga fizeram uso da palavra em apoio as idéias de desenvolvimento sustentável e defesa da natureza apresentadas pelas lideranças verdes da cidade de Gramado.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

PV de Sapucaia Inaugura Sub-Sede

O Partido Verde de Sapucaia do Sul está muito bem organizado para as atividades políticas no munícipio. A tendência é que o PV saia com candidatura própria e esta estruturação partidária mostra competitividade da sigla para o futuro pleito. A inauguração da Sub-Sede do Partido, cito a Rua Manoel Serafim, número 1237- Bairro Paraiso, no dia 13 de Agosto (próximo sábado) as 9:30h da manhã, onde será apresentada a nova Executiva Municipal, com momento de filiação é prova viva que o Partido Verde está forte.

PV de Porto Alegre na Internet

PV de Porto Alegre na Internet
A Executiva Municipal do PV de Porto Alegre está na Internet, o site está disponível no endereço WWW.PVPOARS.ORG.BR; internautas, filiados e simpatizantes do Partido Verde,ao acessar o site podem consultar à agenda do PV de Porto Alegre; conhecer o Programa de Governo e o Estatuto do Partido Verde;acessar diversos links; ouvir boa música e noticias; na pagina inicial os eleitores podem conhecer os candidatos do PV e suas ideias, começando pelo Pré-Candidato a Prefeito de Porto Alegre, Nelson Vasconcelos; acessando o site os filiados e internautas podem entrar em contato com a Executiva Municipal, enviar mensagens, artigose encaminhar pedidos de filiação. Esperamos que todos gostem e pedimos quecolaborem, enviando artigos e matérias jornalísticas, que possam ser utilizadas para o engrandecimento deste site que é nosso, que é de todos os gaúchos.
Júlio Faria Corrêa – Secretário de Finanças do PVPOARS

sábado, 9 de julho de 2011

Nelson Vasconcelos ...Jamais sairei do Partido Verde

PEÇO PERDÃO A TODOS OS MEUS AMIGOS, MAS NÃO POSSO SAIR DO PARTIDO VERDE.

Os meus Verdes de todas as cores estão me perguntando se sairei do Partido Verde.
Respondo: JAMAIS SAIREI.
(as pessoas, para o bem ou para o mal, são sempre as mesmas em qualquer Partido Político).
Ainda no 4.º ano consecutivo do Penna na Direção do Partido, votei contra a continuidade dele.
Perdi.
E mais. Perdi a Direção da Executiva Estadual do RS e todas as possibilidades de concorrer aos cargos políticos de maior relevância do Estado.
Mas e daí...sinto que o grande Inconsciente Coletivo tem me amparado nessa vida.
Interessante que todos esses, daquele tempo, agora estão saindo do Partido.
Perdi até o cargo de Conselheiro Nacional, isso por influência de meus próprios partidários daqui, imaginem.
E acho que Penna está agindo exatamente como todos os Verdes permitiram durante todo esse tempo.
Sempre o reelegeram e ele ...kkk...aceita, é claro.
Mas vou lhes dizer uma coisa.
Gosto dele.
Ele é profundamente humano. Parceiro. Aceita conselhos (tanto que ele sempre me tirou, ainda que chateado, a conselho até dos meus Verdes daqui).
Mas ele sabe. Procuro ser sempre muito leal ao Partido apesar de tudo.
Jamais encontrarei a possibilidade de vislumbrar a doutrina e os conceitos de NORBERTO BOBBIO em outro partido político.
De não ter que ser de Direita, Centro ou de Esquerda, mas a frente de todos esses tempos políticos.
Leiam um pouco sobre ele.
De amar a Vida e a Natureza como uma forma fantástica de amar a Deus sobre todas as coisas.
De andar de cabeça erguida na rua, amando e sendo amado por todos os Gaúchos e Gaúchas, mesmo os apartidários.
E isso me deixa todo exibido, altaneiro, confiante de que ainda iremos trazer toda a humanidade para essa forma de pensar.
Aprendi que, enquanto o prazer for maior do que a dor, ninguém muda alguma coisa.
Sou Biólogo, Advogado e, em setembro, Psicanalista.
Ainda ontem ouvi algo interessante numa desses encontros:
"Quanto mais o homem procura o prazer, mais se aproxima da morte".
Então, tudo deve ser equilibrado.
Tirar o Penna ( se esse for o caso, é fácil, basta os Verdes quererem, pois tudo podemos naquele que nos fortalece, né?).
Mas tirar o Penna...só por tirar, se nada fazermos para substituí-lo a contento?
Sei lá...permaneço Verde.
Um abraço a todos os meus Verdes que vão e que ficam.
Cada um tem que procurar seu destino do melhor modo possível para ser feliz sem prejudicar os demais.
Boa sorte a todos nós. Merecemos.
Nélson Vasconcelos
Militante Verde do Rio Grande do Sul.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Executiva Nacional do Partido Verde emitiu uma nota de esclarecimentos sobre desfiliação de Marina Silva

Depois do anúncio da desfiliação da ex-senadora Marina Silva, do Partido Verde, na tarde desta quinta-feira (7), a Executiva Nacional do Partido Verde emitiu uma nota de esclarecimentos.

Leia o documento na íntegra:

O Partido Verde e sua candidata, Marina Silva, fizeram nascer em milhões de brasileiros a ideia de que uma terceira via era possível. Uma alternativa consistente ao quadro simplista que nos era apresentado, de um Brasil com apenas duas portas que poderiam ser abertas em direção ao futuro.

A luta em prol de uma sociedade equilibrada e justa do ponto de vista social e ambiental está e continuará no cerne das preocupações do Partido Verde. Por essa luta, esforços foram empreendidos e dificuldades iniciais superadas. O Partido Verde tem como marca teses avançadas e pioneiras, que sempre abrangeram, além da questão ambiental, o apoio à luta das minorias e a defesa de temas como a união homoafetiva e a descriminalização do aborto e das drogas, entre outros.

Com generosidade e respeito às diferenças, para receber Marina Silva sem quaisquer freios, estabelecemos a cláusula de consciência, que permite que filiados explicitem suas posições pessoais em relação a itens do programa partidário em face de convicções religiosas. Foi alterado também o número de membros da Executiva do partido, de maneira a abrir espaço a vozes diretamente ligadas à candidata.

Também fomos o partido que lançou o maior número de candidatos aos governos estaduais com o objetivo de consolidar a candidatura presidencial, o que dificultou o fortalecimento da nossa bancada federal, que baixou de 15 para 14 deputados.

Não podemos nos furtar, todavia, a expressar nossa posição sobre a situação que gerou a polêmica em torno da saída de Marina Silva de nosso partido. Consideramos que estamos passando por nossa primeira grande crise de crescimento. O Partido Verde e suas lutas, entretanto, são maiores do que qualquer pessoa.

Deve ser dito que não nos recusamos, em momento algum, a efetivar aperfeiçoamentos nas regras que moldam o funcionamento de nosso partido. Estão programadas atualizações programáticas e elas ocorrerão no tempo oportuno dos verdes e como decorrência de amplo debate interno e com a sociedade, não da imposição de grupos determinados que integram o partido.

O Partido Verde lamenta muito essa falsa polêmica artificialmente inflada sobre a falta de democracia interna, que tem gerado distorções injustas na imprensa brasileira. Continuaremos sempre abertos para receber em nossas fileiras pessoas que entendem que a luta pelo coletivo é muito mais relevante do que a luta pelo individual.

Os signatários deste documento veem no Partido Verde um instrumento cuja existência só faz sentido na medida em que sirva para transformar concretamente a realidade, mediante a ampliação da democracia e da equidade social.

E mantêm os seguintes compromissos:

1. Preparar o partido para a atualização estatutária e programática, a ser aprovada em convenção nacional que será realizada em março de 2012;

2. Mobilizar o partido para responder da forma devida aos principais temas em pauta no país, como a reforma política e a reforma tributária, assim como para enfrentar a pressão por retrocessos na legislação florestal e pela implantação de novas usinas nucleares, entre vários outros assuntos importantes que poderiam ser citados;

3. Preparar o partido para as eleições municipais, estimulando candidaturas próprias, especialmente nos municípios onde houver dois turnos de votação;

4. Promover o recadastramento dos filiados, simultaneamente a uma grande campanha nacional por novas filiações.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Atmosfera e massa crítica

Pior que o frio que estamos sentindo, no sul, é o das pessoas que tem menos condições de enfrentá-lo. A solidariedade de cada um de nós e das instituições sociais, nessas horas, é fundamental. Mas há quem veja nisso a oportunidade de uma provocação, como a de Aldo Rebelo esta semana, no twitter: “frio aqui hein? Cadê a turma do aquecimento global?”. Não mereceria resposta, se fosse só por ele, mas infelizmente ainda existem pessoas sérias que tem esse tipo de dúvida. O que os cientistas explicam é que se trata de um desequilíbrio climático no qual além das temperaturas médias aumentarem gradativamente, também aumenta a amplitude das variações de temperatura, que podem atingir os extremos opostos. Assim é que recordes de calor e de frio tem sido batidos, nos dois hemisférios, a cada verão e inverno, causando mortes pelos picos de frio e pelos de calor.
A atmosfera terrestre é bem descrita como sendo uma “fina e frágil casquinha” (com apenas cerca de 100 quilômetros acima da crosta) que protege as condições únicas para a vida humana nesse planeta, como em nenhum outro conhecido. Não suportaríamos as variações brutais de temperatura que são comuns por exemplo em Marte, onde na região equatorial a temperatura é de 25 graus Celsius no início da tarde, cai para 50 graus negativos no começo da noite e atinge -70 graus Celsius à meia-noite. Ou na Lua, onde a temperatura varia de -153ºC à noite a +107ºC durante o dia, conforme dados obtidos pela NASA. A atmosfera protege a vida na Terra absorvendo a radiação ultravioleta solar e ao mesmo tempo aquecendo a superfície por meio da retenção de calor, entre outras mediações com o expaço exterior que reduzem os extremos de temperatura entre o dia e a noite. Os danos à atmosfera, portanto, comprometem o frágil equilíbrio das condições das quais depende a nossa vida.
Por falar em condições fisico-químicas, há um conceito científico, o de “massa crítica”, que se tornou uma metáfora sociológica. A massa crítica de um material fissionável é “a quantidade necessária para manter uma reação nuclear em cadeia autosustentada”. Esse termo virou símbolo de quantidade de pessoas necessárias para as mudanças sociais sustentadas, quer dizer, consistentes e duráveis. Conceito que se aplica à nossa realidade política, onde deputados e senadores se mostram “descolados” dos que os elegeram, legislando em causa própria. Os políticos tem uma escolha a fazer: apostar na inteligência da população, ou na sua ignorância. A conta não vem na mesma hora, pode levar anos para chegar. Mas se olharmos para a história dos partidos políticos, nas últimas décadas, veremos que eles não passaram incólumes às suas incoerências. Estamos longe de um cenário ideal, mas lembro claramente de como era há algumas décadas, dos “grandes partidos” que sucumbiram à sua falta de compromisso com a população.
A tão decantada “reforma política” não terá efeitos sem uma mudança cultural. Um debate interessante na internet sobre “valor de rede e massa crítica” observa que “massa crítica não é o número de participantes de uma comunidade, mas sim, a quantidade de atividade entre seus membros, o número de interações durante um certo período, em que a partir daí, a quantidade de atividade cresce de forma natural. Por isso é muito importante contar com um grupo bem ativo, mesmo que pequeno, no início da construção de uma comunidade, para que a massa crítica seja atingida mais rapidamente”. Para a crise política nacional, mais que a mudança de leis, é bem vinda a “massa crítica” a partir de uma opinião pública mais atuante.


COMPORTAMENTO Montserrat Martins

Maurício Brusadin se despede do Partido Verde com o coração apertado

Novos Caminhos, Novos Horizontes
” Um poder que se serve ao invés de servir, é um poder que não serve” Mário Sérgio Cortella

Acabo de entregar minha desfiliação do Partido Verde após 18 anos de trabalho incessante, recheado de muitas alegrias, angústias e algumas tristezas. É uma decisão que jamais pensei um dia tomar. Nesse momento, não posso dizer que é esse o desfecho com o qual sonhava, mas quando minha alma perde o desejo de continuar, é inútil o corpo permanecer lutando.

Lembro-me, como se fosse hoje, da primeira atitude que tomei logo após pegar meu Título de eleitor: filiar-me ao PV. Daquele momento em diante acho que não teve um dia sequer de minha vida que não tenha pensado, falado ou discutido sobre a Política e o Partido, todas as minhas energias sempre estiveram voltadas para fazer de minha luta política uma trincheira do PV. Nele fiz meus melhores amigos, vivi minhas maiores alegrias, vivenciei minhas mais deliciosas vitórias e as mais tristes derrotas.

Muitos devem estar pensando que esta atitude se deve, em especial, às atitudes autoritárias tomadas pelo Presidente Nacional.É evidente que estas mesmas se tornaram uma variável importante para esta decisão, afinal onde não se tem liberdade para expressar o que se pensa, realmente as condições de convivência se tornam insuportáveis, mas somado a este fato, o que me força a tomar tal decisão está ligado à Crise de Intermediação por que passam os Partidos Políticos.

A crise no PV se insere no processo mais geral de declínio da importância dos partidos políticos os quais deixaram de ser mecanismos vivos, eficientes e legítimos de intermediação política. O pano de fundo deste debate é um processo de despolitização da política que acarreta uma crise de representação.

Uma política despolitizada, que se galvanizou num conjunto de pequenos arranjos, negociatas e com os militantes dos partidos à margem desse processo, é um mecanismo que funciona a serviço da conquista e da preservação de posições de poder.

Esta “crise da democracia” é visível quando avaliamos o declínio das relações de identificação entre representantes e representados que acredito culminará na mudança para um novo modelo político.

Deixaremos o velho modelo intermediado pelos Partidos, para a democracia das mídias sociais. Os partidos já perderam o monopólio da Intermediação, não é por acaso que todas as recentes marchas (Liberdade, mulheres, gente diferenciada) aconteceram sem que nenhum partido as mobilizasse, elas foram espontâneas.

Se olharmos a fundo as praças da Espanha, da Grécia, do Egito e de todos os outros movimentos que nasceram recentemente, perceberemos que o que os diferencia é o fato de não aceitarem “atravessadores” de suas demandas, eles querem se comunicar direto, sem intermediários, e isso nos mostra que os partidos deixaram de ser instrumentos para a canalização das principais demandas da humanidade.

Isso acontece principalmente porque os partidos se transformaram em “escritórios eleitorais” . Um pequeno grupo de burocrata comanda todos os filiados, a mobilização partidária só existe durante os períodos eleitorais, de preferência somente no dia da eleição, como já foi dito.

Temos partidos sem participantes, onde quem manda é o cacique, o dono da legenda, o comandante que decide o rumo coletivo baseado nos seus interesses pessoais. As bandeiras, a ideologia, o programa, nesse contexto, viraram instrumentos de “marketing”, e o que se propõe para a sociedade não se exercita internamente, a isso chamamos de fraude.

Nesses últimos meses, juntos com Marina fizemos um esforço descomunal para acelerar as mudanças internas de que o PV tanto precisa, pois é inadmissível um Partido com a plataforma para o século XXI ter instrumentos internos do século passado.

Acreditávamos que poderíamos ser a ferramenta nas mãos destas novas demandas, mas infelizmente interesses menores estão à frente destes desejos. Imaginar em plena revolução digital, quando os jovens opinam sobre tudo, que os filiados do PV não têm direito a voto, é um obscurantismo total e, para piorar o quadro, aqueles que colocam a cabeça para fora e manifestam sua opinião são expurgados.

Vivemos internamente uma cultura do medo, muitos pensam e desejam essas mudanças, porém a caneta opressora silencia as vozes de muita gente que quer e sonha com um Partido mais democrático, protagonista que não fica refém de qualquer governo, que não é um satélite que gravita em torno dos grandes partidos para ter acesso aos fundos públicos. Sei que muitos continuarão lutando e respeito a estratégia adotada, pois precisamos ser compreensivos com aqueles que, criticamente, irão permanecer sonhando que o PV um dia deixe de ser uma legenda e passe a ser um Partido. Para todos estes desejo boa sorte e tenho a certeza de que no futuro estaremos juntos novamente.

Quanto aos novos caminhos, gostaria de convidar a todos que ainda acreditam em utopias para participarem deste novo movimento que emergirá deste processo. O debate permanece aberto: o código florestal, as cidades sustentáveis, o perverso sistema eleitoral, a desigualdade social, a falta de investimento em capital humano e todos os dilemas que, apesar do avanço dos últimos dezesseis anos, ainda afligem boa parte dos cidadãos brasileiros.

Nesta semana voltei a ler “Os donos do Poder”, de Raymundo Faoro e, a cada página, percebia a sua atualidade, pois em nosso País uma minoria determina as peças orçamentárias, os percentuais de corrupção que tanto assolam as licitações e colocam em funcionamento as velhas máquinas partidárias que ainda funcionam a vapor e, conscientemente, trocaram os sonhos da militância pelo “doce” sabor do capital. Todos aqueles que desejam reaproximar a vida real desse Universo paralelo em que se tornou o mundo da política com o famoso toma lá da cá, tão desideologizado, participem, embarquem nessa grande nave movida à energia solar, plugada numa organização em rede, navegando nas ondas líquidas da era digital, onde o respeito, a diversidade, a pluralidade e a generosidade são valores inegociáveis.

Novas perguntas exigem novas respostas, seguiremos com o olhar no horizonte e com o desejo voltado ao sentimento de que ainda precisamos democratizar a democracia.

Um forte abraço

Maurício Brusadin